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SINTPq promove campanha de sindicalização nas empresas da base

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A direção do sindicato começou 2019 com novas ideias e projetos para aprofundar as relações com a categoria. Uma delas será a campanha #SINTPqSemprePresente, que terá início neste mês. O sindicato visitará empresas da base para realizar plantões de dúvidas, conversar com os trabalhadores e registrar novas sindicalizações.

O projeto começa no CNPEM, que recebe a visita do SINTPq na próxima terça-feira, dia 12 de fevereiro. Diretores do sindicato estarão na recepção do prédio do Alojamento do campus, das 11h às 14h.

Se você tem dúvidas sobre o Acordo Coletivo de Trabalho, questões trabalhistas, negociações em outras empresas e assuntos relacionados, poderá conversar diretamente com o sindicato. Os diretores presentes também estarão abertos para ouvir sugestões, críticas e opiniões dos profissionais.

Com o fim da contribuição sindical obrigatória, a ampliação do quadro de associados e associadas é fundamental para que o SINTPq consiga manter sua atuação.

Prestigie a campanha e venha conversar com o sindicato. Se você já é sócio ou sócia, converse com seus colegas de trabalho e ajude o SINTPq a fortalecer sua representatividade na categoria.

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Em conversa com o SINTPq, especialista aponta problemas e riscos de novos desastres em barragens

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No dia 25 de janeiro, o Brasil foi vítima de outro crime ambiental provocado pela negligência da mineradora Vale. A cidade atingida desta vez, apenas três anos após o desastre em Mariana, foi Brumadinho, também no estado de Minas Gerais.

Para entender os diferentes elementos por trás desse crime ambiental, o SINTPq conversou com Fábio Augusto Reis (foto), geólogo, engenheiro civil especialista em barragens, professor da Unesp e presidente da FEBRAGEO – Federação Brasileira de Geólogos.

SINTPq: Segundo a Vale, as últimas avaliações na barragem não indicavam riscos. Quais os critérios dessa fiscalização e de quem é a responsabilidade nesse processo?

Fábio: O primeiro ponto que temos que entender é de que a responsabilidade total pela segurança de barragens é da empresa. O órgão fiscalizador, na verdade, recebe as informações das empresas, seja por auditoria externa ou dos próprios relatórios emitidos pela equipe técnica interna da empresa, e às vezes faz vistorias in loco. Só que nessas vistorias você apenas consegue ver se a barragem está apresentando sinais muito claros de rompimento. Então, basicamente, a responsabilidade total é dos empreendedores.

As informações que são passadas para a Agência Nacional de Mineração e para os órgãos de recursos ambientais e hídricos são autodeclaradas pelas empresas. O que o órgão ambiental sabe em detalhes é o que a empresa está lhe informando. Porque em uma vistoria in loco você não consegue verificar o que está acontecendo durante um ano na barragem.

Outro ponto importante é entender porque está acontecendo isso. Temos uma legislação de segurança de barragens que entendíamos como boa e temos um corpo técnico formado para isso. Entretanto, aconteceram dois acidentes. Então, todo esse arcabouço jurídico tem que ser revisto, tem alguma coisa errada. Seja em termos de gestão ou se está acontecendo algum problema técnico, no monitoramento ou na construção dessas barragens. Na questão da autodeclaração das empresas sobre a segurança das barragens, será que isso está funcionando? Precisamos analisar tudo isso, mas afirmar neste momento qual foi o erro é precipitado. A investigação poderá verificar se a construção da barragem seguiu o projeto, o que o monitoramento estava indicando, etc.

O novo governo fala em flexibilizar as exigências ambientais. Como você avalia essa situação?

Considero um erro. Uma coisa é legislação técnica, outra coisa são os procedimentos administrativos. Esses procedimentos podem ser revistos, agilizando algumas coisas para pequenos empreendimentos, por exemplo. Para empreendimentos de grande porte, não temos que flexibilizar nada. Na verdade, é preciso ser o mais rígido possível. Quanto maior o risco que um empreendimento possa causar, mais exigências você tem que fazer. Exigências que façam com que as empresas realizem um projeto adequado. A própria empresa deveria ter consciência de que precisam fazer um projeto adequado, pois envolve o negócio e os funcionários dela. Se um erro desse acontece, você pode quebrar uma empresa. Isso deveria ser natural, mas a cultura brasileira, infelizmente, muitas vezes vai para outro viés, com as empresas querendo licenças rápidas para começar a operar. A legislação precisa continuar firme porque gera até um processo educacional. Quando o órgão faz exigências, ele está educando a empresa e a cultura empresarial para que entendam que deve fazer algo tecnicamente perfeito.

Após o crime ambiental ocorrido em Mariana, a assembleia legislativa de Minas Gerais discutiu a situação das barragens no estado e houve afirmações de que a tecnologia utilizada nessas estruturas estava defasada. Considerando que a barragem rompida foi construída em 1976, você concorda com essa afirmação?

Nós temos três métodos de construção de barragens de rejeitos que são muito utilizados: alteamento a jusante, alteamento a montante e o alteamento na linha de centro. Acredito que esse alteamento a montante, que já foi muito utilizado, e o na linha de centro são dois métodos construtivos que talvez devam ser revistos e banidos, principalmente o a montante. Existem dúvidas em relação a esse método, não é um consenso na comunidade, tanto que a norma ABNT fala que não é recomendado o alteamento a montante, pois você coloca o maciço da barragem (área/estrutura da barragem) sobre rejeito. Então você tem uma dificuldade muito grande ter o controle do que está acontecendo internamente dentro da barragem. O rejeito é um material mole, inadequado para colocar um maciço de barragem em cima.

Em termos de métodos de monitoramento, sabemos que tem sido investido muito em sensores. Temos equipamentos que conseguem detectar problemas. É estranho que, pelas informações que foram passadas, essa barragem tinha esses sensores e mesmo assim a sirene não tocou, não houve um aviso. Então aconteceu um erro, tanto que, recentemente, com a barragem 6, a sirene funcionou.

A Vale afirma que a barragem de número 6, próxima ao local, está sendo drenada e não corre mais riscos. Já é possível descartar a possibilidade de um novo desastre?

É muito complicado porque o rompimento da barragem 1 afetou boa parte da fundação da barragem 6, que está sendo drenada para reduzir as chances de um desastre ainda maior. Há um buraco no meio da barragem. Então eu não falaria que ela não corre risco nenhum, mas é preciso ver qual categoria de risco estão utilizando. Temos técnicos no local e temos que acreditar no trabalho deles. Apenas olhando, eu não conseguiria reduzir o risco de ruptura, mas também não estou no local para avaliar a situação. Temos que buscar sempre a prevenção.

O Rio Doce sobre até hoje com a degradação causada pelo crime ambiental em Mariana. Será possível reverter os impactos causados no Córrego do Feijão e no rio Paraopeba?

Voltar ao que era é muito difícil, principalmente na área atingida pela lama. Primeiramente, você depende de quanto dinheiro se tem. Recuperar é possível, mas depende do montante a ser investido. É um processo extremamente longo, levam décadas para recuperar, principalmente para o Córrego do Feijão e aquela região que foi atingida diretamente, onde ficou acumulada a maior parte do rejeito. No rio Paraopeba é possível fazer um processo um pouco mais rápido, mas é preciso lembrar que temos cerca de 10 a 15 metros de rejeito acumulado à montante e as chuvas ficarão carregando esse material. Então qualquer processo de recuperação dessa área levará décadas, como o caso de Mariana, e será preciso investimentos constantes. O problema é que é comum em governos termos atitudes no princípio, mas depois as políticas públicas serem descontinuadas. Esperamos que não aconteça novamente, mas a linha do atual governo é justamente essa. Está na pauta do governo privatizar a CPRM - Serviço Geológico do Brasil, o que é um total absurdo. É um serviço público para mapeamento de área de risco e de problemas ambientais, coisas que o setor privado não vai fazer, são funções do governo.

Com o sucateamento em instituições como o Serviço Geológico do Brasil, o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, a extinção da Mineropar, que estava se transformando no serviço geológico do estado do Paraná, vemos que esse tipo de política é equivocada. Os órgãos públicos precisam ter equipe técnica muito especializada e de referência. O serviço geológico brasileiro precisa ter investimento. Não podemos, por exemplo, aceitar um deputado ou senador ter 30 assessores e vários auxílios, enquanto temos um único técnico por setor para fazer vistorias de modo geral. É um absurdo termos 30 técnicos especialistas em barragens para fiscalizar o país inteiro e um único deputado ter 30 assessores. O antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), alguns meses atrás, não tinha dinheiro para pagar combustível, para ir para o campo, para pagar a luz e a água da unidade.

 

por Ricardo Andrade
Redação SINTPq

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2018 deixa legado de superação

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Apesar das dificuldades enfrentadas neste ano, o SINTPq chega ao fim de 2018 com muitos momentos de superação para celebrar. Em meio às restrições financeiras que a reforma trabalhista lhe impôs, o sindicato conseguiu manter sua luta e ampliar o número de associados.

Nas eleições realizadas em junho, uma diretoria com 45% de renovação foi eleita pelos sócios do SINTPq. São caras novas que chegaram com disposição para melhorar ainda mais o trabalho do sindicato.

O ano também foi marcado por vitórias, como a obtida na ação dos expurgos inflacionários da Sistel. Foram 14 anos de luta judicial e o resultado positivo beneficiou 109 funcionários e ex-funcionários do CPqD. A greve na Amazul foi outro momento de conquista, que conseguiu mobilizar centenas de trabalhadores e já obteve uma vitória no TRT. Ao que tudo indica, o desfecho também será positivo no TST.

A direção do SINTPq lutará para que 2019 também deixe um legado positivo para a instituição e para todos os profissionais da base e suas famílias. Fortalecer os laços de união e fraternidade na categoria será o compromisso do sindicato no ano que se inicia.

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Inflação e nova legislação dificultam negociações do segundo semestre

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Se em 2017 grande parte das campanhas salariais com data-base em novembro conseguiu ganhos reais nos salários, neste ano, o cenário foi dificultado com a inflação mais alta e os primeiros impactos da reforma trabalhista. Enquanto o IPCA acumulado em novembro do ano passado era de 2,7%, o atual está em 4,56%. Além disso, sindicato e trabalhadores precisaram resistir as tentativas de retiradas de benefícios.

Com o fim de diversas garantias legais, muitas empresas estão buscando reduzir benefícios e impor retrocessos nas relações de trabalho por meio de mudanças nos acordos coletivos. Neste quadro adverso, em muitas campanhas salariais, a manutenção dos direitos já existentes tornou-se o foco principal da negociação.

Felizmente, o SINTPq e os trabalhadores têm conseguido resistir até aqui, recusando as contrapropostas ruins e organizando mobilizações, como a greve realizada na Amazul.

A expectativa para o próximo ano é enfrentar dificuldades ainda maiores. A afirmação de que o trabalhador deve escolher entre emprego ou direitos, feita pelo presidente eleito, e o fim do Ministério do Trabalho deixam claro qual será a postura do governo em relação às pautas trabalhistas. Mais do que nunca, a união da categoria e o trabalho conjunto com o sindicato serão fundamentais.

Luta coletiva traz resultados

Em março, os profissionais da Amazul paralisaram suas atividades por três dias, iniciando um processo de dissídio coletivo de greve. No Tribunal Regional do Trabalho (TRT), sindicato e trabalhadores foram vitoriosos, com o tribunal determinando reajuste de 10,24%.

A empresa iniciou um recurso para suspender a aplicação da sentença enquanto recorria no Tribunal Superior do Trabalho (TST). No dia 03/12, a justiça decidiu pela aceitação parcial do recurso, garantindo o pagamento de 2,08% retroativos a janeiro. O reajuste de 10,24% segue no TST e ainda será julgado. Essa vitória parcial é resultado da mobilização dos trabalhadores e do SINTPq. Sem a greve, não haveria qualquer reajuste ou chance de vitória, uma vez que a proposta apresentada pela Amazul na época foi de 0%.

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Confraternização SINTPq reúne sócios e familiares em dia de lazer

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A chuva na manhã de sábado, dia 24 de novembro, parecia ameaçar a edição 2018 da Confraternização SINTPq. Mas os sócios e sócias do sindicato não se intimidaram e, junto com o sol, chegaram às 10h no Hotel Estância Atibainha, em Nazaré Paulista, para um dia de lazer e diversão. As fotos do evento já estão disponíveis na página do SINTPq no Facebook.

Confira as fotos da confraternização

Foram quase 500 participantes, entre associados e seus familiares e convidados, que puderam aproveitar as tradicionais atrações da festa: piscinas, sorteio de brindes, recreação para as crianças, boa comida, entre outras.

Também não faltaram atividades especiais, como tirolesa, trenzinho, trilhas ecológicas, caraoquê, pedalinhos e outras atrações conduzidas pelos monitores do hotel.

Visando conhecer as impressões dos associados sobre a festa, o Sindicato está promovendo uma pesquisa de opinião. Contribua com o SINTPq deixando suas opiniões e comentários.

A direção do SINTPq agradece aos associados, seus familiares e convidados que participaram da confraternização e tornaram esse dia ainda mais especial. Sem o apoio de cada um dos sócios e sócias do sindicato, seria impossível manter a luta por melhores condições de trabalho e a promoção de momentos de lazer, como o do último sábado.

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Consciência negra: Os desafios da inclusão social na ciência e tecnologia

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“Ao observarmos os registros fotográficos de nossa base, percebemos o quanto é preciso debater a questão racial em nosso meio. Por que temos tão poucos rostos negros no setor de ciência e tecnologia?” O questionamento de Filó Santos, diretora do SINTPq, é recorrente no campo da ciência e ganha ainda mais força com o dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro.

Segundo dados do CNPq, em 2015, estudantes negros representavam apenas 26% do total de bolsistas, sendo que no Brasil mais de 50% da população é negra. Na visão da ativista Bárbara Paes, pós-graduada em Cultura, Educação e Relações Étnico-Raciais e fundadora coletivo Minas Programam, dedicado a combater o machismo e discriminação na tecnologia, essa realidade é reforçada pela falta de políticas educacionais eficientes.

“Um primeiro apontamento que poderia ser feito é a quantidade ainda pequena de estudantes negros presentes no ensino superior. Uma segunda questão é a insuficiência das políticas de permanência na universidade, o que faz com que muitas pessoas negras não tenham condições de se dedicar a atividades de pesquisa”, comenta Bárbara.

Filó Santos ainda vê um longo caminho a ser percorrido até uma satisfatória inclusão social no setor tecnológico. Segunda ela, o SINTPq e demais entidades podem e devem contribuir com o desenvolvimento de políticas públicas que estimulem esse processo.

“É importante para o SINTPq debater a questão racial, buscando colaborar e apoiar políticas públicas que possam promover mudanças estruturais e culturais importantes na construção de um país mais justo. Na área específica de ciência e tecnologia, é interessante o sindicato apoiar programas que incluam jovens negras e negros, do ensino fundamental ao ensino superior, em cursos da área tecnológica. Dessa forma, talvez possamos ter a satisfação de ver nossa base ampliar o número de trabalhadoras e trabalhadores negros. Uma coisa é certa, todos, sociedade e ciência, ganham com a diversidade. ”

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Acompanhe as novidades da semana nas campanhas salariais

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Confira os recentes desdobramentos das campanhas salariais do SINTPq:

SIDI: Com expressiva votação contrária à contraproposta da empresa, os profissionais do SIDI deixaram claro que não aceitarão condições insatisfatórias no Banco de Horas e nos benefícios. A rejeição foi deliberada em assembleia nesta segunda-feira, dia 21, após avaliação das condições apresentadas. Os trabalhadores e trabalhadoras presentes definiram os seguintes pontos para fechar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), incluindo o Banco de Horas:

  • • Acesso do sindicato ao balanço mensal do Banco de Horas (com números totais, e não individuais);
  • • Pagamento de horas extras nas viagens (sem inclusão em Banco de Horas);
  • • Vale Refeição no valor de R$ 820,00;
  • • Aumento para 5% no percentual da empresa na Previdência Privada;
  • • Teto de 20 horas no Banco;
  • • Concessão de mais quatro meses de prazo para compensação das horas quando o trabalhador estiver em débito;
  • • Limite de duas horas em Banco também aos sábados;
  • • Incluir na carta compromisso sobre o bônus um prazo para apresentação de resposta.

Cargill: Em reunião negocial nesta sexta-feira, a direção da Cargill apresentou nova proposta, aumentando o valor do VA para R$ 180,00. Nova assembleia acontece no dia 31/01, às 9h, na sede da empresa.

FACTI: Os profissionais da FACTI voltarão a avaliar a contraproposta da empresa nesta sexta-feira, dia 25. A assembleia acontece às 14h30, no auditório do CTI.

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#ElesNão: Confira os parlamentares de São Paulo que votaram contra seus direitos

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Parlamentares que votaram a favor de projetos de lei que retiraram os direitos dos trabalhadores e da parcela mais pobre da população brasileira, como a reforma Trabalhista, que acabou com 100 itens da CLT, estão tentando a reeleição para voltar ao Congresso Nacional pedindo votos justamente para os trabalhadores e trabalhadoras que traíram. Confira o nome de cada um deles.

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Inscrições para a confraternização 2018 estão abertas

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Atenção, sócios e sócias do SINTPq! As inscrições para a confraternização 2018 foram prorrogadas até 19 de outubro. O evento acontece no dia 24 de novembro, das 10h às 17h. 

Acesse o formulário de inscrição.

Neste ano, a festa acontece no Hotel Estância Atibainha, localizado na cidade de Nazaré Paulista. O evento é dedicado aos sócios do SINTPq e há anos promove um dia de lazer e integração para suas famílias. Para garantir mais comodidade a todos, o sindicato disponibilizará transporte, saindo de Campinas e São Paulo, para os associados que tiverem interesse.

Em função da redução das receitas do sindicato, a festa deste ano terá a participação financeira dos associados, que contribuirão com R$ 20,00 por pessoa (sócio e dependentes). O objetivo do SINTPq é adequar a confraternização à sua nova realidade financeira e, ao mesmo tempo, manter o nível das atrações.

O local escolhido para este ano contará com alimentação completa, DJ, atividades recreativas e um amplo espaço com piscinas, lago com pedalinhos, estábulo, tirolesa, entre outras atrações. Não perca tempo! Reserve o dia 24/11 em sua agenda e realize sua inscrição. Contamos com sua presença.

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