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Comunicação

Amazul: Assembleia da campanha salarial 2015 acontece na quarta-feira (29)

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
 
O Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região – SINTPq, convoca todos os trabalhadores da AMAZUL – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A para que compareçam na Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no próximo dia 29 de outubro de 2014, no auditório do CTMSP – Avenida Professor Lineu Prestes, 2468 – Butantã – São Paulo/SP – às 14h00 em primeira convocação e não havendo quórum às 14h30 em segunda convocação com qualquer número de pessoas presentes para deliberar sobre a seguinte pauta:

1) Aprovação da Pauta de Reivindicações referente a data-base de 01 de janeiro de 2015;

2) Eleição dos Representantes que comporão a Comissão de Negociação dos Empregados e;

3) Outros assuntos.

Desemprego no Brasil cai a 4,9%, mínima para setembro, com menos procura por vagas

A taxa de desemprego do Brasil caiu a 4,9 por cento em setembro, nível mais baixo para esses meses diante da menor procura por vagas, enquanto a renda média da população subiu pelo segundo mês seguido em meio a um cenário de economia fraca a pouco dias do segundo turno das eleições presidenciais.

Em agosto, a taxa havia ficado em 5 por cento e, no mês passado, atingiu o menor patamar para setembro desde o início da série histórica, em março de 2002, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado --que abrange seis regiões metropolitanas no país-- ficou abaixo da pesquisa da Reuters, cuja mediana apontou expectativa de taxa de desemprego a 5,1 por cento em setembro.

"A redução da taxa está associada à queda na procura (por emprego), ou seja, a taxa cai porque há menos pressão sobre o mercado de trabalho", disse a técnica do IBGE Adriana Berengui.

Uma das explicações para esse cenário é que as pessoas têm passado mais tempo estudando, retardando a sua entrada no mercado.

Segundo o IBGE, a população desocupada --pessoas desempregadas em busca de uma chance no mercado de trabalho-- chegou a 1,183 milhão de pessoas, perda de 3,1 por cento ante agosto e queda de 10,9 por cento sobre um ano antes.

Já a população economicamente ativa recuou 0,3 por cento em setembro sobre o mês anterior e 1,0 por cento ante o mesmo período de 2013, atingindo 24,286 milhões de pessoas.

Por sua vez, a população ocupada recuou 0,2 por cento em setembro na comparação com agosto, para 23,103 milhões de pessoas, com queda de 0,4 por cento sobre um ano antes.

"O emprego (população ocupada) continua caindo e o crescimento do salário real está moderando, mas o declínio na força de trabalho economicamente ativa mantém a taxa de desemprego baixa e o mercado de trabalho apertado", afirmou o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos, em nota.

RENDIMENTO

O rendimento médio real da população subiu 0,1 por cento em no mês passado sobre agosto, segunda alta seguida, chegando a 2.067,10 reais. Sobre setembro de 2013, o rendimento avançou 1,5 por cento.

Em agosto, o rendimento havia mostrado alta mensal de 1,7 por cento.

O mercado de trabalho tem sido uma das principais armas da presidente Dilma Rousseff (PT) na sua acirrada corrida pela reeleição contra Aécio Neves (PSDB), que termina neste domingo com o segundo turno das eleições.

Entretanto, com a atividade debilitada --a economia entrou em recessão no primeiro semestre--, o mercado de trabalho dá sinais de perda de vitalidade. A criação de vagas formais de trabalho em setembro foi a pior para o mês em 13 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho.

"A taxa (de desemprego) é uma informação positiva, mas é preciso olhar de maneira mais ampla. Há setores importantes demitindo, como indústria e construção, e há notícias mais negativas sobre serviços, que é o que mais emprega", destacou o economista da Tendências Rafael Bacciotti.

Neste ano, a taxa de desemprego não vem variando muito, ficando entre 4,8 e 5,1 por cento, mantendo-se em níveis considerados historicamente baixos. Bacciotti estima que ela deve encerrar este ano em 4,9 por cento na média, mas subirá para 5,4 por cento em 2015.

O IBGE trabalha para substituir a PME pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, mais abrangente.

Fonte: Reuters

Indústria quer quebrar barreiras e explorar melhor a biodiversidade

Detentor da maior biodiversidade do mundo, o Brasil tem chance de se transformar em referência mundial no desenvolvimento de produtos originados das riquezas naturais, mas, para isso, terá de buscar mais qualificação da mão de obra e remover entraves como o excesso de burocracia e a falta de uma legislação adequada à bioeconomia. A conclusão está em uma sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com empresários, pesquisadores, representantes do Legislativo e do governo federais.

O levantamento, apresentado hoje no 3º Fórum de Bioeconomia-Políticas Públicas e Ambiente para a Inovação e Negócios no Brasil, mostra que a maioria dos entrevistados (92%) aposta no desenvolvimento do país nessa área. No entanto, 78% dos entrevistados dizem que “não há segurança jurídica” para isso.

A pesquisa ouviu 100 representantes da indústria, 40 ocupantes de cargos no governo federal e no Congresso Nacional e 20 representantes da área acadêmica. Destes, 77,5% consideram insuficiente o apoio à pesquisa e 65,6% dizem que é preciso adequar o marco regulatório. Para 55,6%, falta mão de obra qualificada no Brasil.

Entre os que responderam às perguntas, mais da metade (51%) tem expectativa de ampliação dos investimentos privados no setor nos próximos três anos. Em comunicado sobre a pesquisa, a CNI destaca que a Organização de Cooperação de Desenvolvimento Econômico prevê que, em 2030, o setor da biotecnologia industrial receba aplicação de recursos em torno de 300 bilhões de euros.

Por enquanto, prevalecem os investimentos em biocombustíveis, seguidos pelas aplicações em bioquímicos e bioplásticos.

O presidente da GranBio e representante da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) da CNI, Bernardo Gradin, destaca que a bioeconomia é “um caminho absolutamente estratégico" tanto para a energia quanto para o desenvolvimento da produtividade nos países que dispõem dela. "Não tem como o mundo achar que continua crescendo onde 1 bilhão [de pessoas] consomem o equivalente a 6 bilhões e que outros 6 bilhões não vão consumir um dia”, afirma Gradin.

Ele alerta que, se o atendimento de toda a demanda mundial depender da energia fóssil, haverá um esgotamento do planeta. “O planeta não aguenta”. Para ele, a bioeconomia surge “não somente como a oportunidade de pensar um planeta mais limpo, um ciclo de carbono mais limpo. É preciso buscar outras formas produtivas com soluções [tiradas] da biologia sintética, engenharia metabólica e dos micro-organismos.”

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, acrescenta que por meio da bioeconomia é que se vai enfrentar desafios como a escassez da água potável, a necessidade de maior produção de alimentos, o envelhecimento da população, a mobilidade urbana e as mudanças climáticas.

A economia é a capacidade de geração de riqueza e a bioeconomia, a geração de riqueza baseada em todo um sistema de lógica e de se replicar a vida. "Saímos de uma economia baseada em lastro mineral, que é a economia do petróleo, com recursos finitos, para uma economia que dá um horizonte de vida no planeta”, explica a coordenadora do Programa de Propriedade Intelectual da CNI, Diana Jungmann.

Fonte: Agência Brasil

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