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Manifestação em defesa do emprego

do emprego, do salário e dos direitos se somam à luta pela redução da jornada Trabalhadores e movimentos sociais estão convidados a irem às ruas na próxima sexta-feira, 14 de agosto, participar da Jornada Nacional Unificada de Lutas.

Convocada pela CUT e demais centrais sindicais.

Dirigentes da CUT condenam a miopia de empresários que tentam jogar o ônus da crise internacional sob as costas de seus empregados, sem refletirem que com esta conduta estarão jogando água no moinho da retração econômica.

Afinal, quanto menor a massa salarial, menos consumo e menos produção, "a lógica excludente do governo anterior, do círculo vicioso".

Ao condenar a prática da demissão imotivada para contratar por menor valor, a CUT lembra que os jornais de domingo estamparam a gravidade da situação: "o emprego começou a voltar, mas com queda de 25% na remuneração.

Demitem para contratar mão-de-obra mais barata".

As centrais sindicais e movimentos populares levantarão bem alto a bandeira da redução da jornada constitucional de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário, que é o nosso segundo grande objetivo deste ano.

Além das prioridades elencadas acima, esta confrontação com os representantes do capital poderá colocar os movimentos sociais num novo patamar.

A classe trabalhadora tem batalhas importantes: pelo desenvolvimento sustentável, preservação do meio ambiente e democratização da comunicação, além do enfrentamento às desinformações e deturpações da chamada "grande mídia" é essencial para a afirmação de um projeto de sociedade que reforce os investimentos sociais e as políticas públicas.

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