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Comunicação

Aberta as inscrições para a 4ª rodada do programa Start-Up Brasil

O programa Start-Up Brasil está com inscrições abertas, até 24 de outubro, para a seleção de mais 50 empresas nascentes de base tecnológica para integrarem a turma 4 da iniciativa de aceleração. Cada startup apoiada recebe R$ 200 mil em bolsas. Para concorrer a uma vaga na iniciativa, as empresas devem ter até quatro anos de constituição e precisam desenvolver software, hardware e serviços de tecnologia da informação (TI), ou criar novas soluções que usem esses elementos em seu esforço de inovação.

As inscrições ocorrem por edital e precisam atender aos critérios de elegibilidade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) para startups nacionais e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para startups internacionais. Entre as propostas enviadas, até 25% das vagas serão destinadas a startups internacionais, que devem se mudar para o Brasil para receberem o apoio. Após a divulgação das empresas nascentes selecionadas, cada uma tem 60 dias para negociar com até seis aceleradoras das 12 qualificadas e fechar acordo com uma delas.

Firmado esse contrato, a startup passa a fazer parte do programa de aceleração, recebendo assim o apoio de R$ 200 mil em bolsas de pesquisa, desenvolvimento e inovação para empreendedores e atração de recursos humanos. Além dessas bolsas, o projeto contemplado recebe um aporte financeiro da aceleradora, de valor variável, para inserção no mercado. Os benefícios incluem mentorias, coaching, treinamentos, assessoria jurídica e networking, entre outros.

É possível saber mais acessando o site da iniciativa e seus perfis no Facebook e no Twitter. Dúvidas podem ser enviadas a O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Edições e rodadas

O Programa Nacional de Aceleração de Startups (Start-Up Brasil) funciona por edições, com duração de um ano, e realiza duas chamadas públicas – uma para qualificar e habilitar aceleradoras e outra para selecionar projetos startups, com duas rodadas semestrais.Durante o ano, as startups selecionadas participam de eventos, recebem acompanhamento e têm a possibilidade de participar do Demo Day nacional ou internacional.

Trata-se de uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com aceleradoras, e integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior). A ação tem a Softex como gestora operacional e a Apex- Brasil e o CNPq como parceiros.

Fonte: Convergência Digital

Festa 2014 do SINTPq será no Hotel Fazenda Solar das Andorinhas

O SINTPq realiza no dia 29 de novembro a edição 2014 da sua tradicional confraternização de final de ano. A festa será realizada no Hotel Fazenda Solar das Andorinhas, local com profundo contato com a natureza e com a história da cidade de Campinas.

O Solar das Andorinhas disponibiliza uma ampla área de lazer com parque aquático, campos de futebol e vôlei, salão de jogos, espaço para caminhadas e cancha de bocha, além de um passeio histórico pelo casarão que será oferecido aos participantes da festa.

O som da confraternização ficará por conta da Banda Lança Livre e haverá a possibilidade de hospedagem no Hotel com custo integral ao sócio, seus dependentes e convidados.

Nas próximas semanas serão divulgadas informações para confirmação dos presentes. Como em todos os anos, a Festa SINTPq 2014 é gratuita para os sócios e seus dependentes, já os convidados dos sócios pagam pelo convite individual.

BNDES lança linha de crédito para inovação em tecnologia da informação

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou nesta quinta-feira (18) em São Paulo uma linha de crédito exclusiva para as pequenas e médias empresas brasileiras do setor de tecnologia da informação que pretendam investir em inovação.

O programa tem um volume de crédito calculado em R$ 300 milhões, com uma taxa de juros anual de 4%, para empresas de perfil “inovador”, segundo a apresentação da MPME Inovadora, como foi chamada a linha de crédito do BNDES e da Desenvolve SP, a agência estadual de fomento.

“A empresa que tem um cartão do BNDES já é classificada como inovadora”, sem burocracia para apresentar projetos que justifiquem essa categoria, explicou à Agência Efe a diretora de Inovação da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), Jamile Sabatini.

A ABES reúne mais de 80% das empresas do setor de tecnologia da informação e é responsável por apresentar a MPME Inovadora às pequenas e médias empresas.

Segundo a ABES, o setor de tecnologia da informação no Brasil é um dos maiores do mundo, com uma participação de 3% no mercado mundial e níveis de crescimento que triplicam a média internacional ao alcançar um avanço anual de 4,8%.

Pelo potencial do mercado, assinalado pela ABES, a linha de crédito poderá impulsionar um aumento do setor dentro da economia brasileira.

“Foi a partir dessas experiências que começamos a conversar com o BNDES, demonstrando que, ao colocar recursos na inovação, as empresas crescem. O retorno para a sociedade é enorme porque gera emprego, gera renda e traz desenvolvimento econômico”, destacou Sabatini.

O programa “Juro Zero” realizado no estado de Santa Catarina, por exemplo, repassou R$ 20 milhões para 37 empresas da região por meio da FINEP.

Em Santa Catarina, contou Sabatini, algumas pequenas e médias empresas chegaram a crescer até 5.000% com esse incentivo.

Em um ano, o governo estadual recuperou o dinheiro repassado para essas pequenas e médias empresas com os próprios impostos das empresas que aumentaram consideravelmente seu faturamento, muitas delas graças às exportações.

“Em 2008 foi a época de crise e alguns empresários nos contaram que, se não fosse esse recurso, eles tinham quebrado”, declarou Sabatini, para quem com os atuais números desfavoráveis para a economia, “é importante que as empresas busquem este recurso”.

Sabatini, no entanto, admitiu que a taxa anual de 4% para a nova linha de crédito é a menor de mercado e por isso “as empresas têm que saber aproveitar essa oportunidade”.

Fonte: Último Instante com Agência EFE

O déficit de sites acessíveis no setor público

A forma com que as sociedades tratam suas minorias é um dos critérios pelos quais a ONU classifica o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – das nações.  Parte da premissa de que as soluções dos problemas dos mais desfavorecidos,  não inclusos na maioria e muitas vezes indefesos socialmente, sinalizam o nível de civilidade e responsabilidade de um país.

A questão da acessibilidade no Brasil é relativamente recente como tema de pauta pública. Faz no máximo 15 anos o período de sua presença nos debates legislativos.  Por exemplo, a regulamentação na construção  e reforma de prédios é de foro municipal e , portanto, enquanto algumas cidades são avançadas nesta legislação, há uma grande maioria ainda com legislação bastante tímida neste campo e pouco protetora dos deficientes.

Outro grande exemplo desta situação  é a pouco animadora situação dos prédios públicos. Em geral grandes e antigos, passam por adaptações rápidas e acabrunhadas na parte de acessibilidade, sem conseguir proporcionar de fato bem estar e conveniência a um cadeirante ou a um cego.

Acessibilidade Digital

Existe a democratização do acesso físico, porém tão importante quanto este é a democratização do acesso virtual.  Como principal fonte de informação, educação e interação do novo século, o uso da internet é indispensável para a qualidade de vida na sociedade moderna.

Para alguém com algum tipo de deficiência visual, das mais leves às mais graves, torna-se impraticável usufruir dos benefícios da web. As dificuldades vão desde o tipo de fonte, ao tamanho de corpo,  embaralhamento de imagens, falta de alternativas de textos transcritos para áudio, etc. Estes impedimentos e desafios também atingem a população da terceira idade, ainda mais usando a pequena plataforma dos aparelhos celulares de telefonia.

Iniciativas

Existem sim algumas iniciativas para facilitar esta acessibilidade. Um dos agentes de Estado trabalhando nesta direção em diversas regiões é o Ministério Público. 
Recentemente em parceria com o Movimento Down e a Associação Carpe Diem, lançou uma Cartilha Acessível sobre direitos do trabalho do Deficiente.  Esse acesso com dinâmica mais lúdica e voz, sobre a legislação, pode ser conferido na Biblioteca Virtual chamada PCD Legal:  http://www.pcdlegal.com.br/

Já a Prefeitura de São Paulo tem uma área em seu site cuja proposta é disponibilizar um Guia da Mobilidade Urbana Acessível na cidade para deficientes e suas famílias, de maneira a poderem fazer consultas prévias em seus trajetos: http://goo.gl/UUWglz

Sites Públicos Acessíveis

Um ponto relevante em início de propagação no debate aberto é a importância dos sites do Poder Público e Serviço Público em geral serem acessíveis.
Via internet os serviços atuais são grandes facilitadores, como agendar emissão e segunda via de RG, relacionamento com concessionárias de energia, água e gás, agendamento de consultas médicas, emissão de guias variadas, consulta de situações de CPF e cadastro, etc .

A impossibilidade de o deficiente usufruir destas facilidades torna sua autonomia ainda mais limitada. Depende de sair à rua para resolver estes problemas e assim, da família, amigos ou profissionais.

Esta democratização de acessibilidade pela internet é entendida por especialistas em tecnologia assistiva como fundamental e um salto de qualidade nos valores da sociedade.
O CTI – Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, baseado em Campinas – tem desenvolvido e difundido uma gama de softwares e soluções para a tecnologia assistiva no ambiente virtual.

Uma das grandes dificuldades de disseminação para a implantação desta acessibilidade digital é o desconhecimento e desinformação dos gestores públicos de Prefeituras, Câmaras Municipais, Governos de Estado, Assembleias, Secretarias em Geral, Autarquias e empresas de economia mista.

Simplesmente passam ao largo da recomendação feita pela legislação de tornarem  os sites acessíveis.  Como não há uma fiscalização real e a defesa prévia da inexistência de conhecimento técnico, permanecem com seus sites inalterados.

O papel do Terceiro Setor e dos Sindicatos

A pressão por sites acessíveis, especialmente nos serviços públicos e poder público em geral, só ocorrerá de fato quando esta for uma demanda considerada relevante e prioritária.

Nem sempre os gestores públicos entendem o uso da tecnologia como uma importante forma de democratização social e transformação de valores.

As diversas organizações sociais, sejam entidades filantrópicas ou ONGs e OSCIPs, ou mesmo sindicatos, podem ter um papel importante neste processo. Como legítimos representantes de suas comunidades de interesse pessoal e profissional, podem exercer influência na priorização dos sites acessíveis e colocar este tema na pauta de políticas públicas de forma mais assertiva.

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