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Representantes de funcionários da Fundação Florestal enviam carta reivindicatória a Geraldo Alckmin

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O Conselho de Representantes de Funcionários da Fundação Florestal (CRF) elaborou e enviou nas últimas semanas uma carta aberta destinada ao governador Geraldo Alckmin. O documento reivindica medidas voltadas para a melhoria da instituição e de suas condições de funcionamento.

Entre os principais objetivos e exigências da carta estão o esclarecimento dos problemas existentes no modelo implantado na Fundação Florestal, a reinserção da Fundação nos debates técnicos da área e o reconhecimento da relevância do papel cumprido pelas Unidades de Conservação. 

A insatisfação com a atuação da gestão estadual na pauta ambiental também foi um dos fatores motivadores da carta. De acordo com o CRF, o governo Alckmin não oferece uma estrutura básica para que as Unidades de Conservação possam funcionar. “O CRF avalia esta atuação [do governo estadual] como extremamente frágil, pouco participativa e, por vezes, obscura”; avalia o Conselho.

A direção do CRF espera que o governador responda a suas reivindicações não apenas com palavras, mas com atitudes: “Esperamos que o governador esteja aberto para reconhecer que é preciso repensar e fortalecer as instituições públicas que compõe o governo, dentre elas, a Fundação Florestal. Mais do que o diálogo, acreditamos ser necessário e urgente que ações, programas e políticas que beneficiem, de fato, o meio ambiente sejam adotadas”; conclui.

Confira a carta na íntegra clicando aqui.

 

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Correção da tabela do IRPF reduz parte das perdas da classe trabalhadora

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A correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), em 6,5%, aprovada durante o mês passado no Senado, corrige parte da perda histórica de 61,42% acumulada na atual tabela, e beneficia principalmente os trabalhadores assalariados.

Esta é a avaliação do presidente da CUT, Vagner Freitas, para quem a não correção da tabela penaliza o trabalhador duas vezes. Isto porque, além de ser tributado no salário, que não é renda, ressalta o dirigente, os trabalhadores são penalizados pela tributação indireta no consumo.

Para Vagner, a correção da tabela é importante e essencial para melhorar o poder de compra dos/as trabalhadores/as, mas não basta diminuir o impacto do imposto de renda nos salários.

“O Brasil precisa fazer uma reforma tributária para acabar com a injustiça tributária no País. É preciso aumentar a progressividade da tabela, por meio de um número maior de faixas. Quem ganha mais, tem de pagar mais”, pontua Vagner.

“É preciso, ainda, que os lucros, ganhos de dividendo e herança sejam tributados, coisa que não acontece no Brasil”.

Fonte: CUT

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