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Cidadão pode verificar via internet se empregador está depositando contribuições ao INSS

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Os segurados da Previdência Social, que têm parte da contribuição ao INSS feita por um empregador, podem conferir se essas contribuições estão sendo feitas corretamente.

Basta consultar o Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis) no portal da Previdência Social por este link . É necessário informar o NIT/PIS/Pasep e a senha; que, por segurança, só pode ser retirada numa Agência da Previdência Social.

O atendimento para obtenção dessa senha deve ser agendado pelo página da Previdência Social na internet ou pela Central de Atendimento 135.

Os segurados correntistas do Banco do Brasil podem fazer a verificação nos caixas eletrônicos, pedindo um Extrato de Vínculos e Contribuições (opção 20 – outros extratos), e no portal bb.com.br. Já os clientes da Caixa Econômica Federal podem acessar o extrato por meio do internet banking e fazer a conferência.

Já o recolhimento do Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS) deve ser verificado na Caixa Econômica Federal.

Fonte: Ministério da Previdência Social

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Governo de São Paulo quer retirar direitos das servidoras gestantes

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode retirar direitos adquiridos de milhares de funcionárias públicas do estado. O governo não quer contar como tempo de trabalho o período de afastamento da mulher durante a licença-maternidade se ela estiver em período de experiência.

Uma lei estadual, aprovada em 2013, permite que o tempo da licença-maternidade seja computado no estágio probatório, que é a fase de três anos de experiência que o funcionário público cumpre antes de ser efetivado. A ação que o governo levou ao STF pede a inconstitucionalidade dessa lei, exigindo que a mulher que tiver filho nesse período cumpra mais seis meses de trabalho antes de obter a estabilidade.

"É melhor você quebrar um braço do que ter um filho. Essa é a lógica do governo do estado de São Paulo", critica a diretora do departamento de legislação do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo (Afuse) Lizete Marques, em entrevista à TVT.

A diretora do sindicato lembra ainda que a medida prejudica as servidoras grávidas ou que tenham tido filhos nas futuras promoções e progressões na carreira, na medida em que ela vai estar atrás de outros servidores. "É uma medida discriminatória e machista", completa.

Para a CUT, esse é apenas mais um ataque do governo do estado às mulheres. A entidade lembra que a ação de Alckmin está estimulando prefeituras a adotar o mesmo critério.

Se o STF entender que o governador tem razão, o sindicato dos funcionários da educação pretende entrar na Justiça para tentar reverter a decisão. E, para as mulheres que se sentirem prejudicadas, a CUT recomenda que procurem os sindicatos para lutar pelos direitos já garantidos. “Qualquer servidora estadual que se sentir prejudicada com essa medida procure o seu sindicato, ou pode procurar a CUT”, diz a diretora da Mulher Trabalhadora da central, Sonia Auxiliadora Vasconcelos Silva.

Fonte: CUT-SP

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