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Amazul: Confira as novidades das negociações coletivas

Dissídio Coletivo 2018

Depois de uma longa batalha movida por SINTPq e trabalhadores da Amazul, iniciada com uma proposta de 0% de reajuste, passando por dias de greve e meses de disputa judicial, o Dissídio Coletivo 2018 está chegando ao fim. Os embargos de declaração a respeito do índice a ser praticado (2,05 ou 2,94%) serão analisados hoje pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). Assim que a decisão estiver disponível, os trabalhadores e trabalhadoras serão comunicados.

Dissídio Coletivo 2019

O SINTPq foi informado de que a empresa ainda não aplicou o reajuste de 2,5% e seus retroativos nos salários deste mês. A direção do sindicato espera que isso não seja um indicativo de que a Amazul pretende tentar um efeito suspensivo. Tal atitude seria totalmente incoerente, pois o reajuste definido pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho) foi proposto anteriormente pela própria empresa.

Não faria sentido a Amazul negar a aplicação de condições que ela mesma aceitou e propôs ao longo do processo. Dessa forma, SINTPq e trabalhadores esperam que os devidos valores sejam aplicados na próxima folha salarial.

É importante lembrar que a campanha salarial deste ano começou com a ridícula proposta de 0,8% de reajuste. Depois que sindicato e trabalhadores deliberaram greve, a empresa aumentou esse índice para 1,2%. Com a greve e todo o processo judicial conduzido pelo jurídico do SINTPq, chegou-se aos atuais 2,5%.

Sempre que alguém questionar a importância das campanhas salariais, da participação nas assembleias, da adesão às greves e da atuação do sindicato, lembre seu colega de que, sem toda essa luta e trabalho, restaria aos funcionários aceitar passivamente as imposições da Amazul e do Governo Federal.

Campanha salarial 2020

Após cancelar a reunião negocial agendada para 31 de outubro, a Amazul informou que se reuniu com o SEST e solicitou a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Com a realização dessa conversa, a direção da empresa aguarda o retorno do órgão para a apresentação de sua contraproposta.

Em relação às negociações, o SINTPq cobrou a realização de nova reunião na primeira quinzena de novembro e segue exigindo celeridade no processo, pois o vencimento do atual ACT está cada vez mais próximo.

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