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Orçamento de ciência e tecnologia pode encolher ainda mais em 2018

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O orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) pode sofrer ainda mais cortes em 2018.  A proposta inicial de teto orçamentário para o órgão prevê uma redução de 40% em relação aos recursos disponibilizados neste ano, que já representavam o menor orçamento dos últimos 12 anos.

As informações são do secretário-executivo do MCTIC, Elton Zacarias, e foram publicadas na sexta-feira, dia 11, pelo jornalista Herton Escobar, em seu blog na página do jornal Estadão. Confira a reportagem na íntegra.

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Tecnologias e negócios baseados em serviços são tema de palestra no SINTPq

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Por que acumular uma coleção de DVDs na estante de casa se, na maioria das vezes, não os assistimos novamente? Esse questionamento contribuiu com a origem de serviços como Netflix e foi um dos temas abordados no evento Café SINTPq: Tudo como Serviço, realizado na noite de ontem, dia 11. O debate ocorreu no auditório do Sindicato, em Campinas, e contou com a presença de profissionais da ciência e tecnologia, comunicação, educação e direito, além de trabalhadores de outras áreas que se interessaram pelo tema.

A atividade teve início às 18h30 com um “comes e bebes” oferecido aos presentes. Em seguida, às 19h, foi aberta a palestra de Virgínia Duarte, MBA em gestão empresarial, mestre em Sociologia e com créditos de doutorado em Políticas Científicas e Tecnológicas, além de ex-gerente da Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro).

Os conceitos de Tudo como Serviço e Economia Colaborativa foram os principais assuntos em pauta. Segundo a palestrante, a substituição do consumo via aquisição de bens pela contratação de serviços é uma tendência nos negócios. Serviços de TI baseados na nuvem, softwares as a service, Uber, Netflix e Spotify foram alguns dos exemplos abordados.

Exemplos de Economia Colaborativa também estiveram presentes nas análises de Virgínia Duarte, como hortas comunitárias nas grandes cidades e sistemas de compartilhamento de bicicletas e energias renováveis, já praticados em metrópoles ao redor do mundo.  

“Uma empresa de placas fotovoltaicas teve uma ideia fantástica. Ela monta suas placas no telhado de grandes empresas e instituições e diz aos clientes: ‘Você não vai me pagar pelas placas. Você apenas comprará minha energia e eu garanto que ela será mais barata que a energia elétrica que você paga atualmente’. O grande problema da energia fotovoltaica é quem irá pagar pelos painéis. Se você resolve esse problema, temos um grande modelo de negócio. ”

O evento foi uma parceria entre SINTPq, portal TIC em Foco e rede Socializando Saberes, que realizou a transmissão ao vivo pela internet. Confira no vídeo um dos principais momentos da palestra.

Essa foi a quinta edição do Café SINTPq realizada neste ano. Os encontros estão atraindo cada vez mais público e as avaliações recebidas até o momento foram muito positivas. Nos eventos anteriores, foram abordados os temas Internet das Coisas, Big Data, Redes Sociais e Tecnologia Mobile.

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Lei Maria da Penha completa 11 anos de avanços e desafios na luta contra o feminicídio

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A Lei Maria da Penha completou 11 anos de existência na última segunda-feira, dia 7. Para celebrar essa data, campanhas e ações de conscientização estão sendo promovidas em todo país por movimentos organizados e pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), que integra o Ministério da Justiça e Cidadania.

Entre as iniciativas desenvolvidas, está o “Relógio da Violência”, criado pela SPM e que atualiza minuto a minuto as ocorrências de violência contra a mulher registradas no país. De acordo com dados da Secretaria, em 2016, foram realizados mais de 1,1 milhão de atendimentos pela Central de Atendimento à Mulher. A Central funciona 24 horas e pode ser acionada pelo telefone 180.

Apesar dos avanços promovidos pela Lei nº 11.340, que leva o nome da prestigiada ativista cearense Maria da Penha (foto), o Brasil ainda apresenta estatísticas alarmantes em relação à violência contra a mulher. Segundo o Mapa da Violência 2015, o país registra 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres. Em 2013, foram 4.762 homicídios, média de 13 por dia, sendo 53% cometidos por familiares e 33,2% pelo parceiro ou ex.

A diretora de Políticas Públicas do SINTPq, Filó Santos, milita na luta contra o feminicídio e acompanhou de perto os resultados da Lei nº 11.340 durante a última década. “A Lei Maria da Penha é uma poderosa ferramenta de libertação e proteção da mulher em situação de violência doméstica e de punição do agressor.  Município, estado e união devem cumprir com suas atribuições dentro da lei, como garantir que exista delegacia de mulher, por exemplo", comenta.

"Há o que comemorar nesses 11 anos da lei, pelas mulheres salvas, mas há tristeza pelas mulheres não salvas recentemente, vítimas do feminicídio no Brasil. Uma lei tão poderosa tem que chegar a todas as mulheres, por meio da intensa divulgação da lei e dos canais de acesso à denuncia”, conclui a diretora.

Uma bandeira do SINTPq
Nos últimos anos, a direção do SINTPq tem buscado estabelecer um canal de diálogo com as trabalhadoras das empresas da base, visando receber denúncias sobre eventuais assédios no ambiente de trabalho.

Em março deste ano, o Sindicato realizou uma pesquisa com trabalhadoras da base para ouvir suas opiniões a respeito dos desafios que enfrentam diariamente no ambiente profissional enquanto mulheres. O questionário obteve respostas de funcionárias de 10 empresas diferentes, além de outras participantes que preferiram não revelar onde trabalham. Ao todo, 70% das respostas apresentaram críticas ao tratamento recebido pelos colegas de trabalho e à forma desigual como as empresas promovem e remuneram homens e mulheres.

Visando dar continuidade neste trabalho e com base nos relatos recebidos, o SINTPq propôs a inclusão de uma cláusula garantindo no acordo o tratamento igualitário a homens e mulheres nas questões referentes à remuneração e oportunidades de promoção. O item foi aprovado e adicionado em todas as pautas de reivindicação.

A direção do SINTPq tem consciência que cláusulas e acordos coletivos não serão suficientes para superar a cultura discriminatória existente nos espaços profissionais. Entretanto, considera fundamental abordar a questão e exigir que as empresas se comprometam por escrito a combater essa realidade.

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Trabalhadores com data-base em agosto precisam de 2,71% de reajuste para repor inflação

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, dia 9, os resultados da inflação de julho. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,24% em relação ao mês de junho. O fator de maior impacto foi o aumento nas tarifas de energia elétrica.

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice foi de 2,71%. Dessa forma, os trabalhadores e trabalhadores com data-base em agosto precisam ter, no mínimo, esse percentual de reajuste para recompor as perdas inflacionárias.  

Ao todo, são 14 empresas e instituições de pesquisa pertencentes à base de representação do SINTPq com data-base nesse período. 

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“Tinderização” populariza sistema de match em diferentes mercados

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Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a “uberização dos negócios”, que exemplifica o conceito de economia compartilhada e todas as novas startups que têm revolucionado diversos setores. O Uber, que originou o termo, é um deles: revolucionou o mercado de transportes compartilhados e hoje é a principal empresa deste setor no mundo. Assim como o Airbnb, que trouxe um novo modelo de aluguel de quartos, casas e apartamentos, e a Netflix, que apresentou uma nova forma de entretenimento por meio de streaming de vídeo.

O Tinder faz parte desta lista e, seguindo a linha de aplicativos inovadores que caíram no gosto popular, outro termo semelhante já começa a ser utilizado no mundo dos negócios com base no app de relacionamento: Tinderização.

O conceito é baseado no sucesso do Tinder, aplicativo criado há cinco anos, que busca encontrar o par ideal com base nas preferências dos usuários. Só no Brasil são 8 milhões de “matches” (quando um usuário aprova outro com gostos em comum) – o país é o terceiro no mundo em número de usuários, atrás apenas dos EUA e Reino Unido.

“Revolucionamos o mercado em vários fatores e hoje tem Tinder para tudo”, comenta Andrea Iorio, líder do Tinder na América Latina, durante participação no ConnectaImobi, evento promovido pelo VivaReal.

A grande inovação do aplicativo foi o sistema de match, que faz uma pré-seleção das preferências dos usuários para promover encontros com ideias em comum. Se o conceito é usado para encontrar o par ideal, por que não utilizar para encontrar um imóvel, um carro ou até mesmo um livro?

“Isso não acontecia nos sites mais tradicionais de relacionamento. Você podia mandar mensagem, mas não necessariamente a pessoa tinha afinidade e queria receber sua mensagem”, pontua Iorio.

Diversas empresas estão pegando carona no sucesso do modelo do Tinder para se posicionarem de forma inovadora em seus mercados. Mais do que uma estratégia de marketing – usando o exemplo de um app de sucesso -, a aposta é no modelo para facilitar a navegação dos usuários.

Um exemplo é a IT Mídia, que apresenta o “Tinder do Conhecimento”. O conceito será utilizado durante o IT Forum Expo 2017, evento que reúne as principais lideranças do setor de TI, em novembro, no Transamérica, em São Paulo (SP), quando os participantes poderão utilizar o aplicativo do evento para escolher os temas de sua preferência. Os itens podem ser exportados direto do LinkedIn ou ser customizados na própria ferramenta.

Com base nos temas de interesse dos usuários, o app, desenvolvido pela mobLee, usará técnicas de inteligência artificial para fazer os “matches” e promover encontros para participantes trocarem conhecimentos. No evento, haverá o Connect Square, área de conexão estruturada onde os visitantes se conectam após o agendamento via app.

Confira outros exemplos.

Tinder dos carros
O App do Automóvel utiliza o recurso mais famoso do aplicativo de relacionamento Tinder para sua ferramenta de negociação para troca, compra e venda de automóveis. O funcionamento é simples: dependendo do interesse do usuário, como: localização, categoria e cor, o aplicativo sugere perfis de automóveis que combinem entre si. Com um clique, é possível demonstrar interesse. Se o dono do carro em questão retribuir a curtida, é um match, e a negociação é iniciada.

Tinder da decoração
No mundo da decoração, Mariana Albuquerque e Guilherme Ommundsen utilizaram o conceito para fundar o Decoradornet, plataforma de atendimento on-line de projetos de decoração no Brasil. Com o sistema de match, a ferramenta permite que clientes escolham oportunidades a partir do estilo de decoradores. A ferramenta liga as afinidades dos gostos de ambos os lados.

Tinder dos imóveis
O App dos Imóvies se apresentou desde seu lançamento como o “Tinder dos Imóveis”. A ferramenta permite a opção de “gostei” e, quando o usuário que anunciou o imóvel retribui o elogio, será detectado o match e ambos serão avisados para iniciarem a negociação. O app elimina a necessidade de um corretor para intermediar a negociação.

Tinder dos livros
O recurso chegou também para a literatura. O app Book4You usa o modelo Tinder para encontrar leitores e autores interessados no mesmo tema. O foco é consumir o tema que o usuário se identifique.

Tinder dos Nerds
O Nerd Spell se apresenta como um aplicativo para conhecer pessoas nerd pelo mundo. “Nós nerds sabemos que um dos problemas em vida é encontrar pessoas com o mesmo interesse que os nossos especialmente se você quer marcar um encontro. Essa é a razão da existência do Nerd Spell. Nós criamos uma aplicação estilo jogo medieval que pode ajudar você a sanar esse problema de uma forma divertida”, define a página do app.

Outras inovações do Tinder
Iorio comenta que as inovações do Tinder vão além do recurso de match. Uma delas é a maneira de navegação, que exige uma escolha a cada passo. Ou seja, o usuário precisa interagir com a plataforma em todos os momentos ou não será enviado para as próximas telas. “Você não pode pular (um perfil) e não tomar a decisão para avançar”, explica. Trata-se de um gamification, que, segundo Iorio, deixa o app mais interessante e viciante.

“Essas pequenas inovações de produto fizeram com que o Tinder pudesse virar, assim como Aribnb e Uber, uma arquitetura de app aplicável a qualquer outro segmento”, finaliza.

GUILHERME BORINI
IT Forum 365

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Apartamentos na praia estão disponíveis para agosto e setembro; confira as datas e faça sua reserva

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O SINTPq está com vagas disponíveis para os meses de agosto e setembro em seus apartamentos na praia. São dois imóveis ainda disponíveis, sendo o primeiro localizado na praia de Toninhas e outro na Praia Grande, ambos em Ubatuba-SP.

Se você é associado ao Sindicato, não deixe de aproveitar seu benefício e essa oportunidade.

As datas disponíveis e as regras e valores para utilização dos apartamentos estão disponibilizados no nosso site. Você pode conferir todas as informações clicando aqui.

Após verificar os dias disponíveis, basta enviar uma solicitação informando o apartamento e as datas desejadas para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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CNPq atinge teto orçamentário e pagamento de bolsas pode ser suspenso

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Com recursos financeiros esgotados, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) não terá condições de manter o pagamento de suas bolsas a partir de setembro. A única alternativa para a manutenção das atuais 90 mil bolsas passa pelo descontingenciamento de verbas por parte do Governo Federal.

A situação de calamidade foi denunciada nesta quarta-feira, dia 2, pelo jornalista Herton Escobar, em seu blog na página do jornal Estadão. Confira a reportagem na íntegra.

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Prestes a ser extinta, Lei de Informática garantiu R$ 236 milhões a empresas da base do SINTPq

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Criada com o intuito de garantir incentivos fiscais a empresas que investem em desenvolvimento tecnológico, a Lei nº 8.248/91 foi condenada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), em novembro do ano passado, após denúncias de concorrência desleal. A questão ainda está sendo discutida na OMC, mas as autoridades brasileiras dão como certa a condenação definitiva, que deve sair ainda neste ano.

As 514 empresas habilitadas na Lei de Informática utilizam os recursos garantidos pela isenção fiscal no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) investindo em novos projetos e, para isso, contratam os serviços de instituições públicas e privadas de pesquisa.

Na base de representação do SINTPq, sete centros e institutos de pesquisa recebem recursos oriundos das empresas habilitadas. Ao todo, essas instituições foram beneficiadas com R$ 236,15 milhões em repasses durante 2014, ano base do último Relatório de Resultados da Lei de Informática publicado pela Secretaria de Política de Informática (Sepin), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Confira abaixo os valores.

Valores repassados pelas empresas habilitadas para centros ou instituições de pesquisa pertencentes a base do SINTPq

ELDORADO - Instituto de Pesquisas Eldorado

R$ 133,80 mi

SIDI - Samsung Instituto de Desenvolvimento para a Informática

R$ 39,09 mi

Venturus Centro de Inovação Tecnológica

R$ 36,05 mi

CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações

R$ 12,81 mi

FITec - Fundação para Inovações Tecnológicas

R$ 9,98 mi

FACTI - Fundação de Apoio à Capacitação em TI

R$ 2,81 mi

VON BRAUN - Centro de Pesquisas Avançadas Wernher Von Braun

R$ 1,62 mi

Os centros de pesquisa citados empregam 2.366 pessoas e podem ser afetados com o fim da Lei de Informática. Mais detalhes sobre os resultados da Lei nº 8.248/91 estão disponíveis do relatório de 2014 divulgado pela Sepin (acesse o documento) e no portal da Secretaria.

Denuncia na OMC
A condenação da Organização Mundial do Comércio foi resultado de denúncias apresentadas pelo Japão e pela União Europeia. Nelas, a Lei de Informática e outros seis programas brasileiros de benefícios fiscais são acusados de violar regras do comércio internacional, caracterizando concorrência desleal. Caso o Brasil descumpra a deliberação final da OMC e mantenha os programas de incentivo, sofrerá retaliações no comércio exterior.

As leis denunciadas garantem incentivos fiscais a diferentes setores da economia nacional, como o automotivo, eletroeletrônico, siderúrgico, biocombustíveis e papel e celulose. Com a eminente reprovação da OMC, o governo já está avaliando alternativas por meio de discussões na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

Controle
Hoje, a manutenção da Lei de Informática é fundamental para o setor tecnológico, uma vez que sua extinção causaria o fim de investimentos e perda de postos de trabalho. Entretanto, a fiscalização de incentivos fiscais deste tipo é tão importante quanto sua manutenção.

“A falta de adequado controle por parte do governo federal tem permitido que empresas se beneficiem dos incentivos sem, de fato, promoverem investimentos em inovação tecnológica”, comenta Régis Norberto Carvalho, presidente do SINTPq. “Devido a situações como essa, recursos públicos são perdidos e o setor permanece defasado em nosso país”, conclui.

Ricardo Andrade
Redação SINTPq

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TCU abre nova investigação contra a Telebras

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A Ministra Ana Arraes – este ano relatora do segmento de telecomunicações – aceitou apurar a representação contra a Telebras, movida pelo Consórcio Seteh Engenharia e B2IT Serviços de Multimídia – no contrato para a operação e manutenção a serem realizados de forma contínua, na planta da Rede Nacional de Telecomunicações, em todo o território nacional.

O Tribunal de Contas da União já tinha investigado a licitação do satélite – principalmente no que ser referia à denúncia sobre as redes terrestres-, que acabaram não sendo adquiridas pela estatal, que preferiu mudar a modelagem do leilão do satélite.

O valor do contrato é de R$ 137 milhões. As empresas, que foram desclassificadas pela estatal por falta de qualificação técnica, chegam a sugerir, na representação, que o ex-presidente da estatal, Antonio Loss, teria saído da empresa por não ter concordado com a contratação da Padtec, a vencedora, pelo presidente interino, Jarbas Valente, e que haveria uma “preferência” por essa empresa na Telebras.

Conforme as empresas que perderam a licitação, a Padtec, por ser originária do CPqD, instituto de pesquisa que recebe verbas do MCTIC, ao qual a estatal é subsidiária, teria tratamento direcionado na licitação a seu favor. Tese difícil de provar, tendo em vista que a empresa tem uma forte conceituação técnica no mercado.

O TCU não aceitou fazer a cautelar pedida pelo grupo, mas mandou seguir com a apuração das denúncias na Telebras, na empresa contratada e até no Confea (pois há uma questão sobre o registro do engenheiro contratado).

Antes de ingressar com o processo no tribunal, o consórcio fez e mesma denúncia ao ministro Kassab, que mandou apurá-las.

Indagada, a Telebras disse ao portal Tele.Síntese que ainda não recebeu a representação do tribunal, por isso não poderia se manifestar. E fontes da Padtec disseram estar à disposição do tribunal e da empresa, e que essa é uma nova licitação, com novos quesitos exigidos pela estatal.

Miriam Aquino
Portal Tele.Síntese

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Coletivo em defesa do Butantã realiza plenária contra cortes no hospital da USP

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O Coletivo Butantã na Luta constituído por moradores da região há cerca de quatro meses vem desenvolvendo ações em defesa dos Direitos Sociais e da Democracia. Desde o debate sobre a PEC de Teto dos Gastos em dezembro de 2016, as mobilizações contra o projeto da Reforma Trabalhista, infelizmente aprovada no Senado, e contra a Reforma da Previdência.

Em nível local, o Coletivo participa na luta contra o corte de gastos nas políticas públicas que impactam nossa região como, por exemplo, contra o fechamento da Creche da USP, das UBS Paulo VI e São Jorge e pela não privatização de Parques Públicos.

O corte de recursos para as políticas públicas tem afetado negativamente aspectos fundamentais de nossa vida como a educação, transporte, segurança, entre outros. No Butantã as consequências na área de saúde estão se tornando dramáticas.

Por um lado a demanda por atendimento na saúde pública aumentou fortemente em decorrência de milhões de desempregados que deixaram de ter Planos de Saúde. Por outro lado, a redução dos recursos para a Saúde Pública está provocando o fechamento de equipamentos, a demissões de profissionais e a falta de insumos básicos para atendimento (seringas, agulhas, luvas, entre outros).

Em meio a esta situação se destaca a enorme redução dos atendimentos da população do Butantã no Hospital Universitário (HU). Fundamental para a nossa região o HU atende durante décadas cerca de 400 mil moradores da região.

Ao longo do último ano perdeu inúmeros profissionais, restringiu o pronto atendimento que deixou de funcionar após 19:00 horas. Reduziu fortemente o número de cirurgias, em especial o número de partos e há uma forte ameaça que o HU deixe de ser gerido pela Universidade com gravíssimas consequências sobre o seu importante papel que sempre cumpriu na formação de profissionais de saúde (médicos, farmacêuticos, enfermeiros, biomédicos, entre outros) e evidentemente sobre todo o atendimento em nossa região.

O Coletivo Butantã na Luta vai construir uma AMPLA CAMPANHA NA REGIÃO EM DEFESA DO HU.

O que será debatido e decidido na Plenária: Palestra Gerson Salvador – Médico do HU, Diretor Do Sindicato dos Médicos-SP e participante ativo do Grupo de Trabalho que fez um Diagnóstico da situação do Hospital Universitário;

É um debate preliminar da forma organizativa, de funcionamento e atendimento que deve ter o HU e que deveremos incorporar na CAMPANHA.

O caráter da CAMPANHA e ferramentas que deverão ser adotadas: Boletins, Matérias na Imprensa, Atos Públicos,

Abaixo-Assinado, Faixas, Adesivos de Carros, Debates em Igrejas e Escolas, entre outras.

Venha participar desta Plenária no dia 23/07 as 16:30 horas.

Edlayne
Coletivo Butantã na Luta!

COLETIVO BUTANTÃ NA LUTA
PLENÁRIA:
Em Defesa do Hospital Universitário (HU)
Domingo – 23/07/2017 – 16:30 horas
Centro Cultural Butantã (CCB)
Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 1882

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Vem aí o 5º Campeonato de Futebol Society do SINTPq

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Atenção, peladeiros de fim de semana! Está chegando a 5ª edição do  Campeonato de Futebol Society do SINTPq. A competição está prevista para o mês de setembro e será realizada na Telecamp, clube localizado no Polis CPqD, em Campinas.

Todos os profissionais da base do SINTPq podem participar, até mesmo os desprovidos de talento futebolístico. Estagiários também poderão ser inclusos, desde que tenham, no mínimo, 18 anos. Mais informações serão divulgadas nas próximas semanas. Fique atento aos comunicados e publicações do Sindicato.

Se você tem interesse em participar, converse com seus colegas e comece a organizar o time de sua empresa. A última edição do torneio, realizada entre outubro e novembro de 2015, contou com a participação de seis diferentes equipes de empresas da base do Sindicato, sendo elas: CPqD, CNPEM, Instituto de Pesquisas Eldorado, Freescale (atual NXP), Daitan e Venturus.

A competição é uma tradicional iniciativa do SINTPq, que visa promover a prática esportiva e a integração entre os trabalhadores da base.

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Fim das agências? Operações bancárias via internet atingem 57% e indicam revolução no setor

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Com alguns segundos de atenção à tela e poucos movimentos com os dedos, o jornalista campineiro Lucas Santana, de 26 anos, realiza todas as operações bancárias que precisa. Fazer saques é o único procedimento que ainda o leva até sua agência, sendo que, na maioria das vezes, realiza essa tarefa em casas lotéricas. “Faço praticamente tudo pelo aplicativo do banco: transferências, pagamento de contas, consultar extrato e até jogar na Mega-Sena”, comenta.

“As agências ficam abertas em horários muito difíceis para quem trabalha em horário comercial”. A reclamação e o cotidiano de Lucas Santana são semelhantes aos de milhões de brasileiros que frequentam cada vez menos suas agências bancárias. O levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgado este ano reflete essa mudança. As transações bancárias por meios digitais representaram mais da metade (57%) do total de operações financeiras realizadas em 2016. No ano de 2009, esse índice era de 31%.

Considerando apenas as transações via mobile, o montante chega a 34% dos procedimentos realizados em todos os bancos do país no ano passado, o que equivale a 21,9 bilhões de operações. Em 2011, o total foi de 190 milhões. Essa diferença representa um crescimento de quase 11.000% no número de procedimentos com uso de celulares ou tablets.

O crescimento das transações digitais reflete em menores custos e maiores lucros aos bancos. Em 2009, o lucro do setor foi de R$ 54,8 bilhões (em valores de dez/2016). Já em 2016, esse total foi de R$ 60,5 bilhões, o que demonstra aumento real de 10,4% em sete anos.

Tamanho impacto nos lucros está longe de ser ignorado pelo setor. Segundo dados da Febraban, os bancos investiram R$ 18,6 bilhões em tecnologia durante 2016. O valor corresponde a 14% dos gastos em tecnologia no Brasil e se equipara ao montante investido pelo governo federal no mesmo período.

Outro lado
Um dos principais fatores para o expressivo crescimento das transações digitais é a facilidade que oferecem aos clientes. Evitar deslocamentos, filas e não depender do horário de atendimento das agências são benefícios que cativam cada vez mais pessoas. Entretanto, tamanho avanço digital traz consigo uma política que “expulsa” os clientes e reduz postos de trabalho. Isso ocorre por meio da gradual diminuição no número de bancários e também de agências. A afirmação é de Lorival Rodrigues, diretor do Sindicato dos Bancários de Campinas.

“Não somos contra a tecnologia, é algo inevitável. Mas a política adotada pelos bancos reduz cada vez mais o número de bancários e prejudica o atendimento a uma parcela dos clientes que ainda não está habituada com os serviços digitais”, avalia o dirigente.

Exemplo da nova política mencionada por Rodrigues ocorreu neste ano com o fechamento de 100 agências do Banco Itaú, entre janeiro e março. A redução não se limita ao Itaú e tem atingido principalmente os municípios do interior do país. De acordo com dados do Banco Central, nos últimos dois anos, mais de 100 cidades deixaram de ter qualquer dependência bancária, totalizando 352 municípios nessa condição.

Segundo Lorival Rodrigues, o avanço das operações digitais, ao invés de reduzir, tem aumentado a demanda de trabalho dos bancários. Isso ocorre porque esses profissionais passaram a exercer outras atividades de maior complexidade, como atendimento a grandes empresas e investimentos, ao mesmo tempo em que o número de bancários vem sendo reduzido. “Com a lógica adotada pelos bancos, perdem os bancários e também os clientes”.

por Ricardo Andrade
Redação SINTPq

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