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Trabalhadores da Amazul suspendem greve por 10 dias para retomada das negociações

Em assembleia nesta sexta-feira (21), os profissionais da Amazul decidiram suspender a greve e dar 10 dias para a empresa apresentar novas condições. O movimento teve início na manhã de quinta-feira, dia 21, e reuniu trabalhadores e trabalhadoras nas portarias do CEA - Centro Experimental Aramar, em Iperó, e no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo – CTMSP, na capital paulista.

A reunião de hoje também deliberou uma contraproposta para a empresa, que contempla:

  • • Reajuste pelo IPCA (3,75%) para todos os trabalhadores;
  • • Reajuste pelo IPCA nos benefícios;
  • • Aumento do Vale Alimentação para R$ 500,00;
  • • Não aplicação dos índices propostos aos salários e benefícios aos funcionários não concursados (Cargos de Livre Provimento).

Os itens deliberados serão apresentados para a empresa. Em 10 dias, nova assembleia será realizada para deliberar a aprovação ou recusa da nova contraproposta, se houver, e também a retomada da greve, caso necessário.

O SINTPq também buscará o abono dos dias parados para evitar prejuízos aos funcionários e funcionárias. A mobilização foi fundamental para que a empresa buscasse outra contraproposta após as assembleias dos dias 13 e 14 de março, que rejeitaram a oferta inicial de 0,8% de reajuste. Na quarta-feira (20), após convocar nova reunião negocial, a Amazul apresentou o ridículo índice de 1,2%, o que tornou a greve inevitável.

A expectativa do sindicato é de que a empresa e o governo aproveitem o prazo dado pelos funcionários e atendam as reivindicações, evitando assim uma nova greve e um processo de dissídio coletivo.

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