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Comunicação

Subsede da CUT abre mês da Consciência Negra com lançamento de calendário 2015

O Coletivo de Combate ao Racismo da subsede da CUT Campinas abriu no último dia 29 de outubro, quarta-feira, o Mês da Consciência Negra em Campinas, com lançamento do calendário de mesa 2015, em evento realizado na sede do Sindicato dos Bancários, que reuniu vários dirigentes sindicais da região de Campinas, ativistas de movimentos sociais e vereadores.

20 de novembro

Em Campinas o Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, é feriado desde 2002 (lei 11.128, de 14 de janeiro daquele ano). Nesta data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou num símbolo da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade.

A escolha do dia 20 de novembro, segundo o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, não é uma simples oposição ao dia 13 de maio. “Os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse”, destaca o historiador.

Zumbi

Estudos indicam que nasceu em 1655 no quilombo, sendo descendente de guerreiros angolanos. Com poucos dias de vida, foi aprisionado pela expedição de Brás da Rocha Cardoso, sendo entregue depois a um padre, que o batizou com o nome de Francisco. Aos 15 anos, ele foge da casa do padre e retorna a Palmares, onde muda o nome para Zumbi.

Ficaria conhecido em 1673, quando a expedição de Jácome Bezerra foi desbaratada. Um ano antes de sua morte, caiu em um desfiladeiro após ser baleado num combate contra as tropas de Domingo Jorge Velho, que seria mais tarde acusado de matá-lo. Dado como morto, Zumbi reaparece em 1695, ano oficial de sua morte.

Fonte: Subsede CUT Campinas

Monsanto: Trabalhadores encerram Campanha Salarial 2014/2015

Os trabalhadores da Monsanto aprovaram a contraproposta da empresa para a Campanha Salarial 2014/2015. A decisão foi tomada durante assembleia realizada na tarde desta sexta-feira, dia 31, que contou com a participação de 44 funcionários.

Com o novo acordo, todas as horas trabalhadas a mais durante a semana irão para o Banco de Horas, enquanto que as cumpridas aos sábados serão pagas. O prazo de compensação dessas horas passou de 8 para 6 meses. Caso a compensação não seja feita pela empresa nesse período, as horas correspondentes serão remuneradas. Essas mudanças foram sugeridas pela Monsanto e aprovadas pelos funcionários em votação unânime.

O reajuste salarial acordado ficou em 1% de aumento real mais INPC para salários até R$ 5.970,00. Remunerações acima desse valor terão reajuste referente apenas ao INPC. O reajuste também faz parte da contraproposta elaborada pela Monsanto e aprovada por unanimidade pelos trabalhadores.

CPqD ainda não apresentou contraproposta, mas data-base está garantida

A campanha salarial dos trabalhadores da Fundação CPqD segue para a terceira reunião de negociação. Sem avanços nos dois primeiros encontros, SINTPq e CPqD voltam à mesa de negociação na próxima terça-feira, dia 4, para discutir as demandas apresentadas pelos trabalhadores.

Neste ano, estão em discussão cláusulas econômicas e pontos pendentes do ano anterior, já que o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) atual tem vigência até 2015. Os funcionários reivindicam o reajuste dos salários e benefícios pelo IPCA acrescido de 3% de aumento real, pagamento de horas extras no deslocamento de viagens e melhorias no benefício do auxílio medicamento.

Outras demandas que afetam as relações de trabalho e foram apresentadas pelos funcionários, como horas extras e estabilidade pré-aposentadoria, também serão discutidas pelos diretores do SINTPq em mesa de negociação com a empresa.

Com o ACT atual vigente até 2015, a data-base dos trabalhadores está garantida e todos os benefícios serão aplicados de forma retroativa.

Venda global de smartphones se mantém acima dos 300 milhões

A IDC publicou, nesta quinta-feira, 30, um estudo trimestral sobre o mercado de smartphones que confirma um levantamento recente da HIS iSuppli, segundo a qual a Xiaomi havia se tornado a terceira maior fabricante do mundo.

Os dados mostram que a marca chinesa obteve um crescimento bem expressivo: entre o terceiro trimestre de 2013 e o de 2014 as vendas da Xiaomi saltaram 211,3%, indo de 5,6 milhões de aparelhos entregues a 17,3 milhões.

No total foram vendidos 327,6 milhões de smartphones entre julho e setembro, uma alta de 25,2% em relação aos 261,7 milhões de 2013 e de 8,7% ante os 301,3 milhões do trimestre imediatamente anterior. Foi o segundo trimestre seguido em que a indústria vendeu mais de 300 milhões de smartphones.

O primeiro lugar se mantém nas mãos da Samsung, mas a sul-coreana foi a única das cinco maiores marcas a apresentar queda no volume de vendas. Neste ano, a empresa entregou 78,1 milhões de smartphones, 8,2% a menos que os 85 milhões do ano passado. Isso também derrubou a participação de mercado da companhia, que tinha 32,5% do total em 2013 e agora tem 23,8%.

Em segundo lugar vem a Apple, que, ao entregar 39,3 milhões de aparelhos no trimestre, viu seu volume de vendas subir 16,1% frente aos 33,8 milhões do último ano. Depois vêm Lenovo e LG com 16,9 milhões e 16,8 milhões de aparelhos vendidos, respectivamente.

Fonte: Olhar Digital

Foto: Agência Brasil

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