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Dia Nacional de Luta marca reação contra o desmonte na previdência e educação

Em apenas oito sessões do plenário, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pretende votar o “segundo turno” da reforma da Previdência. As atuais ações da Câmara sinalizam riscos aos direitos e devem criar duras regras para a concessão do benefício.

Em resposta a essas incestastes manobras do governo, o dia 13 de agosto será marcado por mobilizações, greves e paralisações contra a Reforma da Previdência, os cortes no setor da educação e aos ataques à democracia.

Segundo Vagner Freitas, presidente da CUT, as mobilizações deverão ser ainda maiores que as promovidas nos dias 15 e 30 de maio. O motivo é que os trabalhadores estão mais atentos ao risco de perder direitos após a primeira votação da proposta na Câmara dos Deputados.

“Nós alertamos o trabalhador sobre o que representa a reforma da Previdência e os cortes na educação. Ele está mais informado do que significa essa proposta do governo, aprovada por maioria na Câmara”, afirma Freitas.

O fato se soma as atuais medidas promovidas pelo governo que prejudicam a educação pública e submete a autonomia financeira de universidades e institutos federais ao setor privado.

Contrários ao programa recém lançado pelo MEC, o Future-se, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) se unirá, mais uma vez, as mobilizações para defender a qualidade da educação pública. A orientação é que professores de todas universidades parem suas atividades em apoio as mobilizações.

A orientação da CUT é que seus sindicatos filiados realizem paralisações, e caso não tenham condições de parar, que promovam manifestações de acordo com suas capacidades. É necessário que se faça pressão ao segundo turno de votações da Previdência.

O SINTPq apoiará o ato participando da manifestação que acontecerá em Campinas, no Largo do Rosário, às 9h. O ato será promovido pela Apeoesp e se estenderá até as 17h, com diversas atividades.

O sindicato convida a todos a participar da mobilização em seus municípios e somar força aos trabalhadores e educadores do país.

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