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SINTPq e trabalhadores de todo país se mobilizam contra "reforma" trabalhista

O Dia nacional de Luta contra as Reformas Trabalhista e da Previdência, realizado na sexta-feira (10), terminou com mobilizações em mais dez estados brasileiros e no Distrito Federal.

Em diversas cidades, trabalhadoras e trabalhadores cruzaram os braços em resposta às novas regras da reforma trabalhista, que entra em vigor no sábado (11) e altera mais de cem pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), lei que regulamenta as relações trabalhistas no Brasil.

Na região de Campinas, o dia começou com paralisação na refinaria Replan, em Paulínia. Uma manifestação no centro de Campinas, às 17h, encerrou as mobilizações. O SINTPq participou do ato e mais uma vez fortaleceu a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Em São Paulo, ato na Praça da Sé, realizado pela manhã, reuniu mais de 20 mil pessoas entre trabalhadores sindicalizados e movimentos populares (foto). Durante a tarde, foi a vez dos professores e professoras, que marcharam até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado. Além de se posicionarem contra as Reformas do Trabalho e Previdência, eles também criticam o Projeto de Lei (PL) 920, proposto pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O PL, enviado em outubro à Assembléia Legislativa de São Paulo, prevê limitação das despesas primárias por dois anos, ou seja, reduz investimentos em saúde, educação e outros serviços, prejudicando a população paulista.

No interior paulista, atos rechaçaram a privatização de estatais. No Pontal do Paranapanema, a Rodovia Arlindo Betio foi paralisada contra a privatização da Companhia Energética de São Paulo (CESP). Já em Rosana, ato público em Porto Primavera pedia a não privatização da Usina UHE.

Com informações de portal Brasil de Fato

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