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Ricardo

Nos EUA, Google perde espaço no mercado de buscadores para o Yahoo

No último mês, o Google registrou sua pior taxa de participação no mercado de buscas norte-americano desde 2009. Ao mesmo tempo, o Yahoo apresentava seu melhor resultado.

Em dezembro, a gigante de buscas respondia por 75,2% do setor, sendo que um ano antes essa fatia era de 79,3%. Já o Yahoo subiu de 7,4% aos atuais 10,4%, segundo dados da StatCounter divulgados pela Bloomberg.

A consultoria acredita que o quadro seja consequência direta de um movimento feito pela Mozilla. Em novembro, a fundação trocou o Google pelo Yahoo como motor de buscas padrão do Firefox.

Nos EUA, o Firefox tem 12% de participação no mercado de navegadores, e desde 2004 ele vinha com o Google como principal buscador. "A questão agora é saber se os usuários do Firefox voltarão para o Google", ressaltou o CEO da StatCounter, Aodhan Cullem.

Fonte: Olhar Digital

Comitê Gestor da Internet no Brasil edita publicação sobre a rede com documentos inéditos

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) iniciou uma nova série de publicações sobre a rede mundial de computadores. Os Cadernos CGI.Br trarão documentos inéditos em língua portuguesa, pesquisas desenvolvidas no país e análises de diversos setores sobre governança na internet e temas correlatos.

“A proposta editorial dos Cadernos CGI.Br é sempre trazer publicações com temas vinculados à governança da internet, na maioria das vezes, com um olhar a partir do nosso lugar de brasileiros, do Eixo Sul, de ver a governança da internet no planeta”, explica o gerente da Assessoria Técnica do comitê, Carlinhos Cecconi, responsável pela publicação.

O primeiro volume, chamado Documentos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação: Genebra 2003 e Túnis 2005, traz quatro dos principais documentos sobre o tema.

A Declaração de Princípios de Genebra e o Plano de Ação de Genebra, em 2003, bem como o Compromisso de Túnis e a Agenda de Túnis para a Sociedade da Informação resultaram da cúpula convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir o papel da informação na sociedade contemporânea. Apesar de históricos, até esta publicação, os documentos ainda não haviam sido traduzidos para o português.

Os documentos expressam análises e recomendações formuladas por governos, empresas, sociedade civil e organizações internacionais que participaram dos debates. Questões como a forma como a internet seria gerida no mundo, a contribuição das tecnologias para a superação das desigualdades sociais e o enfrentamento à exclusão digital são tratadas nos textos, que abordam ainda políticas de universalização, capacitação e segurança, entre outros temas.

Mostrando otimismo em relação ao que as tecnologias poderiam promover na sociedade, nos Princípios de Genebra, os presentes afirmaram que o “desafio é aproveitar o potencial das tecnologias da informação e comunicação para promover as metas de desenvolvimento da Declaração do Milênio, isto é, erradicar a pobreza extrema e a fome, implementar o ensino fundamental universal, promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater o HIV/aids, a malária e outras doenças, assegurar a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento de parcerias globais para o desenvolvimento que permitam um mundo mais pacífico, justo e próspero”.

Cecconi destaca que os textos poderão contribuir para um balanço das políticas no Brasil, país que tem se destacado nas discussões sobre a internet. Ele cita como exemplo o fato de o Marco Civil da internet, que regula o setor, ter sido formulado e aprovado por meio de um amplo debate, que envolveu tanto especialistas e empresários quanto ativistas. “Existem temas que já fazem parte do cotidiano dos cidadãos que usam a internet, mas ainda permanecem desafios”, afirma Cecconi, citando a solidariedade entre países no compartilhamento de tecnologia e a universalização do acesso à rede.

Além disso, lembrou, que está fazendo dez anos que a cúpula terminou e havendo um debate internacional de revisão do que foi a Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação”, explica o especialista. Ele informou que o último Fórum Global de Governança da Internet, encontro que surgiu da cúpula, ocorrerá em João Pessoa em novembro. Por isso, é importante o debate continuar sendo fomentado no Brasil, acrescentou.

Para colaborar com isso, as próximas edições dos Cadernos CGI.Br trarão o documento do NETmundial, feito no ano passado, bem como estudos sobre o movimento anti-spam no Brasil. Além disso, análises sobre a regulamentação do Marco Civil também devem ser publicadas.

Os cadernos são gratuitos e podem ser baixados no site do CGI.Br.

Fonte: Agência Brasil

Balanço de programa de apoio tecnológico no Estado de São Paulo fecha 2014 com atendimento a 17 cidades

Dezessete municípios atendidos e um orçamento de R$ 4,67 milhões – o maior desde a criação em 1989 – compõem o balanço dos atendimentos em 2014 pelo IPT ao Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios, o Patem. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo financia serviços especializados que empregam a capacitação técnica do Instituto para estudos em municípios de pequeno e médio porte sem recursos e/ou capacitação funcional para resolução de problemas e situações emergenciais.

Do total de R$ 4,67 milhões dispendidos no ano passado, a secretaria estadual foi responsável pelo aporte de 87% (R$ 4,06 milhões) e os municípios entraram com 13%, ou seja, R$ 616 mil. Foram atendidos os municípios de Atibaia, Avaré, Batatais, Capão Bonito, Capivari, Caraguatatuba, Divinolândia, Garça, Ibirarema, Ibiúna, Ituverava, Mairinque, Olímpia, Rancharia, Regente Feijó, Santana de Parnaíba e São Roque – alguns dos trabalhos estão concluídos e outros continuam em execução.

Os projetos dedicados ao mapeamento de áreas de risco, como os estudos dos processos de inundações e deslizamentos, e ao diagnóstico de processos de erosão e assoreamento responderam em 2014 por 41% dos atendimentos. A investigação de áreas contaminadas e elaboração de planos de encerramento de aterros sanitários, ou a sua instalação, também foi significativa e abrangeu 30% dos contratos assinados no ano passado. “Os tipos de atendimentos realizados em 2014 foram bastante diversificados e, em 2015, o orçamento aprovado é de R$ 3 milhões”, explica Luiz Carlos Tanno, coordenador do programa no IPT.

Fonte: Instituto de Pesquisas Tecnológicas 

Página do SINTPq no Facebook chega a 3 mil curtidas

Nesta semana a página do SINTPq no Facebook chegou à marca de 3 mil likes. Agradecemos a todos os nossos seguidores, que tornaram possível esse feito. Também agrademos aos nossos diretores: Paulo Porsani, Márcio Martins, Regis Norberto, Austregésilo Gonçalves, Katiucia Oliveira Zanela e Geraldo Antunes Pereira.

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