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Venturus: Trabalhadores mantêm compensação do dia 19/11

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Em assembleia nesta segunda-feira (18), os profissionais do Venturus discutiram a compensação e o trabalho no dia 19 de novembro, véspera de feriado. Recentemente, a empresa manifestou interesse em manter as atividades nessa data, mesmo com a questão já definida no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Por votação quase unânime, os presentes recusaram a proposta do Venturus, que, em troca do dia 19, garantia 16 horas de liberação. Metade desse tempo seria utilizado nos jogos do Brasil na Copa do Mundo. As 8 horas restantes seriam divididas entre os dias 1º e 26 de julho, reduzindo a compensação diária em 4 minutos.

Após a recusa, não houve consenso sobre uma contraproposta a ser levada à empresa. Portanto, a decisão dos trabalhadores é pelo cumprimento do ACT, mantendo a compensação do dia 19 de novembro.

Acordo Coletivo garantiu a vontade dos trabalhadores

Infelizmente, muitas pessoas ainda desconhecem a importância dos acordos e negociações coletivas, conduzidas todos os anos pelo SINTPq. O alto índice de recusas à contribuição sindical é uma prova dessa realidade no Venturus.

O ACT é uma garantia aos direitos e vontades dos trabalhadores, que são discutidas e acordadas durante a campanha salarial. Sem ele, a empresa poderia alterar benefícios e dias pontes ao seu bel prazer, pois não são questões regidas pela CLT.

Este momento deve servir como ponto de reflexão sobre a importância da atividade sindical. Somente o fortalecimento da representatividade, por meio da sindicalização, poderá manter esse trabalho nas próximas campanhas salariais.

A direção do Venturus já sinalizou que os dias pontes serão rediscutidos na próxima negociação. Neste momento adverso, cabe aos trabalhadores e trabalhadoras decidirem o quão forte querem que sua entidade representativa seja.

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Campanha Salarial IPT: Sindicato busca soluções junto ao governo estadual

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O SINTPq, preocupado com o prazo de 4 de julho para assinatura de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), imposto pela legislação eleitoral, cobrou a diretoria do IPT sobre a resposta à deliberação da última assembleia, realizada em 08/06 e que deu prazo de dez dias para que fossem atendidas as reivindicações para as cláusulas do plano de saúde e do auxílio creche.

No dia 13, Altamiro, diretor financeiro do IPT, reportou ao sindicato que desde a deliberação dos trabalhadores buscou agendar uma reunião com o Secretário de Planejamento e Presidente da Comissão de Política Salarial, Sr. Maurício Juvenal. Esse encontro ocorreu no final da tarde do dia 12, no qual foi tratado o pleito de alteração das participações na assistência médica, sendo 85% do IPT e 15% dos funcionários. Representantes dos órgãos de controle também estavam presentes nessa conversa e solicitaram informações adicionais ao IPT, que foram enviadas para análise.

O presidente do SINTPq, Régis Carvalho, ligou para o gabinete do Sr. Maurício Juvenal no dia 13, na tentativa de viabilizar uma agenda com o Secretário. Ontem (14), o sindicato esteve no Palácio do Governo tentando novamente uma reunião com o Sr. Juvenal e, apesar de não ter conseguido falar com ele, teve uma longa conversa com sua secretária, que, muito solícita, anotou tudo o que foi dito e se prontificou a falar com o Secretário no mesmo dia.

Durante a conversa com a assistente, o SINTPq ponderou que esta demanda já foi tratada no ano passado, quando mais de 250 trabalhadores estiveram na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e foram recebidos pelo Sr. Juvenal no auditório. Na ocasião, ele mostrou-se sensível ao pleito, ficando de encaminhar uma alternativa de solução.

O sindicato e os trabalhadores esperam que a via negocial seja privilegiada para que, dessa forma, o impasse não leve a categoria a buscar manifestações e ação de Dissídio Coletivo de Greve.

Os IPTeanos e IPTeanas exigem uma resposta. Com a palavra, o Governo do Estado de São Paulo, na figura do Sr. Maurício Juvenal.

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