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Comunicação

Eleições do SINTPq acontecem em 2015

O SINTPq realiza neste ano mais um processo eleitoral, no qual será definida a nova diretoria que estará à frente do sindicato pelo triênio 2015-2018. As eleições ocorrerão no mês de junho.

Para concorrer, as chapas devem ser compostas por 07 candidatos à direção executiva e 07 suplentes, e conselho fiscal composto por 03 titulares e 03 suplentes, totalizando 20 trabalhadores.

Atualmente o SINTPq representa os trabalhadores de 27 empresas nas áreas de pesquisa, ciência, tecnologia e inovação. Também neste ano o SINTPq comemora 25 anos.

O edital com as regras e outras orientações serão publicados em breve em jornal de grande circulação no Estado de São Paulo e no site do SINTPq.

Mudança no Seguro Desemprego pode atingir 26,58% dos trabalhadores

As novas regras para a concessão do Seguro Desemprego, fixadas pela MP 665, podem diminuir o acesso ao benefício em 26,58%. O número foi divulgado hoje (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego e calculado a partir da base de dados do benefício em 2014.

No ano passado, um total de 8.553.733 trabalhadores requereram o Seguro Desemprego com base nas regras antigas. Se as novas regras fossem aplicadas neste mesmo universo de pessoas, o que se configura um cenário real de requisição do benefício, já que nem todos os trabalhadores que se desligam dos empregos recorrem ao Seguro, 2.273.607 pessoas não receberiam o benefício. “Esse é um cenário com base nos dados do Seguro Desemprego, que está mudando para defender um patrimônio do Trabalhador, que é o FAT. Nenhum direito está sendo suprimido”, comentou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias.

O novo modelo, no entanto, garante o benefício à maior parte das pessoas que buscam o Seguro Desemprego pela primeira vez. Pela análise dos técnicos do MTE, 1.831.308 trabalhadores continuariam recebendo o Seguro, por terem recebido 18 salários ou mais em 24 meses. Isso representa 50,47% do universo de 3.628.382 requerentes do benefício pela primeira vez.

Entre os que requerem o Seguro pela segunda vez, o volume de pessoas enquadradas nas novas regras seria ainda maior: 66,81%. Pelo menos 1.258.542 solicitantes teriam acesso por terem recebido 18 salários ou mais. Isso representa 50,48% do universo de 2.493.299 trabalhadores nestas condições. Além disso, outros 407.065 trabalhadores acessariam o benefício por terem recebido de 12 a 17 salários no período. Esses representam 16,33% dos beneficiados do grupo de segunda vez.

Ficariam sem acesso ao benefício, 1.048.630 trabalhadores de primeira solicitação, que receberam entre 6 e 11 salários (28,9% da base de 3.628.382 trabalhadores). Outros 552.880 (15,24% da base de 3.628.382 trabalhadores) não receberiam o Seguro na primeira vez por terem percebido entre 12 e 17 salários). Entre os requisitantes de segunda vez, ficariam sem acesso, pelas novas regras, 672.097 pessoas (26,96% da base de 2.493.299 trabalhadores).

Em 2014, já foram negados pedidos de benefício para 195.564 trabalhadores que não tinham recebido no mínimo 6 salários na primeira solicitação e para 155.595 que não tinham recebido 6 salários na segunda solicitação. Estes, pelas regras colocadas pela MP 665, também ficariam de fora se requeressem o Seguro Desemprego a partir do próximo mês de março, quando as medidas entram em vigor.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Pesquisa aponta inovação como prioridade da Geração Y

A consultoria Deloitte divulgou uma pesquisa mundial a respeito do que é essencial para o crescimento da economia e dos negócios. As perguntas foram feitas para a chamada geração “Millenial”, recém egressa das faculdades e ainda em transição no mercado de trabalho.

Para 78% deste público, futuros líderes do mundo, o fator determinante é a inovação. Foram mais de cinco mil entrevistas com os profissionais da geração Y (nascidos entre 1982 e o começo da década de 1990) de 18 países, inclusive o Brasil.

Mesmo com o ambiente de incertezas econômicas do mundo, apenas 26% desses jovens acham que os líderes estão fazendo o suficiente para encorajar práticas que promovam a inovação. “A concorrência no mundo está cada vez maior. Ou as organizações acompanham as inovações promovendo novas ideias que prosperem ou acabarão perdendo espaço”; explica Milton Da Vila, líder da prática de inovação da Deloitte.

O estudo revela ainda que 84% dos futuros líderes consideram que as inovações têm um impacto positivo na sociedade e 65% acreditam que as atividades de organizações e mesmo empresas comerciais beneficiam a sociedade de alguma maneira. Quase metade dos entrevistados (45%) acredita que as inovações geram mais impacto positivo na sociedade do que as inovações do governo (18%) e das entidades acadêmicas (17%).

Talento como um catalisador para a inovação

A inovação é considerada um fator importante para o recrutamento e retenção de um talento. Dois terços dos entrevistados disseram que a inovação é um fator chave para uma organização escolher seus colaboradores. No entanto, as divergências apareceram quando os entrevistados foram questionados sobre os pré-requisitos para a inovação:

• 39% acreditam que para inovar é necessário investir em incentivos e recompensas para novas ideias e criatividade
• 34% dizem que para obter um ambiente de trabalho inovador é preciso oferecer tempo livre para os funcionários se dedicarem ao aprendizado e à criatividade
• 32% consideram a abertura de desafios e a liberdade de criação como chave para a inovação
• 42% acreditam na importância de incentivar o pensamento inovador em todos os níveis da organização

A realidade mostra que o processo de transição dos antigos para os novos líderes é contínuo. Conforme as novas gerações assumem as lideranças, a visão vai mudando. A geração Y sinaliza muito mais convicção a respeito da importância de investimentos em pesquisa, busca de conhecimento e associação livre de ideias em benefício direto e imediato da sociedade.

Variações de acordo com países e setores

Os entrevistados que fazem parte dos países do BRICS consideram-se inovadores, bem como suas organizações. Já os entrevistados do Japão classificam suas empresas abaixo da média em quase todos os aspectos da inovação: 70% dos entrevistados nos países do BRICS classificam seus empregadores como inovadores, enquanto no Japão apenas 25% os classificam desta maneira.

• Seis em cada dez (62%) entrevistados se descrevem como inovadores, começando pela a Índia (81%), Tailândia (79%), África do Sul (78%) e Brasil (77%) até o Japão (24%).
• 65% dos entrevistados consideram que suas empresas promovem benefícios para a sociedade, liderada pelo Brasil (83%), Índia (74%) e Alemanha (73%). Apenas 46% responderam afirmativamente na Coreia do Sul.
• Os setores considerados mais inovadores são: tecnologia, mídia e telecomunicações (52%); bens de consumo / serviços (47%) e de produção (37 por cento).
• Os setores considerados como os que mais necessitam de inovação são: educação (27%); energia elétrica (18%), e o governo (17%).

Pesquisa aponta crescimento no uso da internet por meio dos smartphones

Pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) aponta crescimento no uso da internet por meio dos smartphones. A edição 2015 do levantamento mostrou que 66% dos entrevistados usaram o celular para acessar a rede, enquanto na edição anterior, o número chegou a 40%. O computador continua como o meio mais utilizado, mas perdeu espaço. Em um ano, caiu de 84% para 71% das respostas.

Os dados fazem parte da Pesquisa Brasileira de Mídia (PBM), que mensura o consumo dos meios de comunicação pelos brasileiros. A pesquisa destaca que 49% dos brasileiros utilizam a internet com alguma regularidade. O tempo médio gasto com a internet chega a 4h59 horas nos dias úteis e 4h24 horas nos fins de semana, superior ao dedicado com a televisão, que alcança 4h31 nos dias de semana e 4h14 aos sábados e domingos.

A internet é lembrada como o meio de comunicação mais utilizado por 42% dos brasileiros, atrás da televisão (93%) e do rádio (46%). Os principais motivos de uso são para entretenimento (67%) e informação (67%). A PBM 2015 mostra ainda que as redes sociais mais populares são o Facebook (83%), Whatsapp (58%), Youtube (17%) e Instagram (12%).

A PBM 2015 contou com mais de 18 mil entrevistas feitas entre 5 e 22 de novembro de 2014. A pesquisa traz dados sobre o consumo de televisão, rádio, internet, jornal, revista e confiança nas informações da mídia. 

Fonte: Ministério das Comunicações

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