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120 anos de IPT: Uma trajetória de compromisso social e resistência

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O Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT está completando 120 anos de uma história marcada por significativas contribuições à sociedade e muitos desafios. Desde o tempo de laboratório de resistência dos materiais, criado em 1899 pelo Dr. Antônio Francisco de Paula Souza, o instituto se destaca dando suporte às políticas públicas e ao setor produtivo em diferentes áreas.

Hoje, o Governo do Estado de São Paulo tem planos de promover a abertura de seu campus, na capital paulista, para a instalação de startups por meio de parcerias público-privadas, conforme relatado na reportagem da revista EXAME desta quinzena. Estas parcerias serão constituídas à luz da Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Decreto nº. 62.817, de 04/09/2017). 

A longevidade do instituto está alicerçada em seu patrimônio humano, responsável direto pela qualidade e credibilidade alcançadas ao longo de 120 anos. Durante esse período, as histórias do SINTPq e do IPT se conectaram. É no instituto que o sindicato possui sua maior representatividade, com mais de 250 associados e uma trajetória de mobilizações e muitas conquistas. Essa relação começou em 1993, quando o SINTPq ainda completava três anos de atuação, com o início da representação e das negociações coletivas.

Personagem de destaque na história do SINTPq e do IPT, o ex-dirigente sindical Geraldo Antunes atua no instituto desde 1979. Ele presenciou e participou de momentos significativos na história da instituição, como a instrumentação de barragens na década de 1980, trabalho em plataformas offshore para a Petrobras nos anos 1990, desenvolvimento de tecnologias para áreas contaminadas, entre outros.

Infelizmente, essa linha do tempo não conta apenas com momentos positivos. Desde a décadas de 1990, o IPT sofre com projetos de desmonte do Estado e cortes orçamentários. “Foram muitas campanhas salariais com greves e lutas ainda mais dramáticas quando o IPT queria demitir dezenas, às vezes centenas, de empregados produtivos! Os enfrentamentos que buscaram impedir essas demissões foram os mais traumáticos e marcantes. Posso, citando Darcy Ribeiro, afirmar que de todas as lutas, nenhuma vencemos totalmente, mas odiaria estar do outro lado”, recorda Geraldo.

Caminhando juntos

José Paulo Porsani • Presidente do SINTPq

O IPT foi para a sociedade brasileira a marca do desenvolvimento e do respeito pela pesquisa de interesse público. Para o sindicato, ele representa uma oportunidade de termos na nossa categoria profissionais tão engajados na luta desses interesses e que buscam a soberania nacional em C&T. Esperamos que as lideranças da instituição resgatem este espírito e firmem compromisso para que o IPT continue sendo uma instituição tão relevante para o país na pesquisa e desenvolvimento.

 

Geraldo Antunes • Trabalhador do IPT e ex-dirigente do SINTPq

O IPT fez sua própria história ao participar de todos os momentos da vida do povo paulista e brasileiro! Sobre o futuro, sou realista e também otimista. Projeto a continuidade da luta cotidiana das instituições públicas de pesquisa do estado de São Paulo com a dificuldades de manutenção das verbas necessárias para sobreviver e a venda de serviços tecnológicos de qualidade para fechar a conta no final de cada ano.

 

Priscila Leal • Trabalhadora do IPT e dirigente do SINTPq

A missão do IPT de ser o braço tecnológico do governo do Estado, mantendo sempre seu caráter público e idoneidade a serviço da sociedade, é mantida à duras penas pelas trabalhadoras e trabalhadores, resistindo às mais diversas dificuldades. Vejo nestes trabalhadores e o resultado de seu esforço, o IPT, meu incentivo para continuar na luta pela perenização do Instituto. Ao IPT, neste seu aniversário, desejo a garantia de recursos orçamentários para que se cumpra sua missão, a realização de concursos públicos que possibilitem a substituição de seu recurso mais precioso, a manutenção de seus jovens talentos por meio de plano de carreira operante e que se liberte de todos os preconceitos de gênero permitindo que todos os funcionários, sem distinção, possam fazer uso de seus benefícios. E que venham mais 120 anos!

 

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Greve Geral: Paralisações contra a reforma da previdência ocorrem em todo o país

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O país amanheceu em greve geral convocada pelas centrais sindicais, com o apoio de organizações sociais e estudantis, contra a reforma da Previdência e os retrocessos promovidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

Além do direito à Previdência e à aposentadoria digna, a greve desta sexta-feira (14) reivindica o fim do arrocho na educação pública, o respeito à soberania nacional e medidas efetivas para a retomada econômica, com criação de empregos de qualidade e garantia de renda para os trabalhadores.

O SINTPq esteve presente em diferentes mobilizações. Em Campinas e região metropolitana, diretores do sindicato fortaleceram a paralisação realizada pelos petroleiros na refinaria Replan, o movimento ocorreu nas primeiras horas do dia. Pouco depois, a partir das 10h30, o sindicato acompanhou a concentração realizada no Largo do Rosário, no centro da cidade. Na capital paulista, também no começo da manhã, o SINTPq esteve no portão 1 da USP, em manifestação junto aos estudantes, professores e entidades representativas atuantes na universidade.  

Em dezenas de capitais, não houve transporte público. Em muitas cidades, os serviços funcionam parcialmente. A lista de trabalhadores mobilizados é extensa: bancários, professores, metalúrgicos, trabalhadores da educação, estudantes e docentes de universidades federais e estaduais, trabalhadores da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos, portuários, motoristas, cobradores, eletricitários, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros, metroviários, entre outros.

Confira algumas paralisações realizadas por todo o país

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Estações de Metrô em SP começaram o dia paralisadas

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DF amanhece deserto nesta sexta 14

Bloqueio no cruzamento da rodovia que liga Campinas a Paulínia com a rodovia Dom Pedro I

Volkswagen parada! Greve Geral em São Carlos-SP

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Pindamonhangaba - Metalúrgicos, Químicos e Servidores realizaram uma paralisação conjunta de todo o Distrito Industrial do Feital, que envolve apenas no turno da manhã 1.500 trabalhadores de 9 fábricas, sem contar as empresas terceirizadas.

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Terminais de ônibus vazios em Sorocaba

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Trabalhadores de transporte urbano Campo Grande-MS estão aderindo à Greve

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Em São Paulo, bancários cruzam os braços

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7 motivos para apoiar a Greve Geral de 14/06

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A mobilização que acontece dia 14 de junho é uma convocação ao cidadão brasileiro para lutar pela manutenção dos seus direitos, adquiridos com muito esforço ao longo dos anos e que serão aniquilados se a sociedade não reagir. Listamos os principais motivos para apoiar o movimento:

1- Fim da seguridade social

A Greve Geral é um coletivo de categorias contra esta proposta de reforma da previdência, que favorece privilégios em detrimento de direitos do cidadão. Uma reforma deve nascer para melhorar uma condição, não ser uma destruição do sistema de seguridade social.

A reforma não ataca somente os aposentados como também outros beneficiários, por exemplo, viúvas, órfãos, doentes e acidentados; além de acabar de vez com a aposentadoria por invalidez. Outro fator é o fim da aposentadoria por tempo de contribuição e o aumento da idade mínima, o cidadão terá que trabalhar mais e sequer receberá um valor digno.

2 - Capitalização da Previdência

A transição para o regime de capitalização tende a custar cerca de 1 trilhão aos cofres públicos.  A ideia de economia e austeridade pública vendida pelo governo é falaciosa. Não podemos deixar que mais gastos sejam promovidos para satisfazer um neoliberalismo desenfreado.

O Chile, que realizou essa mudança nos anos 1980, é um exemplo de como o regime de capitalização é insustentável. Hoje, 90% dos aposentados chilenos recebem metade de um salário mínimo e o governo precisa aportar recursos no sistema para a garantir condições dignas aos idosos.

3 - Contra os cortes

A luta em defesa do sistema público de educação e pela ciência nacional não pode parar, e a Greve Geral é mais um capítulo de mobilização contra cortes que afetam profundamente a educação, saúde, produção científica e tecnológica.

Em março o MCTIC perdeu 41,9% dos seus recursos. De uma só vez, o Governo Federal ameaça o presente e o futuro da ciência brasileira, cortando recursos dos atuais pesquisadores e comprometendo a formação dos futuros trabalhadores da ciência.

4 - Contra o ataque aos sindicatos

Os sindicatos são os responsáveis pela manutenção e elevação dos índices salarias no agregado. Sem os sindicatos o trabalhador não terá como se defender sozinho da inevitável onda de precarização, pressionada pela política neoliberalizante. A reforma trabalhista, a MP n. 873, o pacote de maldades do ministério da justiça para repressão de manifestações são medidas que visam agredir os interesses dos trabalhadores.

5 - Precarização do trabalho

O atual governo a cada dia precariza mais as condições de trabalho. A proposta de redução de 90% das NR’s, normas que garantem a segurança nos ambientes laborais, é uma afronta ao trabalhador que corre riscos para sustentar sua família.

6 - Por uma política de pleno emprego

Atualmente, 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas em todo o país. Ao invés de atacar a febre, o governo reclama do termômetro (IBGE). A mobilização é um ato que busca propostas que, de fato, contribuam para aquecer a economia e gerar emprego.

7 - Pela soberania nacional

O desmonte de estatais promovido pela privatização de importantes empresas para o desenvolvimento do país vai na contramão do princípio de soberania, alicerce de nossa constituição.

O SINTPq apoia a Greve Geral e convida todos os trabalhadores que atuam em pesquisa, ciência, tecnologia e inovação a apoiarem o movimento no dia 14 de junho, participando das manifestações, conversando com seus colegas e fortalecendo as ações nas redes sociais.

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2º Tsunami da Educação toma as ruas e prepara Greve Geral

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O segundo ato do #tsunamidaeducação levou o povo brasileiro às ruas contra os cortes de verbas na educação e contra a reforma da previdência. Em Campinas, as manifestações ocorreram nas ruas do centro e o SINTPq esteve novamente presente para defender os investimentos em pesquisa e a seguridade social.

Atos como esse aconteceram em quase 200 cidades de norte a sul do Brasil ao longo da última quinta-feira (30), reunindo milhares de pessoas.

Em São Paulo, uma multidão se reuniu no fim da tarde, no Largo da Batata, na zona oeste da cidade. O ato teve apoio de diversas centrais sindicais, além do sindicato dos professores de São Paulo, saúde, entre outros.

Os protestos também serviram de convocatória para a Greve Geral contra as medidas de redução de direitos do governo de Jair Bolsonaro (PSL), no dia 14 de junho.

Confira os atos no interior de São Paulo e nos demais estados dos país

A imagem pode conter: 2 pessoas, multidão e atividades ao ar livre

Na cidade de Campinas, o ato contra os cortes na educação e a reforma da Previdência reuniu milhares de pessoas no Largo do Rosário.

Em Sorocaba, os estudantes gritaram que "Balbúrdia é seu 'desgoverno'", "Quem não se informa, aceita qualquer reforma!"

UNE

Em Boituva, o recado dos estudantes do Instituto Federal foi curto e direto: tira a mão do meu IF! 

Salvador - BA

Elziane França   

São Luís - MA

Elielson Silva

Belém - PA

Recife - PE

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30 de maio: Confira a agenda de atos pela educação e previdência

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A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) convocaram mais um dia de luta nesta quinta-feira (30) contra os cortes na educação e contra a reforma da Previdência que praticamente acabam com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros.

A CUT e entidades filiadas como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) aderiram ao dia de luta e estão organizando suas bases para participar, assim como outras centrais sindicais.

De acordo com dados da UNE e das CUTs estaduais, já tem manifestações confirmadas em 24 capitais e 45 municípios no interior e no litoral do país.

Confira os atos marcados no estado de São Paulo:

São Paulo (SP) – Largo da Batata às 17h

Campinas (SP) – Largo do Rosário às 17h

Avaré (SP) – Largo São João às 18h

Botucatu (SP) – Praça da Catedral Metropolitana às 17h

Caçapava (SP) – Praça da Bandeira às 9h

Jundiaí (SP) – Praça Matriz às 10h

Piracicaba (SP) – Praça José Bonifácio às 17h

Ribeirão Preto (SP) – Em frente ao Teatro D. Pedro às 15h

Santo André (SP) – E.E. Americano Brasiliense às 12h

Santos (SP) – Estação Cidadania – Ana Costa, 340 às 18h

São Carlos (SP) – Praça Coronel Salles às 9h

São José do Rio Preto (SP) – Em frente à Câmara Municipal às 18h30

São José dos Campos (SP) – Praça Afonso Pena às 16h

Sorocaba (SP) – Praça Cel. Fernando Prestes às 13h

Taubaté (SP) – Praça Santa Terezinha às 17h

Ubatuba (SP) – Calçadão do Centro da Cidade às 17h

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SINTPq lança podcast voltado para a categoria

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Buscando levar mais informação aos trabalhadores e trabalhadoras, o SINTPq lançou seu próprio podcast, intitulado SindCast. O programa abordará assuntos relacionados ao direito do trabalho e questões específicas da categoria.

O projeto tem um perfil interativo. Assim que o tema do episódio é escolhido, os trabalhadores da base são convidados a enviar dúvidas e comentários relacionados.

Para responder as questões levantadas, o SINTPq entrevista especialistas no assunto, que podem ser convidados ou profissionais do próprio sindicato. Finalizado, o SindCast é compartilhado quinzenalmente via WhatsApp, Newslatter e também no site do sindicato.

Para participar, basta entrar em contato com o SINTPq pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou via WhatsApp (19 97416-5418).

Quatro episódios já estão disponíveis, confira abaixo.

SindCast #03 - Conheça os detalhes da periculosidade, insalubridade e aposentadoria especial

Segurança e saúde dos trabalhadores e trabalhadoras são o tema do SindCast #03. Neste programa, o SINTPq conversou com Norton Martarello, engenheiro de segurança do trabalho com mais de 35 anos de experiência e parceiro de longa data do sindicato. 

 

SindCast #02 - Rescisão do contrato de trabalho

Saiba os aspectos do término do contrato trabalhista, como os direitos e procedimentos na demissão convencional, por justa causa, pedido de demissão, PDI e PDV. Para responder esses tópicos, o programa conta com a participação dos diretores sindicais Régis Norberto e Priscila Leal, que possuem vasta experiência em homologações e nos diferentes aspectos da rescisão contratual.

 

SindCast #01 - Entenda as ações de revisão do FGTS

Nesta edição, o programa aborda as ações de revisão do FGTS e algumas especificidades desse importante direito. Durante a última semana, profissionais da categoria enviaram dúvidas sobre o tema. Para responder esses questionamentos, o SindCast conta com a participação do advogado Dr. José Antônio Cremasco, maior referência em direito trabalhista de Campinas e região.

 

Piloto - Direitos das mães e gestantes

Em função do dia das mães, celebrado na época do lançamento, o tema do episódio piloto foi dedicado aos direitos trabalhistas das mães e gestantes.

 

 

Roteiro, Produção e Edição
Secretaria de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia-SP
• Ricardo Andrade - MTb 0081389/SP
• Fagner Silva
Contato, sugestões e dúvidas: (19) 97416-5418

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SINDCAST: O Podcast do SINTPq

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O SindCast é o mais novo projeto da comunicação do SINTPq. O objetivo é levar informação aos profissionais da categoria, abordando temas relacionados ao direito do trabalho e diferentes aspectos das relações laborais.  

SindCast #04 - Saiba mais sobre os direitos e regras relacionados às férias

Tirar férias é um assunto agradável para todos, não é mesmo? Entretanto, esse merecido descanso envolve uma série de normas previstas na CLT e nos Acordos Coletivos de Trabalho. A edição #04 do SindCast aborda essas questões e comenta algumas especificidades desse direito fundamental do trabalhador. 

 

SindCast #03 - Conheça os detalhes da periculosidade, insalubridade e aposentadoria especial

Segurança e saúde dos trabalhadores e trabalhadoras são o tema do SindCast #03. Neste programa, o SINTPq conversou com Norton Martarello, engenheiro de segurança do trabalho com mais de 35 anos de experiência e parceiro de longa data do sindicato. Se você deseja saber mais sobre periculosidade, insalubridade e aposentadoria especial, não deixe de conferir esse episódio.

 

SindCast #02 - Rescisão do contrato de trabalho

Conheça os detalhes do término do contrato trabalhista, como os direitos e procedimentos na demissão convencional, por justa causa, pedido de demissão, PDI e PDV. Para responder esses tópicos, o programa conta com a participação dos diretores sindicais Régis Norberto e Priscila Leal, que possuem vasta experiência em homologações e nos diferentes aspectos da rescisão contratual.

 

SindCast #01 - Entenda as ações de revisão do FGTS

Nesta edição, o programa aborda as ações de revisão do FGTS e algumas especificidades desse importante direito. Durante a última semana, profissionais da categoria enviaram dúvidas sobre o tema. Para responder esses questionamentos, o SindCast conta com a participação do advogado Dr. José Antônio Cremasco, maior referência em direito trabalhista de Campinas e região. 

 

Piloto - Direitos das mães e gestantes

Em função do dia das mães, o tema foi dedicado aos direitos trabalhistas das mães e gestantes. Confira a primeira edição e nos ajude enviando comentários, críticas e sugestões.

 

 

 

Roteiro, Produção e Edição
Secretaria de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia-SP
• Ricardo Andrade - MTb 0081389/SP
• Fagner Silva
Contato, sugestões e dúvidas: (19) 97416-5418

 

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Greve Nacional da Educação ocupa as ruas de todo o país

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Milhares de pessoas se reuniram na manhã de quarta-feira, dia 15, no centro de Campinas para lutar contra os retrocessos promovidos pelo Governo Federal na educação, ciência e seguridade social. O SINTPq esteve presente fortalecendo essa importante batalha junto com os professores, universitários, secundaristas, sindicatos e movimentos sociais. Um dos principais motivadores do movimento é o recente corte de 30% nas verbas do ensino superior e da pesquisa brasileira. 

Outras cidades da região aderiram à greve e tiveram atos contra o bloqueio, como Paulínia, Hortolândia, Araraquara, São Carlos e Rio Branco. Segundo o Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo (Afuse), a maioria das escolas estaduais suspenderam suas aulas em favor do movimento.

Na capital paulista, mais de 100 mil pessoas tomaram a Avenida Paulista no começo da tarde. A tag #TsunamiDaEducação ocupa o topo do Twitter Brasil desde o início da manhã e a segunda posição no ranking mundial. A tag dialoga com o tamanho da mobilização que tomou conta das escolas, institutos federais, universidades, praças, ruas e avenidas das capitais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal, além de centenas de cidades do interior do país.

Em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, mais de 100 mil pessoas ocuparam a Praça da Estação nesta manhã pela aposentadoria e por uma educação pública e de qualidade. Em Fortaleza, no Ceará, outros 100 mil tomaram as ruas contra os cortes na educação e contra o fim da aposentadoria. Na capital paranaense, em Belém, 60 mil protestaram e mandaram um recado ao governo de Bolsonaro: não mexam na educação e na aposentadoria do povo.

A capital baiana também ficou lotada, com mais de 50 mil pessoas, entre professores, estudantes e trabalhadores de outras categorias, que saíram em caminhada pelas ruas de Salvador. Na Paraíba, além da capital, João Pessoa, que teve protestos com mais de 30 mil pessoas, outras 17 cidades, como Campina Grande, Sousa e Areia, participaram da greve nacional.

O apoio da população brasileira, que não quer a reforma da Previdência e acredita que o investimento na educação é o caminho para o desenvolvimento do país, fortaleceu ainda mais a mobilização, que é um esquenta para a greve geral do dia 14 de junho.

A Greve Nacional da Educação foi convocada em abril pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE) e teve início em escolas do ensino básico, fundamental e médio das redes pública estadual e municipal de todo o país. Após o anúncio dos cortes de recursos na educação, na semana passada, a paralisação foi ampliada com a adesão de profissionais do ensino superior, técnico e de escolas da rede privada. Todos pararam completamente as atividades nesta quinta-feira (15).

Confira imagens das manifestações pelo Brasil

Na Av. Paulista, professores e estudantes aprovam greve geral no dia 14 de junho

São Paulo - Vão livre do MASP

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Brasília - Esplanada

Salvador

Curitiba

 

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1° de maio: SINTPq marca presença nas mobilizações

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A imagem pode conter: 6 pessoas, pessoas sorrindo, sapatos, árvore e atividades ao ar livre

1º de maio é dia de lutar pelos nossos direitos e foi isso que o SINTPq fez na manhã de ontem. Representado pelos diretores Paulo Porsani, Filó Santos, Márcio Martins, Celso Lacroux, Nilson Bueno, Katiucia Zanella e Edson Nakamura, o sindicato participou de manifestação promovida pelas centrais sindicais no centro de Campinas. O mote da atividade foi a luta contra a "reforma" da previdência e a precarização do trabalho.

A data foi marcada por diversas atividades em todo o território nacional, ao menos 10 estados registraram ato unificado contra a proposta da previdência do governo de Bolsonaro.

Em São Paulo houve ato unificado no Vale do Anhangabaú, evento que contou com a presença de artistas, como Leci Brandão, Simone e Simara, Paula Fernandes, Toninho Geraes, Mistura Popular, Maiara e Maraísa, Kell Smith, e Júlia e Rafaela.

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Mais de 200 mil trabalhadores participaram deste ato, aprovando, por unanimidade, a greve geral no dia 14 de junho contra a “reforma” da previdência. “Está aprovado! O Brasil irá parar em defesa do direito à aposentadoria dos brasileiros e das brasileiras. A única forma de barrar essa reforma é fazer o enfrentamento nas ruas. É greve geral”, destacou o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, que conduziu a votação junto aos trabalhadores e trabalhadoras.

Freitas comentou no ato que para se resolver o problema de arrecadação de dinheiro, as centrais sindicais têm uma proposta de reforma tributária para apresentar.

“Se Guedes quer arrecadar R$ 1 trilhão que vá tributar os ricos e milionários que têm jatinho, avião e jet ski. Não venha querer tirar do povo trabalhador”, ressaltou Vagner, reforçando que a proposta de reforma Tributária das centrais foi construída em conjunto com a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal).

Com informações da Central Única dos Trabalhadores

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1º de maio unificado será no Vale do Anhangabaú

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O Dia Internacional do Trabalhador será histórico este ano. Pela primeira vez, a CUT e demais centrais sindicais – Força Sindical, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT -, além das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, estarão juntas no ato unificado do 1º de maio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 10h.

O evento conta com o apoio da Rádio Top FM, Rede Brasil Atual e TVT e terá apresentações artísticas e culturais. Entre os artistas confirmados estão Leci Brandão, Ludmilla, Simone e Simaria, Paula Fernandes, Toninho Geraes, Mistura Popular, Maiara e Maraísa, Kell Smith, e Júlia e Rafaela.

A mudança se dá por recomendação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da Polícia Militar e outros órgãos públicos, a partir da configuração do evento e da expectativa de público deste ano já que, pela primeira vez na história, os movimentos e entidades sindicais – principalmente a CUT e a Força Sindical - organizam o Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em um único local.

A unidade das centrais se dá em torno da luta contra a reforma da Previdência proposta por Jair Bolsonaro (PSL) que, na prática, pode impedir os brasileiros de acessarem o direito à aposentadoria ao estabelecer regras difíceis de serem atingidas.

Neste sentido, as organizações também trazem como mote do evento a defesa dos direitos trabalhistas, a luta por emprego, direitos sociais, democracia e soberania nacional.

Confira as atividades no estado:

Campinas

9h30 – Concentração no Largo do Pará com caminhada até o Largo da Catedral
10h30 – Ato no Largo da Catedral
11h – Ida ao 1º de maio em São Paulo, no Vale do Anhangabaú
*A Missa dos Trabalhadores na Catedral será das 9h às 10h30

Osasco

6h30 - 11º Desafio dos Trabalhadores, tradicional corrida e caminhada de rua do dia 1º de maio, com concentração a partir das 6h30.

São Bernardo do Campo

Ação Inter-religiosa
9h - Concentração na Rua João Basso, 231, com procissão até a Igreja da Matriz
9h30 - Missa

Sorocaba

14h às 22h - O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) organiza um ato político-cultural no Parque dos Espanhóis, com a presença de Ana Cañas, Detonautas, Francisco El Hombre, entre outros.

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