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Capes alerta: Corte pode suspender 200 mil bolsas em 2019

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A proposta de orçamento do governo de Michel Temer (MDB) para 2019 pode acabar com todo o programa de incentivo à pesquisa científica no país na pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado). O alerta foi feito ontem (1º) pela presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). De acordo com um documento assinado pelo presidente da instituição, Abilio Baeta Neves, o teto orçamentário afeta “gravemente” o setor.

Na prática, isso pode significar a suspensão de todas as bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado concedidas pela Capes, a partir de agosto de 2019. Isso deve atingir “93 mil discentes e pesquisadores, interrompendo os programas de fomento à pós-graduação no país, tanto os institucionais (de ação continuada), quanto os estratégicos (editais de indução e acordos de parceria com os estados e outros órgãos governamentais).” A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de autoria do governo, foi aprovada em julho pelo Congresso e ainda deve passar por crivo do Supremo. O corte radical foi informado à Capes pelo Ministério da Educação (MEC).

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), destinado ao incentivo para a formação de professores no país também entra em xeque. Como um dos efeitos do orçamento do ano que vem, está prevista a “suspensão dos pagamentos de 105 mil bolsistas a partir de agosto de 2019, acarretando a interrupção do Pibid, do Programa de Residência Pedagógica e do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor)”.

A Capes ainda alerta para o impacto negativo para os programas de formação de profissionais em parceria com instituições estrangeiras, o que pode implicar, inclusive, em problemas diplomáticos. “Um corte orçamentário de tamanha magnitude certamente será uma grande perda para as relações diplomáticas brasileiras no campo da educação superior e poderá prejudicar a imagem do Brasil no exterior.” Diante desse cenário, a Capes pede ajuda urgente do MEC.

Leia aqui a íntegra da nota.

Redação Rede Brasil Atual
Foto: AdFURJ

 

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A Copa da Ciência: Presidentes da SBPC e ABC publicam artigo contra cortes na ciência

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Artigo de Ildeu de Castro Moreira e Luiz Davidovich, presidentes da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e da ABC (Academia Brasileira de Ciência), publicado no Jornal do Brasil no dia 14 de julho.

A Copa da Ciência

A Copa do Mundo desperta paixões, mobiliza multidões, transforma cada brasileiro em técnico de futebol, inflama a torcida pelo sucesso nacional. Mereceria atenção semelhante uma outra Copa, na qual os vencedores ganham qualidade de vida por muitas décadas e os derrotados amargam um futuro sofrido, empobrecido e desalentador: a Copa da Ciência e da Inovação.

Para esta Copa, uma competição que ocorre dia e noite, sem interrupção, os times são preparados continuamente e podem levar décadas para amadurecer. O Brasil vem preparando seu time de cientistas e técnicos, mais intensamente, a partir de 1950, com a criação do CNPq, da CAPES, da FINEP e das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), e com a expansão das universidades públicas e instituições de pesquisa.

Diversos gols foram marcados, na agricultura, na saúde pública, na exploração de óleo e gás, na manufatura de aviões, no desempenho da pós-graduação, no crescimento da produção científica, em iniciativas de inclusão social, no protagonismo internacional de diversas empresas inovadoras. Houve também, é certo, jogadas mal feitas e muitas oportunidades desperdiçadas.

A trajetória ascendente da ciência no Brasil sofre agora, no entanto, um sério revés. O orçamento de custeio e capital do MCTIC para este ano - recursos para investimento em pesquisa, excluindo salários e gastos administrativos - é cerca de um terço do valor de 2013 corrigido pela inflação. Cortes no orçamento atingem também a CAPES. Por outro lado, a maioria das FAPs opera em regime falimentar. O orçamento não reembolsável da FINEP, que alimenta pesquisas em CT&I e a subvenção econômica para empresas inovadoras, foi reduzido de 4,2 bilhões de reais em 2010 (corrigidos pela inflação) para 920 milhões em 2017. Neste ano, a situação está ainda pior.

Alegando a crise financeira que afeta o país, o Governo Federal tem realizado cortes drásticos no orçamento da CT&I, da educação e de outras áreas sociais. Essa atitude reflete uma definição distorcida de prioridades, reflexo de incapacidade ou falta de vontade em formular uma agenda de desenvolvimento nacional. Essa política contrasta com a adotada por outros países que também padecem da crise global.

Em 2012, no auge da crise, o Primeiro-Ministro da China, Wen Jiabao, comunica ao Congresso do Povo que a taxa de crescimento da China iria decrescer. No mesmo discurso, anuncia que o investimento em pesquisa básica aumentaria 26%. Também em 2013, propostas análogas são anunciadas pelo Presidente da Rússia Vladimir Putin e pelo Primeiro-Ministro da Índia Manmohan Singh. Diante da crise, adota-se uma medida anti-cíclica: o investimento em ciência abre as portas para a saída da crise. Recentemente, a proposta orçamentária do Presidente Trump, contendo cortes severos no orçamento de C&T, foi rejeitada pelo Congresso Norte-Americano que, em um acordo bipartidário, não só anulou os cortes como adicionou 20 bilhões de dólares a esse orçamento.

Enquanto o Brasil investe apenas cerca de 1% de seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), outros países avançam nesse exigente campeonato entre nações: a Coréia do Sul já passa de 4%, a União Europeia pretende alcançar 3% em 2020, e os Estados Unidos já investem mais de 2,5%. Para alcançarem esses percentuais, tais países contam com a participação decisiva de empresas, que investem em P&D para transformar conhecimento em produto. Na Coréia do Sul, por exemplo, 3/4 do investimento provem de empresas. No Brasil, no entanto, essa participação é exígua: cerca de 40% do investimento total. Menos que 1% das 135 mil empresas industriais fazem uso dos incentivos fiscais para inovação da Lei do Bem, criada em 2005, e apenas 200 participam do Movimento Empresarial pela Inovação (MEI).

A balança comercial do país é dominada por bens primários, muitos deles possibilitados pela ciência e tecnologia desenvolvida antes, mas com baixo valor agregado. E este processo se acentuou nos últimos anos. De 2011 a 2017, o Brasil passou do 47o ao 69o lugar no Índice Global de Inovação: desceu 22 posições, ficando atrás de todos os outros países do BRICs. Nessa Copa da Inovação caímos nos jogos eliminatórios.

Muitos jovens, craques em potencial da ciência e da inovação, têm deixado o país, em busca de ambientes de pesquisa mais promissores, desfalcando um time que tinha perspectivas de ser campeão. Outros desistem antes e sequer adentram o gramado. Para ter jogadores capacitados é necessário educação cientifica de qualidade e condições adequadas para o treino e o jogo.

Há tempo ainda de reverter esse processo. Este pode ser um momento da virada, aproveitando o ano eleitoral. Para isso, a ciência e a inovação, nas suas dimensões tecnológica e social, assim como a educação, precisam ocupar posição de destaque não apenas nos debates, mas nos corações e mentes dos brasileiros quando escolherem seus candidatos à Presidência da República, aos Governos Estaduais e aos parlamentos nacional, estaduais e municipais.

A sociedade brasileira precisa reagir a esta situação de retrocesso, apoiando programas e candidatos que proponham claramente uma agenda nacional de desenvolvimento, baseada na educação de qualidade, na ciência e na inovação, e que busque a redução das nossas desigualdades sociais e econômicas, um quesito no qual, infelizmente, estamos na vanguarda do conjunto de nações.

Muitas propostas que garantem um desenvolvimento sustentável para o país, nos âmbitos econômico, social e ambiental, foram elencadas no Livro Azul da 4a Conferência Nacional de CT&I, realizada em 2010, e em publicações da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Recentemente elas foram reunidas, por essas duas entidades, em documentos para os candidatos às eleições deste ano.

Há, ainda, um objetivo de curto prazo de grande importância: inicia-se agora a apreciação do orçamento federal para 2019 pelo Congresso Nacional. Cabe ao governo, em sua proposta de lei orçamentária, e aos parlamentares atuais aumentar substancialmente a dotação para C&T, colocando de novo o Brasil em trilhos que o levem a um futuro com maior desenvolvimento e uma melhor qualidade de vida para sua população.

É uma das responsabilidades do Congresso Nacional interromper esse processo de desmonte da ciência e da tecnologia nacionais, de modo que o país possa ocupar a primeira divisão na Copa da Ciência e destacar-se no jogo das nações. O povo brasileiro merece.

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Vitória do SINTPq! Ação judicial contra a Sistel chega ao fim

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Após 14 anos de disputa judicial e negociações, a direção do SINTPq e a Fundação Sistel de Seguridade Social, fundo de pensão dos trabalhadores do setor de telefonia, entraram em acordo sobre o pagamento dos expurgos inflacionários. O processo, iniciado em 2004, reivindicava os expurgos sobre os planos de seguridade que foram prejudicados pelos planos econômicos, entre 1987 e 1991.

Quem tem direito?

  • • Todos os integrantes da categoria, representados pelo SINTPq, por substituição processual (nomes listados abaixo), que contribuíram para a Sistel entre 1987 e 1991 e que, quando se desligaram do CPqD, cessaram a filiação/contribuição e sacaram o fundo de reserva após 19 de junho de 1999.

Em 2014, depois de decisões judiciais favoráveis ao SINTPq, a Sistel concordou em abrir negociação com o sindicato para construir um acordo. Desde então, cálculos e revisões foram feitos visando garantir os direitos de cada trabalhador e trabalhadora.

As negociações foram frutíferas para os substituídos, pois incluíram mais de 90 pessoas que migraram do PBS-CPqD para o CPqD-Prev e depois Inovaprev. Além disso, não houve nenhum tipo de depreciação em relação aos valores calculados e o pagamento não será parcelado.

Agora, os 109 (cento e nove) profissionais beneficiados na ação do SINTPq poderão receber seus devidos valores. Confira a relação dos nomes no fim do texto e, caso conheça alguma dessas pessoas, peça para que entre em contato com o sindicato pelo endereço O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Todos os detalhes e orientações serão passados individualmente pelo SINTPq neste e-mail. Se o seu nome também consta na lista, envie uma mensagem pelo mesmo canal.

Essa vitória é fruto de 14 anos de trabalho do sindicato, que sempre fiscalizou o plano e empenhou seu jurídico na luta contra qualquer possibilidade de prejuízo aos empregados. A continuidade desse trabalho depende do reconhecimento dos trabalhadores, por meio da sindicalização.

Com a “reforma” trabalhista e seus impactos nas relações sindicais, os sócios do SINTPq serão, mais do que nunca, os principais responsáveis pela sobrevivência da instituição. Consequentemente, terão prioridade em todas as lutas do sindicato. Dessa forma, futuras ações judiciais, como a abordada neste comunicado, terão somente os sindicalizados como beneficiários.

Se você ainda não é associado, reflita sobre essas questões e fortaleça a luta do SINTPq. Neste cenário de retrocessos, cada profissional precisará em algum momento do amparo sindical, da mesma forma que o sindicato necessita do apoio dos trabalhadores. Portanto, somente o trabalho conjunto poderá superar esse momento de dificuldades e garantir vitórias como a celebrada hoje.

Lista de beneficiários

Aderbal Alves Borges 
Ana Lucia Da Silva Delgado 
Andre Luiz Urvaneja 
Angela Maria Bordini Menchini 
Angelo Luiz Gobbi 
Antonio Amauri Juriollo 
Antonio Carlos Cardoso De Mello 
Antonio Carlos Costa 
Antonio Carlos Figueiredo 
Antonio Carlos Marcolini 
Antonio Fernando Porto Novaes 
Antonio Mauricio Brochi 
Antonio Vieira De A Palma Neto 
Arlete Cardoso Calegare 
Ary Biazotto Corte Junior 
Carlos Alberto Pisani 
Carlos Edgar Penaranda Llanos 
Carlos Roberto De Palermo 
Celso Pinto Saraiva 
Cesar Augusto Por Deus Evora 
Cezar Hamilton Perrotti 
Claudio Pereira De Carvalho 
Climerio Dos Santos Vieira 
Clovis Magri Cabreira 
Cristiane Aparecida Vieira Grota 
Dagoberto Agenor De Sousa 
Denis Tadeu Rezende Munhoz 
Dilson Rodrigues Da Silva Filho 
Divino Bento Mengardo 
Edson Lorenzetti 
Edson Pinto De Avelar 
Eleni Maria Pinheiro Momisso 
Elizabeth De Silos Martyres 
Enilson Alves Felippe 
Fátima Sonia Maccioni 
Felipe Rudge Barbosa 
Fernando Luis De Castro Miquelino 
Geovane Cayres Magalhães 
Geraldo Aparecido Gimenez 
Gino Luiz Rossi 
Helio Alves De Godoy 
Henrique Pavan 
Ivo Ribeiro 
Joao Carlos Beiler 
João Luiz Urvanegia 
Jorge Salomão Pereira 
Jose Carlos Frata 
Jose Henrique Goncalves 
Jose Lazaro Furian 
Jose Manoel Duarte Mendes 
Jose Roberto Filho 
Jose Rocha Da Silva 
Jose Rubens Montemor 
Jose Sindi Yamamoto 
Jose Tadeu De Jesus 
Juliano Pacheco De Medeiros 
Katia Helena Gallina Ferreira 
Lenira Zanatta 
Loreno Menezes Da Silveira 
Luis Augusto Marcão 
Luis Francisco P Junque 
Luiz Andre Ribeiro 
Luiz Massayoshi Ayabe 
Luiza Etsuko Kakuta 
Marcia Maria Aranha De Matos 
Marcia Rautenberg Finardi 
Marcos Biscaro Elias 
Marcos Cesar Agostinho 
Maria Teresa Traina Motta 
Maria Terezinha Dos Santos 
Mario Jose Mercadante 
Mauro Forte Sobrinho 
Marne Servulo De Alvarenga 
Nadia Corradi 
Osvaldo Tonoli 
Patricia Carelli Costa De Oliveira 
Paulo Edmundo Dias Prado Moreira 
Paulo Roberto Faria De Almeida Luz 
Regina Alves Carvalho 
Reginaldo Lazarini 
Reynaldo Bezerra De Sylos 
Ricardo Alberto Guerra De Andrade 
Ricardo Monteiro Mota 
Richard P Andreotti De Freita 
Rinaldo Gaiotto 
Roberto Arradi 
Roberto Henrique Do Nascimento 
Roberto Vieira Da Silva 
Ronaldo Bueno De Oliveira 
Rosangela Cantagalo Teixeira 
Rubens Do Amaral Neto 
Sergio Canesin Collucci 
Sergio Celaschi 
Sergio Luiz Benjovengo 
Silvio Jose C Lopes 
Solange Aparecida Faggion 
Tsutomu Tohi 
Valdir Jose De Oliveira Filho 
Valentin Gomes Da Conceição Junior 
Vera Lucia Batagini 
Victor Patiri Neto 
Vilson Nava 
Walter Jose C De Oliveira 
Walter Linares 
Walter Wataru Ishibashi 
Wanderley Ribeiro Pires 
Wilson De Carvalho Junior 
Yumiko Arakaki 
Zara Barragan Martinez Perdigueiro

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IBDEC realiza cursos voltados ao mercado de trabalho em julho. Sócios do SINTPq têm até 15% de desconto

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O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) realiza oito cursos durante o mês de julho. Todos são voltados ao mercado de trabalho, administração e contabilidade. Trabalhadores e trabalhadoras sindicalizados contam com 10% de desconto no pagamento via boleto ou 15% de desconto no pagamento à vista. Confira abaixo as opções.

Substituição Tributária do ICMS - Dia de aula: 07 de julho
Carga horária: 04 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 12h30)
Valor do Curso: R$ 159,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

Reforma Trabalhista - Dia de aula: 07 de Julho
Carga horária: 08 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 17h30)
Valor do Curso: R$ 179,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

Liderança de Equipes - Dia de aula: 14 de Julho
Carga horária: 08 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 17h30)
Valor do Curso: R$ 179,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

Analista de Departamento Pessoal - Data de início: 14 de Julho
Carga horária: 28 horas, a serem cumpridas em 7 sábados de aula (08h30 às 12h30)
Valor do Curso: R$ 780,00 – parcelado em até 3x
Mais informações e inscrição

Retenções Tributárias - Dia de aula: 14 de julho
Carga horária: 04 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 12h30)
Valor do Curso: R$ 179,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

Práticas de Departamento Pessoal - Data de início: 14 de julho
Carga horária: 32 horas, a serem cumpridas em 8 sábados de aula (08h30 às 12h30)
Valor do Curso: R$ 780,00 – parcelado em até 3x
Mais informações e inscrição

Habilidades Comportamentais - Dia de aula: 21 de Julho
Carga horária: 08 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 17h30)
Valor do Curso: R$ 179,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

Contabilidade Básica - Dia de aula: 21 de Julho
Carga horária: 08 horas, a serem cumpridas em 1 sábado de aula (08h30 às 17h30)
Valor do Curso: R$ 179,00 – parcela única
Mais informações e inscrição

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Lei de Informática: Ministério abre consulta sobre aplicações em startups

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O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou consulta pública sobre a aplicação de recursos da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991) em fundos de investimentos destinados à capitalização de empresas de base tecnológica. O objetivo é receber contribuições da sociedade para construir a portaria que vai reger o funcionamento dessa modalidade de investimento.

Segundo o diretor de Ecossistemas Digitais do MCTIC, Otavio Caixeta, será possível expandir consideravelmente o volume de recursos destinados a startups por meio de fundos de venture capital no Brasil, o que pode elevar o grau de sucesso das empresas de base tecnológica.

"Trata-se de uma modalidade inovadora de aplicação dos recursos do setor, o que abre uma gama de possibilidades para ampliar a inovação no mercado brasileiro. É uma via completamente nova e que viabiliza o investimento indireto das empresas beneficiárias da Lei de Informática em startups por meio de Fundos de Investimento em Participações (FIP). Nossa intenção é construir uma regulamentação que permita a injeção de um grande volume de dinheiro inteligente no ecossistema empreendedor nacional, promovendo novos canais de corporate venture capital”, explicou.

A consulta pública é uma ferramenta para ouvir a sociedade, o setor produtivo e as comunidades científica e acadêmica na construção de políticas públicas. Após esta etapa, o MCTIC divulgará a versão final da portaria que regulamentará a aplicação dos recursos por meio de FIPs.

A legislação

A Lei de Informática concede incentivos fiscais para empresas brasileiras produtoras de bens de informática, automação e telecomunicações. Em contrapartida ao benefício tributário, parte do faturamento da comercialização desses produtos é investida em pesquisa, desenvolvimento e inovação no País.

A Lei de Informática foi modernizada pela Medida Provisória nº 810/2017, convertida na Lei nº 13.674, de 12 de junho de 2018.

O governo federal utiliza esse mecanismo para estimular a competitividade e a capacitação técnica da indústria. A legislação se aplica na fabricação de hardwares e componentes eletrônicos, por meio da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Atualmente, 600 empresas têm acesso à redução tributária, e 300 universidades e institutos recebem recursos para fazer pesquisas na área. Por ano, as companhias contam com benefício fiscal de R$ 5 bilhões, e reinvestem R$ 1,5 bilhão em ciência, tecnologia e inovação. Por seu turno, as empresas recolhem R$ 9,7 bilhões em outros tributos. A balança tributária fica positiva em R$ 4 bilhões, portanto.

Os benefícios estimulam a instalação de plantas fabris, a contratação de recursos humanos e o aumento da produção de bens de informática para consumo no mercado brasileiro. As empresas interessadas podem solicitar o benefício à Secretaria de Políticas Digitais (SEPOD) do MCTIC, que faz uma análise da proposta e dá o veredito.

Como contrapartida, as empresas beneficiárias devem cumprir um plano de produção local. Elas também são obrigadas a investir 4% do faturamento bruto dos bens incentivados em atividades de pesquisa e desenvolvimento.

Contribuições à consulta pública

As contribuições à consulta pública devem ser encaminhadas por e-mail para o endereço O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até 29 de junho de 2018. Elas devem estar expostas no corpo do e-mail. Todas as contribuições serão públicas e divulgadas no site do MCTIC.

A íntegra da minuta de portaria está disponível para todos os interessados neste link.

Fonte: MCTIC

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Unicamp disponibiliza portfólio de patentes e softwares on-line

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A partir dessa semana, interessados em conhecer as tecnologias da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) podem acessar o site patentes.inova.unicamp.br para conferir os perfis tecnológicos das patentes e também dos softwares que compõem o portfólio da universidade. A iniciativa, liderada pela Agência de Inovação da Unicamp, visa facilitar o acesso e também o processo de licenciamentos das tecnologias ao mercado.

Do total de 1.121 patentes e 210 softwares que compõem o portfólio, 826 deles já têm perfil na plataforma. Os demais encontram-se em fase de produção e serão inseridos gradativamente.

“O Portfólio On-line apresenta as patentes e os softwares da Unicamp em perfis tecnológicos focados no negócio, nas aplicações industriais e nas vantagens de cada tecnologia. Além de ser uma maneira mais amigável de mostrar essas tecnologias, o portfólio possui também um importante mecanismo de busca para a prospecção do maior número de tecnologias de uma determinada área de interesse”, afirma a diretora de Propriedade Intelectual da Inova Unicamp, Patrícia Leal Gestic.

As tecnologias estão divididas de acordo com as classificações da base de patentes internacional Questel Orbit, totalizando 36 categorias mais uma área destinada aos programas de computador.

“Estrategicamente, o portfólio é a primeira porta que se abre às empresas interessadas nas tecnologias patenteadas pela Unicamp. Ao facilitar essa interação, conseguimos fazer com que essas patentes virem produtos, incentivar novas pesquisas a partir das tecnologias protegidas e buscar mais parceiros para a universidade. Vale ressaltar que o portfólio confere acesso ao conhecimento a terceiros e abre portas à cooperação”, avalia a diretora de Parcerias da Inova Unicamp, Iara Ferreira.

Além de facilitar a forma como as tecnologias são apresentadas ao mercado, o Portfólio On-line cumpre também uma exigência do Novo Marco Legal da Inovação. No artigo sexto da lei nº 10.973, de 2004, incluído pela lei nº 13.243, de 2016, está expresso que a contratação, com cláusula de exclusividade, deve ser precedida de publicação da oferta tecnológica em site oficial da Instituição de Ciência e Tecnologia, na forma estabelecida em sua política de inovação. Dito de outro modo, para que uma tecnologia possa ser licenciada com exclusividade para uma empresa, sem a necessidade de publicação de um edital, a oferta tecnológica deve estar disponível para consulta em site oficial da instituição, bem como agora é feito no Portfólio On-line de Patentes e Softwares da Unicamp.

“A Unicamp zela por sua vanguarda na promoção da inovação e no incentivo ao empreendedorismo de base tecnológica no meio acadêmico. Por esse motivo, iniciativas como essa de disponibilizar on-line todo o nosso portfólio de patentes e softwares vem ao encontro da nossa missão de potencializar nossa interação com o mercado e gerar mais benefícios para a universidade e, principalmente, para a sociedade”, finaliza o diretor-executivo da Agência de Inovação Inova Unicamp, Newton Frateschi.

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Sindicato entrega doações da categoria para ocupação de Valinhos

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A diretoria do sindicato entregou hoje, dia 15, as doações arrecadadas para as famílias do acampamento “Marielle, vive!”, ocupação localizada na Estrada dos Jequitibás, em Valinhos-SP. No fim de maio, o SINTPq iniciou uma campanha na base para ajudar essas pessoas, que têm sofrido com as baixas temperaturas na região. A categoria demonstrou sua solidariedade e diversos trabalhadores e trabalhadoras contribuíram com roupas e alimentos.

Uma quantidade significativa de agasalhos foi doada, além de litros de leite, sacos de arroz, batatas e outros alimentos. A direção do SINTPq agradece a todos os profissionais da base que contribuíram. Gestos como esse demonstram que ainda há espaço em nossa sociedade para a empatia e respeito ao próximo.

O acampamento é coordenado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e conta com mais de 900 famílias. Os integrantes da ocupação são, principalmente, das cidades de Limeira, Valinhos, Americana, Sumaré, Hortolândia e da periferia de Campinas. Segundo eles, o objetivo é utilizar a área para construir suas moradias e produzir alimentos saudáveis com técnicas de agroecologia.

A campanha continua

Se você ainda não pôde colaborar, ainda dá tempo de fazer sua doação. A campanha de arrecadação seguirá firme e forte. Para contribuir, basta entrar em contato com o sindicato pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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Abengoa Bioenergia fecha acordo para venda de usinas a fundo da Cargill

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A Abengoa Bionergia, em recuperação judicial, fechou acordo para a venda de suas duas usinas para o fundo CarVal, subsidiária independente da Cargill, multinacional que opera na produção e processamento de alimentos.

Pelas Usina São Luiz, em Pirassununga, e Usina São João, em São João da Boa Vista, o fundo estaria pagando US$ 80 milhões. O negócio ainda depende da assinatura dos contratos. O fundo teria também assumido o compromisso de injetar R$ 100 milhões nas duas operações. As usinas têm cerca de R$ 1,5 bilhão em dívidas.

Todos por um

A Abengoa Bioenergia, braço sucroalcooleiro da Abengoa Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial em setembro de 2017.

No início deste mês, a Abengoa Brasil, também em recuperação, vendeu seus ativos operacionais de transmissão de energia no País para o fundo norte-americano TPG, por R$ 482,5 milhões.

As dificuldades das companhias seguiram-se às da matriz espanhola, que igualmente recorreu à justiça para reorganizar seu passivo.

Procurada, a Cargill não respondeu até o fechamento da nota. Da Abengoa, não foi encontrado porta-voz para comentar.

Redação: O Estado de S. Paulo

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Temer é recebido com protestos em visita à Aramar

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Michel Temer foi recebido com protestos em visita nesta sexta-feira (8) ao Centro Experimental Aramar (CEA), na cidade de Iperó-SP. Funcionários da Amazul, que trabalham no local, representantes do SINTPq e de outros sindicatos da região promoveram uma manifestação na portaria do Centro durante a manhã. O ato reuniu 60 pessoas e foi motivado pelos cortes na ciência e tecnologia e os retrocessos nas relações de trabalho, provocados pelas recentes políticas do atual governo. Confira imagens do protesto no vídeo.

Alex Sander Zok é funcionário da Amazul e participou da manifestação. Segundo ele, a presença de Temer no CEA é uma afronta aos empregados: “A visita de Michel Temer, que ocasionou a liberação de grande parte dos funcionários das instalações em Iperó, demonstra o distanciamento que o presidente golpista mantém dos trabalhadores. Ele fala da valorização dos projetos que envolvem tecnologia nuclear, mas suas palavras são mentirosas em sua essência, já que os trabalhadores que movimentam o projeto continuam sendo desvalorizados. ”

Uma cerimônia oficial teve início às 10h, contando com representantes do Ministério da Saúde, da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Marinha do Brasil. Nela, foi lançado o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) e terá início a fase de testes de integração dos turbogeradores do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE).

Salários congelados

A visita ocorreu três meses após greve dos trabalhadores da unidade, que, devido a cortes do Governo Federal na área de ciência e tecnologia, tiveram reajustes abaixo da inflação nos últimos três anos, acumulando 11,2% de perda salarial.

Na negociação coletiva deste ano, o governo apresentou proposta de 0% de reajuste salarial e sinalizou a intenção de retirar benefícios já praticados. Em protesto ao congelamento salarial e a redução de recursos na área, os profissionais da Amazônia Azul Tecnologias de Defesa SA – Amazul, que atuam no CEA e também em São Paulo, iniciaram uma greve no dia 13 de março. O movimento durou três dias e, no momento, o processo de dissídio coletivo de greve está aguardando julgamento no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia – SINTPq, Régis Norberto Carvalho, a visita de Michel Temer e o evento desta sexta-feira demonstram uma postura incoerente do governo, que celebra os avanços alcançados graças ao empenho dos trabalhadores, mas não lhes garante sequer a recomposição inflacionária.

“A ciência brasileira está sendo sucateada e a soberania nacional está em risco. Trabalhadores de projetos fundamentais para a defesa e desenvolvimento, como a construção do nosso submarino nuclear, estão sendo penalizados diariamente com o congelamento salarial. Já estamos vendo o resultado dessa política. Cada vez mais profissionais altamente capacitados deixam o país. Isso coloca em cheque qualquer perspectiva de alcançarmos um Brasil soberano e desenvolvido”, analisa Carvalho.

Recursos cada vez menores

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para este ano, publicada em janeiro no Diário Oficial da União, estabeleceu o orçamento de R$ 12,7 bilhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), montante 19% menor que o do ano anterior.

No orçamento movimentável, que exclui despesas obrigatórias e é destinado para custeio e investimento, o corte foi ainda maior. Para o próximo ano, estão previstos R$ 4,7 bilhões, 25% a menos do valor aprovado em 2017.

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Novo convênio do SINTPq oferece seguros, consórcios e financiamentos aos sindicalizados

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O SINTPq iniciou um convênio com a corretora Insurance Impacto, visando oferecer novas vantagens aos sindicalizados. Referência no segmento, a empresa oferece serviços como seguros (vida, veículo, celular, residência, etc.), consórcios, financiamentos, entre outros.

A Insurance Impacto Corretora de Seguros está no mercado há mais de 20 anos e possui um histórico de parcerias de sucesso com diferentes sindicatos. Confira abaixo os serviços oferecidos.

Seguros

Auto, Residencial, Celular/Notebook, Vida, entre outros. Condições e taxas diferenciadas.
Descontos variam de 5 a 15%, dependendo do veículo e perfil do segurado

Consórcios

Moto, auto, serviços (cirurgias plásticas, festa de casamento), viagens e imóveis. Taxas diferenciadas, acompanhamento do andamento dos grupos (sorteios, lances, etc)

Financiamento e refinanciamento de veículos

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Sindicato publica edital para as Eleições SINTPq 2018

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SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ATIVIDADES (DIRETAS E INDIRETAS) DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE CAMPINAS E REGIÃO – SINTPq

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL DE ELEIÇÕES SINTPQ - 2018

De acordo com as disposições estatutárias, o SINTPq, convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras da sua base de representação (Americana, Amparo, Araras, Arthur Nogueira, Atibaia, Bragança Paulista, Campinas, Casa Branca, Cosmópolis, Espírito Santo do Pinhal, Indaiatuba, Iperó, Itapira, Itatiba, Jaguariúna, Jundiaí, Leme, Limeira, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Piracicaba, Pirassununga, Rio Claro, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de Posse, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São Paulo, São Roque, Sorocaba, Sumaré, Valinhos e Vinhedo) para: 1) Eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal do SINTPq, a realizar-se nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2018, nos locais de trabalho durante o horário de expediente e, na sede do SINTPq na Avenida Esther Moretzshon de Camargo, 61 – Pq. São Quirino – Campinas/SP e na Avenida Professor Almeida Prado 532, prédio 8, Cidade Universitária – São Paulo/SP, no horário das 08h30 ás 16h30. Os editais contendo os resultados dessa eleição estarão afixados na sede do SINTPq, em Campinas e na sub-sede em São Paulo, a partir do dia 15 de junho de 2018.

Campinas, 30 de maio de 2018

Régis Norberto Carvalho
Presidente SINTPq

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Greve dos Petroleiros: SINTPq participa de ato em defesa da Petrobrás

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Defender a Petrobrás é defender o Brasil. Com essas palavras de ordem, os petroleiros de todo país entraram em greve na manhã de hoje, dia 30. Na Replan, refinaria localizada em Paulínia-SP, houve mobilização e o SINTPq esteve presente manifestando apoio.

O diretor José Paulo Porsani representou o sindicato e defendeu as pautas do movimento. “Sabemos o quanto o povo brasileiro está sofrendo com essa política do governo Temer no comando da Petrobrás. Essa política não interessa ao povo, e sim aos acionistas e americanos, que agora estão fazendo o refino e nos vendendo derivados, enquanto exportamos petróleo cru”, avaliou Porsani.

A greve exige o fim da atual política de preços da Petrobrás, a redução nos custos do gás de cozinha e da gasolina, retomada da produção das refinarias a plena carga e a demissão de Pedro Parente, presidente da companhia e responsável pela atual crise no setor.

Em nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) denuncia as consequências das políticas adotadas pelo atual comando da estatal: “A escalada dos preços dos combustíveis a níveis jamais vistos no país é consequência do desmonte feito pelo atual presidente da Petrobrás, Pedro Parente, ao administrar a empresa para atender aos interesses do mercado, sem qualquer compromisso com a população e o Estado brasileiro”.

Não há riscos de desabastecimento

A greve de 72 horas que os petroleiros iniciam nesta quarta não traz riscos de desabastecimento ao país. O coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, ressalta que os petroleiros sempre tiveram a responsabilidade de atender as necessidades básicas da população e tranquiliza a sociedade para os objetivos da greve.

“Os tanques das refinarias estão abarrotados de derivados de petróleo, em função dos protestos dos caminhoneiros. Os irresponsáveis pelo caos que tomou conta do país têm nome e sobrenome: Michel Temer e Pedro Parente. A nossa greve é para defender o Brasil, é para que os brasileiros paguem um preço justo pelo gás de cozinha e pelos combustíveis”, afirma, explicando que o movimento é de advertência, rumo à construção da greve por tempo indeterminado, que já foi aprovada nacionalmente pela categoria, para barrar a privatização do Sistema Petrobrás.

O que querem os petroleiros:

  • • Redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis
  • • Manutenção dos empregos e retomada da produção das refinarias a plena carga
  • • Fim das importações de derivados de petróleo
  • • Não às privatizações e ao desmonte do Sistema Petrobrás
  • • Saída de Pedro Parente do comando da Petrobrás

Com informações de Federação Única dos Petroleiros (FUP)

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