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Comunicação

Eleições para conselhos da Sistel acontecem em março

A Fundação Sistel de Seguridade Social realiza entre os dias 16 e 25 de março eleições de 02 (dois) representantes para vagas em seu Conselho Deliberativo e Fiscal. Os eleitos representarão os Participantes e Assistidos em planos de previdência complementar da Sistel no Estado de São Paulo.

O SINTPq acredita ser importante eleger um representante que dialogue com as instituições de classe e lançará ou apoiará candidatos que tenham história em defesa das causas dos participantes da Sistel.  

A Sistel administra os planos CPqD-PBS, CPqDPrev e InovaPrev, patrocinados pela Fundação CPqD, PadTec, PSGT, Já e STIC, abrangendo todos os seus funcionários.

Como votar?

A eleição dos representantes será realizada via internet e 0800 da Sistel mediante senha pessoal que será enviada pelo correio a partir do dia 23 de janeiro aos participantes e assistidos.
Como as eleições acontecem apenas na segunda quinzena de março, é importante que a senha seja guardada em local seguro a fim de evitar os transtornos ocorridos nas eleições passadas, quando alguns participantes deixaram de votar por não portarem a senha.   

Quem pode concorrer aos cargos?

Ser empregado ou ex-empregado, dirigente ou ex-dirigente, conselheiro ou ex-conselheiro nas empresas patrocinadoras da Sistel. Ter no mínimo 03 (três) anos de filiação ininterrupta a um dos planos, além de atender aos requisitos previstos no Estatuto da Sistel e na Lei Complementar 109/01.

O SINTPq reitera a importância da participação dos trabalhadores das empresas CPqD, PadTec, PSGT, Já e STIC no processo eleitoral dada a importância das decisões que acontecem nestes conselhos para todos os assistidos e participantes dos planos.

Guarde sua senha e colabore para que os trabalhadores de Campinas tenham voz ativa na Sistel.

Mais informações pelo www.sistel.com.br
 

Governo abre diálogo com centrais sindicais

Representantes do governo se reuniram na última segunda-feira (19) com representantes das seis principais centrais sindicais do país para esclarecer dúvidas e ouvir propostas sobre as medidas provisórias 664 e 665, que preveem ajustes e correções nos benefícios sociais. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, afirmou que a intenção do governo é esclarecer aos representantes dos trabalhadores as medidas e abrir o diálogo com a categoria. Ele ressaltou que o governo está garantindo todos os benefícios aos trabalhadores, porém fazendo ajustes para garantir a sustentabilidade dos programas. De acordo com o ministro, ao propor as correções, o governo pretende garantir a manutenção dos benefícios sem comprometer a política de permanente valorização do salário mínimo.

Segundo Rossetto, no período de 2003 a 2013 cerca de 15,5 milhões de trabalhadores foram formalizados apenas no setor privado. Nesse mesmo período, 30 milhões de pessoas entraram na base da Previdência Social. O ministro também destacou que o salário mínimo registrou um aumento real de 73% em 10 anos e a expectativa do brasileiro aumentou em 4,4 anos nos últimos 13 anos. “Essas mudanças estruturais positivas no mercado de trabalho e na qualidade de vida da população impactam significativamente nas políticas sociais do governo e com base nesse diagnóstico o governo estudou formas de aperfeiçoar os programas e propor a correção das distorções”, afirmou.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, destacou que as medidas do governo visam garantir a sustentabilidade dos programas sociais e contribuem para ajustes de curto e médio prazos. “A política de inclusão social aumentou o universo de trabalhadores beneficiados e nosso objetivo é aperfeiçoar alguns programas sem comprometer os direitos do trabalhador. A política econômica do governo continua em uma mesma direção, mas estamos propondo medidas pontuais e mais suaves para voltar a estimular o crescimento da economia e gerar empregos em ritmo mais acelerado”, declarou.

O ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, foi enfático ao afirmar que o governo não irá retirar os direitos dos trabalhadores. “Nós também não pretendemos atingir os atuais pensionistas, o que queremos é corrigir distorções e garantir a sustentabilidade dos programas e manter a política de valorização dos salários”, disse.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, ao falar do seguro-desemprego e do abono salarial, afirmou que as propostas apresentadas pelo governo também observam a sustentabilidade do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). “São necessárias adequações. Nós temos responsabilidades como gestores do fundo, pois ele serve ao trabalhador”, garantiu.

Uma nova reunião foi marcada para a próxima semana para dar prosseguimento às discussões e garantir a participação dos representantes dos trabalhadores. “A ideia é abrir um calendário de diálogo, de forma a aperfeiçoar as propostas do governo com o apoio de todos”, ressaltou Miguel Rossetto.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego 

Criação do Observatório de Inovação em Biotecnologia permitirá integração entre pesquisas brasileiras

A chamada bioeconomia brasileira tem avançado em diversas áreas como a agropecuária e nanotecnologia. Entretanto, os avanços ocorrem se maneira avulsa e sem a devida interação entre as diferentes inovações. A consequência é a perda de oportunidades de otimização dos resultados e de aproveitamento de sinergias entre estas pesquisas.

Como possível solução, está em estudo a implantação de um “Observatório de Inovação em Biotecnologia”. O órgão teria um âmbito nacional e serviria também como interlocutor com instituições internacionais para o setor.

No final de 2014, representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Delegação da União Europeia (EU) deram início às articulações para a criação do Observatório de Inovação em Biotecnologia no Brasil e a sua interação com o Observatório de Bioeconomia da UE.

 A iniciativa visaria fomentar de forma mais adequada estas oportunidades de desenvolvimento tecnológico em biotecnologia no Brasil, mapeando desafios, avaliando o potencial mercadológico e identificando gargalos e soluções para minimizar os riscos associados à inovação na área.

A União Europeia mantém desde 2013 um Observatório de Bioeconomia.  Há interesse tanto do Brasil como da UE em promover o intercâmbio de informações e o diálogo entre especialistas na área de biotecnologia e bioeconomia, a fim de consolidar e fortalecer iniciativas. Representantes de ambas as partes têm trabalhado na construção de um plano de ação conjunto.

Segundo representante do MCTI, existem diferentes setores – tanto acadêmicos como industriais – envolvidos com o processo de desenvolvimento de programas de biotecnologia no Brasil, a exemplo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A expectativa é que o observatório seja implementado durante 2015 e represente o ponto de partida para alavancar o setor.

Nuclep constrói casco do primeiro submarino com propulsão nuclear nacional

A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), empresa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), está construindo os cascos das cinco unidades do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), articulado pelo Ministério da Defesa.

Fruto de um acordo de cooperação e transferência de tecnologia, firmado em 2008 entre o Brasil e a França, o Prosub viabilizará a produção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nucelar (SN-Br) e mais quatro submarinos convencionais diesel-elétrico.

A Nuclep está encarregada da construção dos cascos resistentes dos submarinos, sendo responsável pelo fornecimento da parte estrutural mais complexa das embarcações. Para tal, profissionais de diversas áreas, entre elas, engenharia e soldagem, foram enviados à França a fim de conhecer as técnicas de construção da Marinha daquele país.

No final do ano passado, a Nuclep recebeu as seções de qualificação, o que atesta a competência técnica da empresa para a produção dos cascos. A seção de qualificação é um dos componentes que será usado na construção dos submarinos. As subseções da construção do primeiro submarino já foram entregues pela Nuclep à Itaguaí Construções Navais (ICN) – veja fotos.

A expectativa é a de que o primeiro dos quatro submarinos convencionais esteja operando em 2017. "Nós esperamos que os quatro submarinos de propulsão convencional estejam prontos no período de 2017 a 2023, e o de propulsão nuclear, de 2023 para 2025", diz o coordenador-geral do Prosub, almirante-de-esquadra Gilberto Max. "O programa é calcado no tripé: transferência de tecnologia, nacionalização e capacitação de pessoal", ressalta.

Tecnologia

A parceria com a França prevê a transferência de tecnologia e expertise para a construção de submarinos mais modernos e qualifica o País a produzir submarinos de propulsão nuclear, o que garante maior autonomia no patrulhamento da costa nacional. Apenas cinco países no mundo dominam a tecnologia para construção desse tipo de embarcação. São eles: China, Estados Unidos, França, Inglaterra e Rússia.

De acordo com a Nuclep, os submarinos convencionais possuem aproximadamente 60 metros de comprimento por 6 metros de largura, enquanto o de propulsão nuclear tem 100 metros de comprimento por 9 metros de largura. Além disso, há diferença na autonomia de navegabilidade. Os modelos convencionais precisam subir à superfície para troca de oxigênio e recarga das baterias, já o nuclear pode ficar submerso por mais de dois meses.

Para o comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Júlio Moura Neto, o SN-Br "garantirá ao País uma invejável capacidade de dissuasão por ser mais veloz e não necessitar vir à superfície para recarregar suas baterias, pode permanecer oculto por mais tempo e patrulhar áreas de maior extensão".

Nacionalização

De acordo com a Marinha, a instalação nuclear do SN-BR será de total responsabilidade brasileira, e não terá participação francesa nesse processo. Desta forma, está previsto um elevado grau de nacionalização da embarcação. "Não existe transferência de tecnologia na parte da propulsão nuclear", afirma o Almirante Gilberto Max. "[A tecnologia] será toda desenvolvida por nós, e é um desafio grande que estamos gerenciando com as universidades e institutos de pesquisas", acrescenta. Leia mais sobre os benefícios científico-tecnológicos apontados.

A nacionalização de equipamentos é uma frente considerada central pela Nuclep. Entre os grandes projetos em que a empresa foi pioneira estão: a construção de cascos semissubmersíveis para plataformas da Petrobras – campo em que a Nuclep foi a primeira da América Latina –, a produção de equipamentos para plantas nucleares, a construção de uma câmara hiperbárica para o estudo de exploração em profundidade e o desenvolvimento de cilindros para transporte e armazenagem de urânio para as Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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