Menu

Comunicação

CTC: Assembleia no dia 14/02 avalia processo de dissídio coletivo

Mesmo com diversas reuniões negociais, o CTC insistiu em negar todos os itens presentes na pauta de reivindicações, deliberada pelos funcionários em assembleia. Além disso, a direção da empresa não apresentou formalmente qualquer justificativa para as recusas.

Entre as demandas rejeitadas estão o aumento real de 3% nos salários, licença maternidade de 180 dias e a redução da jornada de trabalho. A direção do CTC também tenta interferir na contribuição negocial, item que compete apenas à relação sindicato/trabalhadores.

Sem se justificar e demonstrando descaso com o processo negocial, a empresa aplicou o reajuste que considerava conveniente, em uma tentativa de desmobilizar seus profissionais.

Considerando que essa situação já foi vivenciada na campanha salarial passada, o sindicato propõe a abertura de processo de dissídio coletivo, pleiteando as reivindicações sumariamente negadas pela empresa. A proposta será discutida em assembleia no dia 14 de fevereiro, às 11h, na portaria do Centro.

A participação de todos é fundamenta neste momento de decisão. Convide seus colegas de trabalho, traga suas opiniões e contribua com o debate.

ASSEMBLEIA DOS TRABALHADORES DO CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA - CTC

Pelo presente edital, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região - SINTPq, convoca todos os trabalhadores do CTC – Centro de Tecnologia Canavieira para que compareçam na Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no próximo dia 14 de fevereiro de 2019 na portaria da empresa localizada na Fazenda Santo Antônio S/N – Caixa Postal 162 Bairro Santo Antônio em Piracicaba às 11h00 em primeira convocação e não havendo quórum às 11h30 em segunda convocação com qualquer número de pessoas presentes para DISCUSSÃO e DELIBERAÇÃO sobre a seguinte pauta: 1) Campanha Salarial 2018/2019 com autorização para que o SINTPq instaure ação judicial de Dissídio Coletivo; 2) Outros assuntos.

Campinas, 11 de fevereiro de 2019.

José Paulo Porsani
Presidente - SINTPq

Reunião com a Amazul tem resultado frustrante

Representantes do SINTPq e da Amazul se reuniram ontem (7), em São Paulo, para discutir as campanhas salariais de 2018 e 2019.

Em relação ao dissídio, a empresa afirmou que efetuará os pagamentos após a manifestação do TST a respeito dos seus embargos declaratórios, que apontam erros no índice de reajuste.

O sindicato lembrou que o último reajuste foi praticado em janeiro de 2017 e que, portanto, a empresa deveria, no mínimo, aplicar o índice de 2,07%. Entretanto, a própria AGU (Advocacia Geral da União) está intervindo para que não seja concedido nenhum valor e, ao mesmo tempo, a empresa demonstra que não fará nada para aliviar a situação dos seus funcionários antes da decisão judicial.

Sobre a campanha salarial 2019, a direção da Amazul alega que ainda não recebeu uma proposta oficial dos órgãos de controle e, portanto, não tem o que apresentar aos funcionários. Os representantes da empresa solicitaram um prazo de 30 dias para requerer resposta junto ao SEST, órgão que, com o novo governo, ainda está sem definição de comando e responsabilidade.

Considerando o prazo mencionado, o SINTPq solicitou a reserva dos auditórios do CTMSP e do CEA para realização de assembleias na segunda quinzena de março. Esses encontros avaliarão a contraproposta a ser apresentada. Caso a Amazul não cumpra o que sinalizou na reunião de ontem, as assembleias debaterão o início de novas mobilizações.

Nesse período de 30 dias, os trabalhadores e trabalhadoras devem conversar entre si, debatendo a situação e suas possíveis alternativas. O atual cenário, como dito até aqui, sinaliza que a luta coletiva continuará, mais do que nunca, sendo necessária.

Bolsonaro estuda acabar com 13º salário, férias e FGTS dos jovens

Os jovens trabalhadores que serão enquadrados no modelo de capitalização previsto na Reforma da Previdência de Jair Bolsonaro devem perder uma série de direitos trabalhistas se optarem pela prometida carteira de trabalho verde e amarela. É o que informa reportagem de O Globo de quinta-feira (7).

A ideia discutida pela equipe de Paulo Guedes é criar um modelo de trabalho em que o jovem pode “optar” por abrir mão de direitos que estão em cláusula pétrea da Constituição, como FGTS, férias e 13º salário.

Por se tratar de uma série de direitos constitucionais, o governo Bolsonaro não pode simplesmente acabar com esses pontos. Por isso, a ideia é “criar condições para que o próprio empregado” desista de seus direitos, usando como base legal a reforma trabalhista feita sob Michel Temer. O argumento para seduzir os jovens é que, retirando os “encargos” das costas dos empregadores, mais postos de trabalhos serão gerados.

“O governo deve usar a data de nascimento para definir a linha de corte para os trabalhadores que terão a chamada carteira verde e amarela. Os celetistas continuarão com a carteira de trabalho tradicional, a azul”, afirmou O Globo.

Quem optar pela carteira verde e amarelo terá de recorrer à Justiça comum caso se sinta prejudicado. Dessa forma, a Justiça do Trabalho tende a se tornar “obsoleta com o tempo”.

“O novo regime vai constar no projeto de lei complementar que o Executivo enviará ao Congresso e que vai definir os detalhes do regime de capitalização. Eles terão uma conta individual — uma espécie de poupança, visando a uma renda complementar na aposentadoria. Serão definidas algumas situações de saque em caso de desemprego e doenças. Quem tem FGTS poderá transferir parte do saldo para essa conta”, anotou O Globo.

Fonte: Portal GGN e jornal O Globo

SINTPq promove campanha de sindicalização nas empresas da base

A direção do sindicato começou 2019 com novas ideias e projetos para aprofundar as relações com a categoria. Uma delas será a campanha #SINTPqSemprePresente, que terá início neste mês. O sindicato visitará empresas da base para realizar plantões de dúvidas, conversar com os trabalhadores e registrar novas sindicalizações.

O projeto começa no CNPEM, que recebe a visita do SINTPq na próxima terça-feira, dia 12 de fevereiro. Diretores do sindicato estarão na recepção do prédio do Alojamento do campus, das 11h às 14h.

Se você tem dúvidas sobre o Acordo Coletivo de Trabalho, questões trabalhistas, negociações em outras empresas e assuntos relacionados, poderá conversar diretamente com o sindicato. Os diretores presentes também estarão abertos para ouvir sugestões, críticas e opiniões dos profissionais.

Com o fim da contribuição sindical obrigatória, a ampliação do quadro de associados e associadas é fundamental para que o SINTPq consiga manter sua atuação.

Prestigie a campanha e venha conversar com o sindicato. Se você já é sócio ou sócia, converse com seus colegas de trabalho e ajude o SINTPq a fortalecer sua representatividade na categoria.

Assinar este feed RSS