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Acontece (730)

Sindicato e IPE assinam Acordo Coletivo de Trabalho

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Nesta semana, SINTPq e Eldorado assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2018/19, aprovado na última assembleia. O documento já foi encaminhado para registro no Ministério do Trabalho e Emprego. Dessa forma, todas as cláusulas do documento estão em vigor, de forma retroativa a novembro.

Acesse o link e confira os detalhes do novo ACT.

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Campanha salarial da Bayer chega ao fim; confira os detalhes

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A campanha salarial da Bayer foi encerrada em assembleia na tarde de ontem, dia 10, na sede da empresa. O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) aprovado estabelece 4% de reajuste salarial, conforme o INPC do período. Além dos salários, o Vale Refeição também será corrigido, passando para R$ 28,00/dia.

O novo acordo também estabelece a continuidade das homologações com a assistência do sindicato e a ultratividade, item que garante a validade do ACT até que um novo seja assinado.

Em relação aos demais itens discutidos na campanha salarial, a empresa afirmou que apresentará em fevereiro um novo pacote de benefícios, oriundo das adequações que estão sendo feitas na relação Monsanto/Bayer.

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SINTPq e SIDI iniciam nova rodada de negociações

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Sindicato e SIDI realizaram nova reunião negocial nesta manhã. Durante o encontro, a empresa insistiu na implementação do Banco de Horas e ofereceu mais 0,2% de aumento real, totalizando 5,2% de reajuste para salários até R$ 9.000,00. Em reposta, o sindicato reiterou que a rejeição da última contraproposta foi unânime e, portanto, não faria sentido levar condições tão ruins para apreciação em assembleia.

O SINTPq também incluiu um tópico novo nas tratativas, apresentado pelos funcionários em assembleia: a incidência do bônus pago em março no 13º e nas férias. A direção do SIDI afirmou não ter conhecimento da questão e solicitou tempo para analisá-la.

Outra reunião negocial será agendada para dar prosseguimento nas discussões da campanha salarial e do bônus. Havendo novidades, os profissionais do SIDI serão informados.

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Cargill: Sindicato solicita retomada das negociações

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Seguindo a deliberação da assembleia de sexta-feira (7), que rejeitou por unanimidade a contraproposta da Cargill, o SINTPq solicitou nova reunião negocial junto à empresa.

Com a expressiva votação, os funcionários e funcionárias deixaram claro que estão dispostos a seguir lutando por melhores relações de trabalho. Para a próxima rodada negocial, a assembleia definiu como prioridade o reajuste para R$ 200,00 no Vale Alimentação.

O sindicato espera que a empresa agende uma nova conversa o mais rápido possível. Assim que a data for definida, os trabalhadores e trabalhadoras serão informados.

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IPT: Reunião no dia 12/12 discute revisão do Plano de Cargos e Salários

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12 de dezembro de 2018 - quarta-feira - auditório prédio 39 - das 11h30 às 12h30

Como já informado (CRE-Informe 1), A Diretoria do IPT constituiu uma comissão para a revisão do Plano de Cargos e Salários - PCS.

Segundo esclarecimentos da CGPe, em e.mail encaminhado ao CRE, tal revisão "é necessária devido a alguns pontos do PCS estarem em desacordo com as regras dos órgãos governamentais. Essa revisão permitirá submeter para a aprovação dos órgãos governamentais tanto a revisão do Plano de Cargos e Salários, como Alteração do Quadro de Pessoal e pleito de Concurso Público".

A comissão é constituída por: Altamiro Francisco da Silva - DFA; Ana Carolina Carneiro - CGPe; Fúlvio Vittorino - CETAC; Gisele Cristiane Moribe Uchida - CGPe; Hector David Rubilar de La Vega- CGPe; Luciana Omia Mishima - CGPe; Maria das Graças Nunes - DGP; Regiane de Campos Barros Dopaso - CGPe e Ricardo Magnani Andrade – Presidência.

O CRE, em reunião aberta, realizada em 09.11.2018, definiu sua representação na referida Comissão: Claudia dos Santos (titular) e João Augusto de Moura (suplente).

Já ocorreram 3 reuniões: em 29.10.2018, 12.11.2018 e 28.11.2018 e a 4a. reunião será em 07.12.2018.

Em 29.11.2018, o CRE reuniu-se para avaliar o andamento dos trabalhos, contando com a presença, como convidados, do SINTPq e da Assipt.

A finalidade deste encontro, em 12.12, é a de informar sobre o desdobramentos dos trabalhos da referida comissão.

Contamos com a sua presença.

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Evento no IPT debate marco regulatório das estatais no dia 05/12

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Na próxima quarta-feira, dia 5 de dezembro, o IPT realiza um debate sobra o marco regulatório das estatais. O evento acontece a partir das 8h15, no auditório do prédio 39.

A Lei federal 13.303/16, conhecida como Lei de Responsabilidade das Estatais, iniciou um processo intenso de mudanças na forma como as empresas estatais gerenciam seus processos de governança, riscos e conformidade.

Como forma de adotar a prevenção e o diálogo para fortalecimento da cultura ética, todos os empregados estão convidados a participar.

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Proposta do CPqD retira direitos e coloca empregos em risco

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Após a sétima reunião negocial com o sindicato, realizada na manhã de ontem, a direção do CPqD apresentou oficialmente sua contraproposta para a campanha salarial. Como a mesma contém uma série de alterações em cláusulas fundamentais do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), o SINTPq levou os termos para apreciação do seu departamento jurídico, que foi claro: a aprovação dessa contraproposta ameaçaria diretamente o emprego dos atuais funcionários.

Em um dos pontos mais polêmicos da proposta, o CPqD busca retirar um benefício histórico, a gratificação de 70% sobre as férias, para os contratados a partir de janeiro. O que garante que a empresa não substituirá os atuais funcionários, com direito ao benefício, por novos? Se a direção do CPqD trocar 50 trabalhadores com salário de R$ 5.000,00 por outros com o mesmo salário, mas com a gratificação padrão de 33%, economizará R$ 92.500,00 em um ano. Agora, imagine o mesmo cálculo com salários maiores ou então ainda mais desligamentos.

Durante as negociações, o SINTPq ficou atento a essa questão e propôs que os atuais funcionários tivessem alguma garantia de que não seriam desligados após a retirada da gratificação. Entretanto, o CPqD recusou qualquer garantia oficial para os empregos. Se a empresa não planeja realizar essa perversa substituição de mão de obra, por que não se compromete a preservar seus trabalhadores?

Outro ponto importante é o fato da empresa, ao recusar a isenção da coparticipação do plano médico para os sócios e demais pessoas que contribuírem com o sindicato, utilizar a isonomia como argumento. Entretanto, o CPqD não se importa em criar uma significativa diferenciação de benefícios entre os atuais funcionários e os contratados a partir de janeiro. Como se não bastasse, a empresa quer a anuência do sindicato e dos trabalhadores para que sejam seus cúmplices nessa diferenciação e retrocesso, aprovando em assembleia a retirada de direitos dos futuros colegas.

Coparticipação

Conforme aprovado na assembleia de formação de pauta, o SINTPq buscou garantir que seus sócios e demais contribuintes fossem isentos da coparticipação. A empresa recusou a diferenciação e perguntou ao sindicato se uma alternativa para todos os trabalhadores poderia ser discutida. Em sua resposta, a direção do SINTPq concordou com o fato de todos serem beneficiados, diferentemente do que a empresa divulgou em seu comunicado. A reunião realizada ontem foi antecipada, a pedido da empresa, justamente para debater uma possível solução. Todavia, apesar de sinalizar o interesse em uma resolução, a direção do CPqD manteve sua posição de forma inflexível.

Como já anunciado pelo sindicato, a implementação dessa mudança a partir de maio resultará em redução salarial para os trabalhadores que utilizam o plano médico. De nada servirá o reajuste de 4,56% se os funcionários precisarem arcar com mais esse custo.

Desde da entrada do seu atual presidente, o CPqD só trouxe prejuízo aos funcionários. Entre 2015 e 2018, a empresa reduziu sua dívida de R$ 70 milhões para R$ 40 milhões. Analisando a campanha salarial deste ano e a de 2016, fica claro que essa redução foi jogada nas costas dos trabalhadores e trabalhadoras, que sofreram com demissões e reajustes abaixo da inflação. Os profissionais do CPqD não podem continuar pagando essa conta.

Assembleia no dia 03/12: Vamos juntos dizer não aos retrocessos!

A assembleia para avaliação da contraproposta do CPqD está agendada para segunda-feira, às 8h, no auditório do Centro. Converse com seus colegas e venha dar sua resposta a essa tentativa de retrocesso!

Confira o vídeo sobre a contraproposta divulgado ontem pelo SINTPq e compartilhe com seus colegas.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Pelo presente edital, o SINTPq - Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região, convoca todos os trabalhadores da Fundação CPqD para que compareçam na Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no próximo dia 03 de dezembro de 2018, no auditório da empresa - Rua Dr. Ricardo Benetton Martins S/N - Polo II de Alta Tecnologia Campinas – /SP – às 08h00 em primeira convocação e não havendo quórum às 08h30 em segunda convocação com qualquer número de pessoas presentes para deliberar sobre a seguinte pauta: 1) Deliberação da contraproposta da empresa para assinatura do acordo coletivo 2018/2019; 2) Campanha de sindicalização; 4) Outros assuntos.

José Paulo Porsani
Presidente - SINTPq 

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SINTPq, CRE e ASSIPT realizam roda de conversa sobre conjuntura estadual. Participe!

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O SINTPq, em conjunto com o CRE e ASSIPT, convida todas as trabalhadoras e trabalhadores do IPT e FIPT para uma roda de conversa

Caros e caras colegas,

O CRE, em reunião informal ocorrida no dia 5 de novembro, considerou extremamente pertinente que façamos uma roda de conversa para troca de ideias sobre a atual conjuntura de mudanças políticas no âmbito do Governo do Estado de São Paulo e as perspectivas futuras para o IPT.

Para contribuir nessa reflexão, convidamos as demais entidades representativas dos profissionais do IPT - Assipt e SINTPq, que já se dispuseram a estar conosco nesse debate.

Sua presença e contribuição são fundamentais para convergirmos em nossas estratégias de intervenção junto ao Executivo e Legislativo estaduais.

Teremos duas rodadas de conversa: dia 9 de novembro (sexta-feira), das 11h às 12h e das 12h às 13h (para não comprometer o almoço dos colegas), no auditório do prédio 39.

Por favor, divulgue e compartilhe nossa solicitação entre os colegas de seu Centro Técnico e/ou Administrativo.

Atenciosamente,

Membros do CRE (Ros Mari, Claudia, Felipe, João e Vera)

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Mudança para o Ministério da Ciência e Tecnologia pode comprometer ensino superior

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A proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de transferir a administração do ensino superior, do Ministério da Educação (MEC) para o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC), tem suscitado críticas por parte de especialistas no setor.

O professor José Geraldo de Sousa Júnior, ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), aponta que a medida tem precedentes em outros países, mas nunca foi experimentada no Brasil. A ideia já foi proposta durante o governo Itamar Franco (1992-1994) e cogitada posteriormente em diferentes momentos – como em 2009, por meio de um projeto de lei de autoria do então senador Cristovam Buarque (PPS-DF).

O parlamentar defendia uma maior concentração do MEC na educação básica. A transferência do ensino superior para o MCTIC era uma tentativa de viabilizar essa mudança de prioridades, mas a proposta não avançou.

O ex-reitor chama a atenção para a possibilidade de estrangulamento dos pilares que sustentam a atuação das instituições de ensino superior.

“Você desloca a universidade para a área de tecnologia, que é pesquisa e inovação, mas a universidade é também ensino e extensão, duas dimensões que não fazem parte da plataforma – também histórica – de articulação do Ministério da Ciência e Tecnologia”, pontua.

Ciências Humanas

O filósofo e educador Gaudêncio Frigoto, professor aposentado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), chama a atenção para o risco de comprometimento da área de Ciências Humanas.

A submissão do ensino superior ao MCTIC, além de submeter o meio universitário à lógica do mercado, poderia fazer o segmento caminhar para um sufocamento dos cursos de Humanas, considerados menos atraentes aos investimentos em pesquisa.

“É uma visão pragmática, mercadológica da ciência. É uma tendência de entender o ser humano como um mero instrumento do mundo do mercado. Evidentemente que as ciências humanas, que ajudam a pensar, analisar, são um espinho no calcanhar”, aponta o educador.

Em entrevista concedida na última quinta-feira (1º), Jair Bolsonaro disse à imprensa que a ideia de mudança de competência sobre o ensino superior serviria para “dar um gás” na área. Ele não deu mais informações sobre a proposta.

Apontado como futuro ministro da Ciência e Tecnologia, o astronauta e tenente-coronel da reserva Marcos Pontes afirmou nessa segunda-feira (5) que aguarda uma definição do presidente eleito sobre a ideia da transferência.

Para o ex-reitor da UnB, a medida carece de um debate amplo entre os diferentes segmentos que podem ser afetados em caso de mudança: “Ela deveria ser mais discutida e, aparentemente, está sendo formulada num contexto de urgência meramente funcional, para compor a governança, mas não pra discutir aquilo que isso possa vir a representar”.

Jair Bolsonaro assume a Presidência da República no dia 1º de janeiro de 2019.

por Cristiane Sampaio | Portal Brasil de Fato

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Festa 2018: Confira os locais e horários de saída dos ônibus

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Neste ano, o SINTPq irá oferecer transporte para todos os associados e associadas que participarão da Confraternização 2018. O evento acontece no dia 24 de novembro, das 10h às 17h, no Hotel Estância Atibainha, localizado na cidade de Nazaré Paulista. Acompanhe abaixo os locais e horários:

Campinas
Largo do Pará (Centro): Embarque às 8h
CNPEM e CPqD: Embarque às 8h
*Tolerância de 15 minutos

São Paulo
IPT: Embarque às 8h
*Tolerância de 15 minutos

A festa é dedicada aos sócios e sócias do SINTPq e há anos promove um dia de lazer e integração para suas famílias. 

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Núcleo do TRT que dispensa processo 'estreia' com acordo em São Paulo

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A primeira experiência do núcleo criado pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) para resolver conflitos sem abertura de processo ocorreu na quarta-feira (31) com perspectiva de acordo, que deverá ser assinado na semana que vem. A audiência demorou três horas e ainda exigirá ajustes entre as partes, mas inaugurou um novo tipo de serviço do Judiciário, com a possibilidade de um acordo antes da abertura de processo coletivo.

A reunião envolveu a Driveway, tradicional fabricante de autopeças, criada em 1952, e o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A empresa, que ficano Jardim Santa Emília, região do Sacomã, zona sul, pretende dispensar 25% de sua mão de obra, ou aproximadamente 45 trabalhadores. Durante toda a tarde, das 15h às 18h, representantes da indústria e do sindicato discutiram alternativas, com mediação do vice-presidente judicial do TRT, Rafael Edson Pugliese Ribeiro.

A discussão girou em torno de a abertura de um programa de demissões voluntárias e pagamento de indenizações adicionais para os trabalhadores que saírem. Inicialmente, a empresa pretendia pagar as rescisões em 18 parcelas, alegando falta de capacidade financeira e perda de receita, sofrendo com as importações no setor – entre os produtos fabricados, estão pivôs de suspensão, barras e terminas de direção.

Foram feitos dois intervalos, durante os quais os sócios eram consultados. Em pelo menos uma ocasião, Pugliese pediu "tolerância recíproca". Ele também cobrou planejamento prévio da empresa para apresentar na audiência. No final, o acordo caminhou para o voluntariado com alguns critérios, que deverão ser definidos para a assinatura.

Segundo o vice do TRT, é um serviço novo prestado pelo Judiciário em São Paulo, sem custas e "sem os compromissos formais do processo". "É um tribunal, fora de um ambiente de processo", definiu. E observou que se tratava de um caso delicado. "As consequências de uma dispensa em massa são sérias", disse o desembargador, citando, além da demissão em si e dos efeitos no trabalhador em sua família, de aspectos econômicos, como gasto com seguro-desemprego e redução da contribuição previdenciária.

Já foi marcada audiência envolvendo outra empresa, e o TRT recebeu um terceiro pedido.

por Vitor Nuzzi, da RBA

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Químicos do estado de São Paulo assinam acordo e preservam direitos

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As federações dos trabalhadores no setor químicos da CUT (Fetquim) e da Força Sindical (Fequimfar) no estado de São Paulo assinaram na terça-feira (23) a nova convenção coletiva da categoria, com validade de dois anos e garantia de reajuste pela inflação, além de manutenção das cláusulas sociais. O acordo, que abrange aproximadamente 300 mil empregados, prevê também pagamento de participação nos lucros ou resultados (PLR).

"A unidade garantiu o reajuste de 100% do INPC para salários e pisos", afirmou o presidente da Fequimfar, Sérgio Luiz Leite, o Serginho, anfitrião do ato de assinatura, após aprovação em assembleias. "Conseguimos ir contra a reforma trabalhista e preservar importantes direitos. Estamos resistindo aos malefícios dessa reforma e fortalecendo as negociação coletivas", acrescentou.

Segundo o coordenador político da Fetquim, Airton Cano, nem todos os sindicatos filiados à entidade puderam comparecer à reunião, mas assinarão a convenção coletiva nos próximos dias.

A convenção prevê reajuste com base no INPC acumulado em 12 meses, até outubro, véspera da data-base (1º de novembro). O índice será divulgado pelo IBGE no próximo dia 7. A PLR será de R$ 1.000 nas empresas com até 49 funcionários e de R$ 1.110 naquelas com 50 ou mais empregados.

Os trabalhadores do setor têm direito a 24 meses de auxílio-creche, após o período de licença-maternidade. As pessoas devem manter local adequado para esse fim ou conceder reembolso. A convenção prevê pagamento de adicional de 70% sobre as horas extras de segunda a sábado (a lei fala em 50%) e 110% nos sábados compensados, descanso semanal remunerado (DSR) ou feriados (100%).

Metalúrgicos

Representantes da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT (FEM-CUT) em São Paulo assinaram ontem (22) convenções coletivas com vários grupos patronais. Segundo os sindicalistas, os acordos garantem renovação das cláusulas sociais e reajuste salarial de 5%, o que inclui aumento real (acima da inflação) de 1,31% para 42 mil trabalhadores.

Segundo o sindicato do ABC, aproximadamente 11 mil empregados, de outros setores, ainda estão sem acordo, e as negociações continuam.

por Redação Rede Brasil Atual

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