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Manifestação em defesa do emprego

do emprego, do salário e dos direitos se somam à luta pela redução da jornada Trabalhadores e movimentos sociais estão convidados a irem às ruas na próxima sexta-feira, 14 de agosto, participar da Jornada Nacional Unificada de Lutas.

Convocada pela CUT e demais centrais sindicais.

Dirigentes da CUT condenam a miopia de empresários que tentam jogar o ônus da crise internacional sob as costas de seus empregados, sem refletirem que com esta conduta estarão jogando água no moinho da retração econômica.

Afinal, quanto menor a massa salarial, menos consumo e menos produção, "a lógica excludente do governo anterior, do círculo vicioso".

Ao condenar a prática da demissão imotivada para contratar por menor valor, a CUT lembra que os jornais de domingo estamparam a gravidade da situação: "o emprego começou a voltar, mas com queda de 25% na remuneração.

Demitem para contratar mão-de-obra mais barata".

As centrais sindicais e movimentos populares levantarão bem alto a bandeira da redução da jornada constitucional de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário, que é o nosso segundo grande objetivo deste ano.

Além das prioridades elencadas acima, esta confrontação com os representantes do capital poderá colocar os movimentos sociais num novo patamar.

A classe trabalhadora tem batalhas importantes: pelo desenvolvimento sustentável, preservação do meio ambiente e democratização da comunicação, além do enfrentamento às desinformações e deturpações da chamada "grande mídia" é essencial para a afirmação de um projeto de sociedade que reforce os investimentos sociais e as políticas públicas.

Reestatização da Telebrás

l, o governo se esquiva de participar do debate sobre a reativação ou não da Telebrás, executivos governamentais conhecem experiências internacionais ligadas ao tema.

O Secretário de Logística e Informática do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, um dos principais articuladores do movimento pró-uma rede pública de telecom do governo, o secretário da Secretaria de Política de Informática do MCT, Augusto Gadelha, e o conselheiro da Anatel, Plínio Aguiar, estiveram na Austrália, para conhecer o projeto de rede estatal, desenvolvido pelo Poder Executivo.

A iniciativa do governo australiano é levar internet de alta velocidade a 90% das residências, escolas, órgãos públicos e empresas do país.

O projeto prevê uma parceria com empresas privadas para a prestação de serviços de banda larga acima 100 megabites por segundo.

Essa velocidade, segundo informa reportagem, é cem vezes superior à utilizada pela maioria da população local.

A previsão é atingir esses resultados num período de oito anos a um custo de 48 bilhões de dólares australianos - cerca de R$ 100 bilhões.

Após esse prazo, o governo australiano pretende entregar a rede para a administração das empresas parceiras.

As primeiras instalações devem ser implantadas na Tasmânia, um dos estados com menor cobertura de serviços de banda larga no país.

A intenção é gerar 15 mil empregos diretos na instalação de fibras óticas no território australiano.

"Essa nova rede irá melhorar a produção australiana e trazer benefícios para a economia, contribuir na batalha contra as mudanças climáticas e melhorar a conexão e a prestação de serviços públicos em áreas menos assistidas", afirma um documento sobre o projeto.

A iniciativa foi apresentada na Austrália ao secretário de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, pelo diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações da Austrália, Colin Lion.

Para Santanna, a iniciativa mostra que não apenas no Brasil o Estado tem um papel central na política de expansão da infraestrutura de banda larga, já que mesmo em países desenvolvidos o mercado de telefonia não conseguiu atender às demandas sociais impostas pela sociedade da informação.

Fonte: Convergência Digital :: 20/07/2009

Campanha Salarial CPqD

Temos uma assembléia marcada para o dia 14 de agosto para discutirmos a Campanha Salarial deste ano, o que reivindicaremos e nossa situação diante do quadro atual do CPqD. Antes desta assembléia, no dia 10 de agosto, os trabalhadores se reunirão no Sindicato para preparar a pauta que será debatida na assembléia do dia 14. Sua participação é muito importante.

Dia 30 de junho fizemos uma assembléia onde tiramos como prioridade a contribuição, via e-mail, de reivindicações para a Campanha Salarial. Já chegaram contribuições sobre transporte, reajuste salarial, Plano de Saúde, entre outras. Temos recebido sugestões , mas essa participação pode melhorar.

O Sindicato espera fazer, a exemplo do que vem ocorrendo em outras empresas da base, uma campanha interativa, com a participação efetiva dos trabalhadores e trabalhadoras na construção da Pauta de Reivindicações. O SinTPq entende que prêmio corporativo deve ter regras claras, incorporando-o no ACT, para que não ocorra como neste ano , quando alguns da área comercial receberam, e a grande maioria não. A Convenção 158 da OIT, que dificulta as demissões sem justa causa. O Sindicato defende incorporá-la no ACT.

Terceirização vai para justiça

O Sindicato tem uma mesa redonda com o CPqD na Gerencia Regional do Trabalho nesta segunda-feira (03/08) para discutir terceirização - Hoje o CpqD tem cerca de 460 trabalhadores terceirizados e está aumentando: a partir de agosto mais um setor será terceirizado. Esta já é uma ação da Campanha Salarial 2009.

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