Menu

Comunicação

CPqD: Rodada negocial é concluída e nova assembleia acontece no dia 17/01

Os últimos detalhes da nova contraproposta do CPqD para a campanha salarial foram discutidos hoje, dia 10, em reunião entre as partes. Cumprida essa etapa, uma assembleia foi marcada para a próxima quinta-feira, dia 17, a partir das 8h. O encontro acontece no auditório do Centro e definirá a aprovação ou recusa das condições oferecidas.

O principal item debatido na reunião de hoje foi a assistência médica. Conforme informado anteriormente, as negociações viabilizaram mais um ano sem coparticipação no benefício. Dessa forma, até maio de 2020, os profissionais ativos serão isentos. A partir dessa data, até abril de 2021, a coparticipação será dividida igualmente (50%) entre funcionários e CPqD.

Para chegar até essas condições, algumas adequações foram necessárias. Um teto mensal nos custos da empresa com a coparticipação foi estabelecido em R$ 78 mil. Quando esse valor for superado dentro de um mês, o custo excedente será rateado entre os empregados. Em contrapartida, quando os custos ficarem abaixo de R$ 48 mil, a diferença se tornará um crédito a ser considerado nas negociações futuras.

Em relação ao adicional de 70% nas férias, a direção do CPqD retirou sua proposta de alteração. Os demais pontos da contraproposta seguem os mesmos. No dia 17 de janeiro, caberá aos trabalhadores e trabalhadoras decidirem o término ou continuidade da campanha salarial.

A direção do SINTPq considera os resultados da negociação positivos e dignos de aprovação em assembleia. É válido lembrar que a primeira contraproposta estabelecia o início da coparticipação em maio e o fim de outro benefício histórico. A recusa dos funcionários na última assembleia e a atuação do sindicato nas negociações foram fundamentais para as melhorias alcançadas.

Analise as informações, tire suas conclusões e manifeste sua opinião na assembleia. A participação de todos é fundamental neste momento.

Mercado de trabalho só abre vagas sem carteira; desalento atinge 4,7 milhões

A taxa oficial de desemprego recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, segundo o IBGE, ante 12,1% em agosto e 12% em igual período do ano passado. A estimativa é de 12,206 milhões de desempregados, 501 mil a menos no trimestre (-3,9%) e 364 mil a menos em 12 meses (-2,9%). O dado estatístico é positivo, mas o mercado de trabalho tem, basicamente, criado vagas entre trabalhadores sem carteira e por conta própria, reduzindo os vínculos formais.

De agosto para novembro, o país tem 1,108 milhão de ocupados a mais (alta de 1,2%), em um total de 93,189 milhões. Mas, dessas vagas criadas, nenhuma é com carteira assinada. Já o emprego sem carteira cresceu 4,5%, com acréscimo de 498 mil. E há mais 528 mil trabalhadores por conta própria (2,3%).

Isso se repete na comparação anual. Em relação a novembro de 2017, são mais 1,241 milhão de ocupados (1,3%). Nesse intervalo, o país perde 256 mil empregos com carteira no setor privado (-0,8%) e ganha 522 mil (4,7%). São mais 771 mil por conta própria (3,3%).

A chamada taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui pessoas que gostariam de trabalhar mais, porém não conseguem, passou de 24,4% para 23,9% no trimestre, ainda acima de 2017 (23,7%). A população subutilizada foi estimada em 27 milhões, 478 mil a menos no trimestre (-1,7%) e 486 mil a mais em um ano (1,8%).

O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar trabalho, é estimado em 4,7 milhões, 9,9% a mais do que no ano passado (4,3 milhões). No trimestre, houve estabilidade.

Comércio, construção e administração pública cresceram no trimestre. A indústria fechou vagas, inclusive na comparação anual.

Estimado em R$ 2.238, o rendimento médio não teve variação considerada significativa pelo IBGE. Isso acontece também com a massa de rendimentos, calculada em R$ 203,5 bilhões.

por Redação Rede Brasil Atual

2018 deixa legado de superação

Apesar das dificuldades enfrentadas neste ano, o SINTPq chega ao fim de 2018 com muitos momentos de superação para celebrar. Em meio às restrições financeiras que a reforma trabalhista lhe impôs, o sindicato conseguiu manter sua luta e ampliar o número de associados.

Nas eleições realizadas em junho, uma diretoria com 45% de renovação foi eleita pelos sócios do SINTPq. São caras novas que chegaram com disposição para melhorar ainda mais o trabalho do sindicato.

O ano também foi marcado por vitórias, como a obtida na ação dos expurgos inflacionários da Sistel. Foram 14 anos de luta judicial e o resultado positivo beneficiou 109 funcionários e ex-funcionários do CPqD. A greve na Amazul foi outro momento de conquista, que conseguiu mobilizar centenas de trabalhadores e já obteve uma vitória no TRT. Ao que tudo indica, o desfecho também será positivo no TST.

A direção do SINTPq lutará para que 2019 também deixe um legado positivo para a instituição e para todos os profissionais da base e suas famílias. Fortalecer os laços de união e fraternidade na categoria será o compromisso do sindicato no ano que se inicia.

CPqD: Negociações avançam e nova assembleia deve ocorrer em janeiro

As negociações da campanha salarial 2018/19 foram retomadas na manhã de hoje, dia 19. Após argumentações e diálogo, o sindicato conseguiu viabilizar avanços nas condições oferecidas. Dessa forma, a empresa se comprometeu a manter o adicional de 70% para os futuros funcionários e melhorou sua proposta para a assistência médica.

Mais um ano de isenção na coparticipação foi garantido e, a partir de 2020, 50% dos custos seriam cobertos pelo CPqD. Para isso, seriam colocados pisos e tetos de gastos mensais do Centro com o benefício, visando monitorar a utilização do plano e possibilitar revisões futuras. Com essa mudança, a integralidade da coparticipação para os profissionais ativos seria praticada apenas em 2021.

A direção do CPqD não pretende incluir essas garantias no Acordo Coletivo de Trabalho. Por isso, um documento com esses compromissos e a íntegra da nova contraproposta será redigido pela empresa. Cumprida essa etapa, nova assembleia será convocada em janeiro, antes do fechamento da folha salarial.

É importante lembrar que a contraproposta inicial impunha diferentes retrocessos aos funcionários atuais e futuros. Portanto, a recusa da mesma pelos trabalhadores e a insistência do sindicato nas negociações foram fundamentais para a obtenção de avanços.

No próximo ano, os profissionais do CPqD deverão avaliar as novas condições e decidir o futuro da campanha salarial. Até lá, o SINTPq deseja boas festas e um ótimo 2019 para todos os trabalhadores e suas famílias.

Assinar este feed RSS