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SinTPq não assina mais a Folha de São Paulo

Cancele sua assinatura da Folha - O SinTPq cancelou a assinatura do jornal Folha de São Paulo em protesto contra sua linha editorial do jornal. A Folha vem se mostrado um veículo de desinformação e de distorção dos fatos, com claros objetivos políticos e em defesa de um conservadorismo jurássico. Em nome desses objetivos, o jornal tenta jogar na lama a reputação de pessoas idôneas e reescrever nossa história segundo os interesses de seus proprietários. Veja alguns dos motivos que fizeram com que o SinTPq optasse por cancelar assinatura: . Em seu editorial de 17/2, a Folha de S.Paulo aplicou a expressão “ditabranda” (ditadura branda) ao regime militar que prendeu, torturou, estuprou e assassinou milhares de pessoas que questionaram ou se colocaram contra a ignorância e os métodos violentos de imposição ideológica dos militares. Um regime político com o qual a Folha de S. Paulo colaborou ativamente emprestando veículos e a redação da Folha da Tarde. Foram 20 anos de atraso para o País...nada brando. . Na edição de 5 de abril, junto com reportagem que tratava de um suposto plano para sequestrar o então ministro Delfim Netto (mentira, nunca houve esse plano), a Folha divulgou um documento falso sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. A intenção foi óbvia, criar um fato para desqualificar a ministra que tem grandes chances de ser a futura e primeira mulher presidente do Brasil. Se você assina a Folha e não concorda que um veículo de comunicação se sinta no poder de mentir, enganar o leitor e denegrir a imagem de uma pessoa, então te convidamos a cancelar sua assinatura e optar por um outro veículo, que respeite nosso direito de informação com qualidade.

Campanha Salarial 2008: As conquistas serão de todos

25/08/2008 O SinTPq está encaminhando a Campanha Salarial 2008 dos trabalhadores de várias empresas, com muitas assembléias sendo realizadas. Em algumas empresas as negociações já encerraram, em outras estão avançadas.Recompor o poder de compra dos salários, com o índice do IPCA acumulado em 6,3% extensivo aos benefícios, ganho real de 5.4% e renovação das demais cláusulas dos acordos coletivos são as principais reivindicações da Campanha Salarial. No Síncrotron, que no ano passado houve uma Campanha salarial conturbada, culminando com a demissão do atual presidente do SinTPq, Joelmo de Oliveira, as negociações terminaram com significativos avanços para a categoria. Os enfrentamentos anteriores resultaram em maior mobilização e participação dos trabalhadores nas assembléias, culminando com a conquista do índice de 8,18% de reajuste salarial e um abono mínimo de R$ 1.200,00. Na Softex os trabalhadores obtiveram a recomposição salarial pelo índice do IPCA e ganho real de 5,4%.Na Fundag, Facti, Instituto Royal e IPT, as negociações estão em andamento.No CPqD a data-base terá início em 1º de novembro, mas a categoria já pode se preparar para o embate em defesa dos direitos e conquistas de todos.A estabilidade econômica, inflação baixa e controlada, possibilita traçar cenários mais estáveis para os trabalhadores, com as negociações garantindo a reposição da inflação nos salários, aumento real e renovação das demais cláusulas do acordo coletivo de trabalho. Mas para que a campanha salarial traga avanços e novas conquistas, é fundamental que os trabalhadores do CPqD mantenham a unidade e participem ativamente das assembléias convocadas pelo Sindicato.

Terceirizada da CEF obtém direito a isonomia salarial com bancários

04/09/2008 A Seção Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho restabeleceu decisão que reconheceu a uma empregada contratada pela Probank Ltda.

para prestar serviços à Caixa Econômica Federal o direito às mesmas verbas trabalhistas, legais e normativas concedidas à categoria dos bancários, uma vez que ela cumpria função idêntica na tomadora.

A empregada foi contratada como digitadora em fevereiro de 2001.

Em março de 2002, a Probank alterou a função para auxiliar de processamento.

Ela, contudo, alegou jamais ter desempenhado essas atividades, pois trabalhava no setor de compensação de cheques, onde fazia também a coleta de envelopes, abertura de malotes, conferência, tratamento de documentos e retaguarda de entrada de dados na CEF e atividades de caixa.

Embora exercesse atividades típicas de bancários, recebia salário inferior e cumpria jornada superior sem receber horas extras nem os reajustes concedidos pelos acordos coletivos da categoria.

Ajuizou ação na Terceira Vara do Trabalho de Goiânia, e a sentença foi favorável em parte a suas pretensões.

O juiz condenou a Probank e a CEF (esta de forma subsidiária) a pagar-lhe diferenças salariais decorrentes do exercício de trabalho bancário e reflexos, gratificação de caixa, auxílio cesta-alimentação, adicional noturno e reflexos em FGTS, férias e 13º salário.

A decisão, mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), foi reformada pela Sétima Turma do TST, que retirou da condenação o pagamento das diferenças decorrentes da isonomia salarial, em virtude de não ter sido reconhecida a existência de vínculo de emprego diretamente com a CEF.

Ao analisar os embargos da empregada, o relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, observou ser pacífico na SDI-1 o entendimento de que a contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não pode gerar vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta e fundacionais, pois esses empregos têm de ser preenchidos por meio de concurso público.

Mas essa impossibilidade não afasta o direito do trabalhador terceirizado às mesmas verbas asseguradas aos da tomadora dos serviços, em face do princípio da igualdade.

Lançamento do Vídeo

Chamada a Cobrar 10 anos de privatização do CPqD/Sistema TelebrásSexta-feira, 5 de dezembro ás 19h, no MIS O SinTPq convida todos para o lançamento do vídeo Chamada a Cobrar – 10 anos de Privatização do CPqD / Sistema Telebrás, que ocorrerá às 19h30 dessa sexta-feria, 5 de dezembro, às 19h30, no MIS – Museu da Imagem e do Som- Rua Regente Feijó, 859, Entrada franca.O documentário “Chamada a Cobrar” registra os principais fatos que antecederam e marcaram o dia 29 de julho de 1998, quando os trabalhadores tomaram as ruas do Rio de Janeiro para impedir a realização do leilão da Telebrás, e enfrentaram um forte esquema de segurança para manter os manifestantes longe da Bolsa de Valores, enquanto a Polícia Militar agia com violência para conter as manifestações no centro da cidade, que se transformou em palco de enfrentamentos, com pedradas, bombas de gás lacrimogêneo e golpes de cassetete.O leilão de privatização das 12 empresas do Sistema Telebrás, que durou cerca de quatro horas, arrecadou um total de R$ 22,057 bilhões, a mesma quantia que, dois anos antes, o governo havia investido na infra-estrutura do sistema e, ainda, o BNDES, Banco que deveria financiar o desenvolvimento nacional, emprestou ao comprador o valor da entrada para adquirir a Telebrás: R$ 8 bilhões.

Atenda a chamada e venha assistir o vídeo que será exibido nessa sexta-feira, às 19h30, no Museu da Imagem e do Som.

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