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Comunicação

SIDIA: Assembleia no dia 10/08 discute reivindicações dos trabalhadores

A pauta de reivindicações dos profissionais do SIDIA será definida em assembleia na sexta-feira, dia 10 de agosto. O encontro acontece às 11h, na sede da empresa.

O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) aprovado em 2017 possui vigência de dois anos. Dessa forma, neste ano as negociações serão voltadas para a atualização das cláusulas econômicas (reajuste salarial e benefícios).

Adequações à “reforma” trabalhista serão outro ponto abordado. Uma dessas questões diz respeito ao custeio sindical. Com o fim da contribuição obrigatórias, novas alternativas deverão ser debatidas coletivamente.

Eventuais sugestões sobre outros assuntos, apresentadas pelos funcionários, também serão discutidas na assembleia. Traga suas contribuições e participe desse importante debate.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Pelo presente edital, o SINTPq – Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região, convoca todos os trabalhadores do SIDIA a participarem da Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada em 10 de agosto de 2018, às 11h, na sede da empresa, para deliberar a seguinte ordem do dia:

1) Discussão, deliberação e aprovação da Pauta de Reivindicação referente à Campanha Salarial;
2) Campanha de Sindicalização
3) Outros assuntos.

Fica estabelecido que não havendo quórum, a Assembleia será realizada, em segunda convocação 30 minutos após, com qualquer número de presentes.

José Paulo Porsani
Presidente SINTPq

Amazul: SINTPq inicia campanha salarial 2019

Os trabalhadores e trabalhadoras da Amazul já podem enviar sugestões para a campanha salarial 2019. O objetivo do SINTPq é antecipar as negociações enquanto o dissídio deste ano transcorre na justiça. As contribuições podem ser enviadas para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o dia 31 de agosto.

No início de setembro, serão realizadas assembleias em São Paulo e Iperó para deliberar a pauta de reivindicações. Com isso, as negociações poderão ser abertas com uma significativa antecedência em relação à data-base de 1º de janeiro. Envie suas sugestões e participe desse importante processo.

Dissídio

O dissídio coletivo de greve segue aguardando julgamento no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Todas as etapas que antecedem o julgamento foram concluídas nos prazos previstos, como a apresentação do parecer do Ministério Público do Trabalho, por exemplo. Entretanto, quando restava apenas o agendamento da sessão, a Justiça do Trabalho entrou em recesso. Enquanto o judiciário não se manifesta, sindicato e trabalhadores seguirão mobilizados na campanha salarial 2019.

É valido ressaltar que o TRT é um tribunal de segunda instância. Graças à greve, a primeira instância foi ultrapassada. Portanto, após o julgamento, restará apenas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) como alternativa de recurso por parte do governo.

Mesmo com as dificuldades e incertezas, o dissídio representa uma esperança futura para todos os trabalhadores e trabalhadoras. Esperança essa que não existiria, caso a proposta de 0% de reajuste fosse aceita passivamente. O engajamento da campanha salarial 2018 deve seguir firme nas negociações deste ano. Converse com seus colegas, participe das ações, sindicalize-se e ajude o SINTPq nessa luta!

Cortes na Capes: Nicolelis denuncia 'pá de cal' na ciência brasileira

O neurocientista Miguel Nicolelis criticou ontem, dia 2, os cortes de recursos para o apoio à pesquisa científica, previstos no orçamento de 2019 definido pelo governo Temer, que podem significar a suspensão de todas as bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado a partir de agosto de 2019. Nicolelis diz que se os cortes não forem revistos, podem representar a "última pá de cal" na ciência brasileira.

"Se nada mudar no orçamento do MEC de 2019, jovens cientistas brasileiros não terão bolsas de estudos da CAPES a partir de agosto de 2019! O Dia do Juízo Final da Ciência Brasileira foi marcado!", afirmou o pesquisador pelo Twitter.

O alerta sobre as consequências do corte de recursos foi dado pela presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) nesta quarta-feira (1º), destacando que cerca de 93 mil pesquisadores podem ter seus estudos paralisados.

O ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro ressaltou a gravidade da situação, já que o aviso foi emitido pelo próprio presidente do Conselho Superior da Capes, Abilio Baeta Neves, nomeado pelo próprio governo Temer. Não se trata, portanto, de uma voz crítica da oposição.

"Não é gente de oposição. É a própria situação dentro da Capes que vê as coisas como insustentáveis. Seria diferente, claro, se fosse um documento da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) – que já fez vários alertas – ou das sociedades científicas. Desta vez, insisto, é o próprio governo que alerta o governo. Ou seja, a situação está muito grave, inclusive para eles virem a público", analisou o ex-ministro, também por redes sociais.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) se esquivou da responsabilidade pelos cortes, atribuída ao Ministério do Planejamento, "que envia os limites para os órgãos do governo federal". Por meio de sua assessoria, o Ministério Planejamento disse que estabelece os limites orçamentários para cada pasta, mas caberia aos ministérios definir "a distribuição dos recursos entre suas unidades, respeitando suas estratégias de ação".

"Não podemos desconhecer que o país vive grave crise fiscal. Ela afeta todo o governo, inclusive o Ministério da Educação. Cabe ao Ministro da Educação distribuir os recursos segundo suas prioridades", declarou o Planejamento.

Redação Brasil Atual com informações de Agência Brasil
FOTO: JAILTON GARCIA

Capes alerta: Corte pode suspender 200 mil bolsas em 2019

A proposta de orçamento do governo de Michel Temer (MDB) para 2019 pode acabar com todo o programa de incentivo à pesquisa científica no país na pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado). O alerta foi feito ontem (1º) pela presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). De acordo com um documento assinado pelo presidente da instituição, Abilio Baeta Neves, o teto orçamentário afeta “gravemente” o setor.

Na prática, isso pode significar a suspensão de todas as bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado concedidas pela Capes, a partir de agosto de 2019. Isso deve atingir “93 mil discentes e pesquisadores, interrompendo os programas de fomento à pós-graduação no país, tanto os institucionais (de ação continuada), quanto os estratégicos (editais de indução e acordos de parceria com os estados e outros órgãos governamentais).” A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de autoria do governo, foi aprovada em julho pelo Congresso e ainda deve passar por crivo do Supremo. O corte radical foi informado à Capes pelo Ministério da Educação (MEC).

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), destinado ao incentivo para a formação de professores no país também entra em xeque. Como um dos efeitos do orçamento do ano que vem, está prevista a “suspensão dos pagamentos de 105 mil bolsistas a partir de agosto de 2019, acarretando a interrupção do Pibid, do Programa de Residência Pedagógica e do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor)”.

A Capes ainda alerta para o impacto negativo para os programas de formação de profissionais em parceria com instituições estrangeiras, o que pode implicar, inclusive, em problemas diplomáticos. “Um corte orçamentário de tamanha magnitude certamente será uma grande perda para as relações diplomáticas brasileiras no campo da educação superior e poderá prejudicar a imagem do Brasil no exterior.” Diante desse cenário, a Capes pede ajuda urgente do MEC.

Leia aqui a íntegra da nota.

Redação Rede Brasil Atual
Foto: AdFURJ

 

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