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Comunicação

Contraproposta do CPqD é definida e assembleia acontece no dia 22

Após seis rodadas negociais e 43 dias de tratativas, Sindicato e CPqD chegaram a uma contraproposta a ser apresentada aos funcionários. A definição ocorreu em reunião realizada na tarde de ontem, dia 13, na sede da empresa. A aprovação ou recusa das condições oferecidas será deliberada em assembleia no dia 22 de novembro, às 8h, no auditório do CPqD.

Inicialmente, a direção do Centro pretendia manter os 2,5% de reajuste salarial apresentados anteriormente, percentual inferior a inflação do período (2,7%). Após muito diálogo entre as partes, foi possível chegar ao montante de 3% de reajuste nos salários e benefícios, configurando assim 0,3% de aumento real. A proposta não estabelece nenhum tipo de escalonamento, prática muito criticada no último ano.

De acordo com o vice-presidente Edvaldo Paro, que participou da última reunião, o CPqD praticamente não recebeu os recursos do FUNTTEL previstos para este ano, o que dificultou muito a situação do Centro. Diante deste cenário e das diversas reuniões realizadas, que esgotaram as negociações, a direção do Centro deixou claro que essa proposta representa o limite de suas possibilidades.

Em relação aos outros tópicos, mesmo com a “reforma” trabalhista, que está em vigor desde o último sábado, o SINTPq conseguiu manter itens importantes do Acordo Coletivo, sendo eles:

  • - Continuidade das homologações no Sindicato, onde os funcionários e funcionárias terão toda assistência no momento do desligamento;
  • - Continuidade dos dias pontes sem a necessidade de compensação (serão 64 horas ao todo);
  • - Manutenção do benefício de assistência medicamento, mas com um novo fornecedor, a Vidalink. Com isso, será possível manter, no mínimo, as mesmas condições de fornecimento de medicamentos e com uma rede maior.

Além desses itens, o CPqD propôs a criação de um grupo de trabalho com representantes do Sindicato e dos funcionários inativos que utilizam o plano de saúde. O SINTPq já concordou em participar e atuará com o objetivo de debater melhorias no benefício que não impliquem em novos reajustes.

A Fundação apresentou propostas de melhoria na redação de cláusulas do Acordo Coletivo, como estabilidade pré-aposentadoria, complementação do auxílio saúde e realocação funcional. Essas sugestões estão sendo avaliadas pelo jurídico do Sindicato, a fim de evitar eventuais prejuízos aos trabalhadores e trabalhadoras. 

Durante a assembleia do dia 22, o SINTPq irá propor à categoria formas para a sua sustentabilidade financeira. Com o fim da contribuição obrigatória e o baixo índice de sindicalização no CPqD, Sindicato e funcionários precisam debater alternativas. Por isso, a presença de todos na assembleia é fundamental.

Todos os detalhes da última rodada negocial podem ser conferidos na ata da reunião e na íntegra da proposta. Participe da assembleia e venha manifestar seu voto e considerações.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO 

Pelo presente edital, o SINTPq - Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região, convoca todos os trabalhadores da Fundação CPqD para que compareçam na Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no próximo dia 22 de novembro de 2017, no auditório da empresa - Rua Dr. Ricardo Benetton Martins S/N - Polo II de Alta Tecnologia Campinas – /SP – às 08h00 em primeira convocação e não havendo quórum às 08h30 em segunda convocação com qualquer número de pessoas presentes para deliberar sobre a seguinte pauta:  1) Deliberação da contraproposta da empresa para assinatura do acordo coletivo 2017/2018; 2) Havendo recusa da proposta da empresa: Deliberação quanto à instauração de greve; 3) Discussão e deliberação sobre a contribuição para sustentabilidade financeira do sindicato; 4) Outros assuntos.

Régis Norberto Carvalho

Presidente - SINTPq

SINTPq participa de manifestação em defesa do hospital Ouro Verde

O SINTPq participou na manhã de hoje, dia 14, de nova mobilização promovida pelo Conselho Municipal de Saúde. O ato ocorreu em frente ao hospital Ouro Verde e reivindicou melhores condições para a saúde pública de Campinas.

Movimentos sociais, sindicatos e membros da sociedade civil organizada também participaram do protesto. Ao término da mobilização, foi realizado um abraço simbólico ao hospital, com todos os manifestantes dando as mãos em frente à unidade de saúde.

Em sua convocação para o ato, o Conselho afirmou que faltam profissionais, medicamentos e material de enfermagem.

“O Hospital Ouro Verde vive uma crise gravíssima, que se arrasta há meses, com atraso de pagamentos dos trabalhadores e degradação da qualidade do atendimento, sem que os responsáveis apresentem uma solução”, conclui o CMS em nota.

Em agosto, o CMS entregou ao prefeito Jonas Donizette um abaixo-assinado com mais de 26 mil assinaturas exigindo a suspensão dos cortes orçamentários e sua participação em uma audiência pública. Até o momento, a audiência não foi marcada e as reivindicações não foram atendidas.

SINTPq e trabalhadores de todo país se mobilizam contra "reforma" trabalhista

O Dia nacional de Luta contra as Reformas Trabalhista e da Previdência, realizado na sexta-feira (10), terminou com mobilizações em mais dez estados brasileiros e no Distrito Federal.

Em diversas cidades, trabalhadoras e trabalhadores cruzaram os braços em resposta às novas regras da reforma trabalhista, que entra em vigor no sábado (11) e altera mais de cem pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), lei que regulamenta as relações trabalhistas no Brasil.

Na região de Campinas, o dia começou com paralisação na refinaria Replan, em Paulínia. Uma manifestação no centro de Campinas, às 17h, encerrou as mobilizações. O SINTPq participou do ato e mais uma vez fortaleceu a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Em São Paulo, ato na Praça da Sé, realizado pela manhã, reuniu mais de 20 mil pessoas entre trabalhadores sindicalizados e movimentos populares (foto). Durante a tarde, foi a vez dos professores e professoras, que marcharam até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado. Além de se posicionarem contra as Reformas do Trabalho e Previdência, eles também criticam o Projeto de Lei (PL) 920, proposto pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O PL, enviado em outubro à Assembléia Legislativa de São Paulo, prevê limitação das despesas primárias por dois anos, ou seja, reduz investimentos em saúde, educação e outros serviços, prejudicando a população paulista.

No interior paulista, atos rechaçaram a privatização de estatais. No Pontal do Paranapanema, a Rodovia Arlindo Betio foi paralisada contra a privatização da Companhia Energética de São Paulo (CESP). Já em Rosana, ato público em Porto Primavera pedia a não privatização da Usina UHE.

Com informações de portal Brasil de Fato

Campanhas salariais iniciam fase decisiva

Nas últimas semanas, o SINTPq iniciou uma nova fase de negociações nas campanhas salariais com data-base em agosto e novembro. Desde outubro, já foram realizadas 13 reuniões com 10 empresas diferentes.

Na maioria dos encontros, as empresas ainda não apresentaram suas contrapropostas, sendo necessário o agendamento de novas rodadas negociais. Nas empresas CNPEM, Syntech, Ezute, Eurofins, Fundag, Fundepag, Japh e FEALQ, propostas foram expostas e os trabalhadores encerraram as campanhas salariais após aprovação em assembleia.

As oito campanhas salariais, com data-base em agosto ou novembro, concluídas até o momento obtiveram reajustes equivalentes à inflação dos períodos, evitando assim perdas salariais. Na FEALQ e Fundag, foram alcançadas vitórias ainda maiores com a conquista de aumentos reais (acima da inflação) de 3% e 0,70%, respectivamente. Na Syntech, Japh e Eurofins, ganhos reais de 1% e 0,70% também foram obtidos.

Em relação as campanhas salariais em andamento, a expectativa é que sejam finalizadas ainda neste ano. Apesar das vitórias obtidas até o momento, as negociações não estão sendo fáceis. Muitas empresas estão oferendo reajustes menores que a inflação e até mesmo buscando retirar direitos. Neste cenário adverso, a união entre os trabalhadores e o engajamento junto ao Sindicato são fundamentais.

Converse com seus colegas de trabalho sobre sua campanha salarial, acompanhe o andamento das negociações e fortaleça o SINTPq tornando-se sócio. A participação de todos é fundamental na luta por melhores condições de trabalho.

Campanhas Salariais

Agosto - Novembro

Em andamento

Finalizadas/Reajuste

Cargill

CPABR

CPqD

CTC

Daitan

Ergostech

FACTI

FITec

Eldorado

Monsanto

NXP

SIDI

Venturus

Wernher von Braun

FEALQ (IPCA + 3%)

Japh (IPCA + 1%)

Syntech (IPCA + 1%)

Fundag (IPCA + 0,70%)

Eurofins (IPCA + 0,70%)

Fundepag (IPCA)

CNPEM (IPCA)

Ezute (INPC)

 

 

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