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PASME: Tratativas sobre o benefício completam 13 dias sem resposta da Amazul

Em 11 de junho, a Amazul encaminhou ao SINTPq suas considerações sobre a necessidade da mudança do modelo de assistência médica. No dia 16, o SINTPq já se colocava à disposição para discutir o assunto e solicitava informações sobre as alterações. Infelizmente, 13 dias após esse pedido, a direção da empresa permanece muda e não retornou os contatos do sindicato.

Tal postura não condiz com as preocupações expressas na carta enviada no dia 11. O tempo está correndo e, se o fim do PAMSE é certo como diz a empresa, o benefício não pode ser substituído por qualquer modelo que não seja discutido com o sindicato e aprovado pelos trabalhadores.

O SINTPq e os funcionários não abrirão mão da cláusula do Acordo Coletivo que garante um plano de saúde como o PAMSE. Essa cláusula representa um compromisso assumido pela empresa que não poderá ser quebrado.

Quanto maior a demora para a abertura de diálogo, menor será o tempo para as negociações e menores serão as possibilidades de alcançar um plano médico condizente com as necessidades dos trabalhadores. Por isso, o sindicato seguirá reiterando suas cobranças, de forma pública e também diretamente à empresa, sempre deixando claro para a Amazul e para todos os trabalhadores e trabalhadoras que:

  • • Não abriremos mão de discutir e definir regras a respeito dos reajustes de quem optar pelo reembolso no novo modelo de assistência médica
  • • Não abriremos mão de ter um plano que substitua o PAMSE com qualidade similar
  • • Não abriremos mão de discutir qual a melhor referência para o valor do reembolso, se por faixa etária ou por faixa salarial
  • • Não abriremos mão de discutir outros itens importantes e eventuais sugestões dos trabalhadores e das trabalhadoras

Colabore enviando sugestões sobre o tema e sobre as necessidades existentes no benefício. Dessa forma, será possível conquistar uma assistência médica melhor para todos ou um reembolso que justifique a desistência do PAMSE.

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