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Reunião entre SINTPq e FEALQ finaliza texto do Acordo Coletivo

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Em reunião na última quarta-feira, véspera de feriado, representantes do SINTPq e da FEALQ finalizaram a redação do texto para o Acordo Coletivo 2017/18. O encontro teve como objetivo o esclarecimento entre as partes envolvidas, visando sempre a melhor tratativa para os funcionários da Fundação.

Durante a reunião, o setor jurídico da instituição esclareceu a intenção de adequar a redação dos itens expostos no boletim veiculado no dia 11 de outubro. O objetivo, segundo eles, era impedir diferentes interpretações de algumas cláusulas tidas como genéricas.

A fim de evitar a convocação de uma nova assembleia com os trabalhadores para deliberar possíveis alterações em clausulas já acordadas, o SINTPq propôs que as mesmas fossem mantidas até o início das tratativas do acordo do ano que vem, que se iniciam três meses antes da data-base, estabelecida em 1º de agosto. A empresa concordou com a proposta.

No entanto, visando contemplar questões levantadas pela empresa, o Sindicato concordou com o aprimoramento da redação de três itens. Confira a seguir:

-Implementação de férias tripartidas: a partir de 11 de novembro, a “reforma” trabalhista irá permitir a possibilidade de se dividir as férias remuneradas em até 3 vezes sendo que nenhuma delas poderá ser inferior a cinco dias corridos, e um desses períodos deverá ser superior a 14 dias corridos.

-Retirada da cláusula sobre manutenção acordos mais benéficos: O SINTPq entende que a retirada dessa cláusula não implica em perdas para os profissionais da Fundação, uma vez que todos os benefícios praticados constam no acordo atual.

-Implementar cláusula sobre seguro de vida coletivo: O texto do acordo atual contempla apenas a modalidade de seguro individual.

Diante da alteração desses três pontos, o SINTPq não visualiza necessidade em convocar uma nova assembleia deliberatória.

Após o término da Campanha Salarial 2017/18, que obteve aumentos reais nos salários e uma série de conquistas, nenhuma filiação foi registrada na FEALQ. É importante ressaltar a necessidade cada vez maior do engajamento dos trabalhadores e trabalhadoras nas próximas campanhas salariais. Com a implementação da “reforma” trabalhista no dia 11 de novembro, somente a sindicalização poderá garantir que clausulas benéficas aos trabalhadores não sejam removidas.

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SINTPq e CTC realizam primeira rodada de negociações

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Em reunião realizada na quarta-feira, véspera de feriado, representantes do CTC e do SINTPq iniciaram as tratativas para a campanha salarial 2017/18. Durante a reunião, o Sindicato abordou a importância do aumento real nos salários e das demais reivindicações presentes na pauta.

“reforma” trabalhista e suas possíveis consequências a partir do dia 11 de novembro foi um dos temas debatidos durante o encontro. Datas para próximas reuniões também já foram previamente fechadas. Havendo novidades, os profissionais serão devidamente informados.

Acompanhe o andamento das negociações e fortaleça a representatividade do Sindicato. Com a nova realidade das relações de trabalho, somente a sindicalização poderá manter e ampliar o trabalho do SINTPq em campanhas salariais do CTC.

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Em defesa dos direitos, movimento sindical irá às ruas no dia 10

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A CUT e demais centrais sindicais organizam em São Paulo e Campinas ato e marchas em 10 de novembro, Dia Nacional de Mobilização em defesa dos direitos, contra o desmonte da Previdência e pelo fim do trabalho escravo.

As mobilizações envolverão trabalhadores dos setores privado e público e têm como foco as antirreformas do governo golpista de Michel Temer (PMDB) e a retirada de direitos promovida pelas gestões de Geraldo Alckmin (PSDB) e João Doria (PSDB) na cidade e no estado paulista.

Na cidade de São Paulo, a primeira marcha terá concentração às 9 horas, na Praça da Sé, e seguirá até a Avenida Paulista. Já em Campinas, o ato acontece no largo do rosário a partir das 17h.

A atividade ocorre um dia antes de a nova lei trabalhista (nº 13.467/17) entrar em vigor, uma reforma que modificará artigos tanto da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) quanto das leis nº 8.213/91, nº 8.036/90 e nº 13.429/17.

Esta reforma irá precarizar as relações de trabalho, abrindo possibilidade para aumento da jornada, redução de salários e estabelece a possibilidade de trabalho intermitente, aquele que o trabalhador recebe por hora trabalhada sem direito a conquistas como 13º, férias e fundo de garantia.

Já na parte da tarde, a mobilização é organizada pelos servidores públicos, que se reúnem a partir das 14h, no Palácio dos Bandeirantes (Av. Morumbi, 4.500), onde haverá ato e será entregue a pauta de reivindicação do conjunto do funcionalismo ao governador.

Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, defende a unidade no movimento sindical para barrar os retrocessos impostos. “Estamos há três anos sem reajuste num governo que não respeita data-base e trata funcionário com descaso absurdo. Não bastasse isso, Alckmin e Doria apontam para o sucateamento do serviço público e o aprofundamento do arrocho salarial para as categorias".

Izzo lembra que o conjunto do funcionalismo segue mobilizado, a exemplo das lutas realizadas em outubro. Uma das principais reivindicações se refere à retirada imediata do Projeto de Lei (PL) 920/2017, de Alckmin, que prevê o congelamento dos investimentos do governo estadual pelos próximos dois anos.

Com ampla pauta, os servidores cobram também reajuste salarial e direito às negociações coletivas. São contrários à terceirização, privatização e ao PLS 116/2017 da exoneração do servidor, que está no Senado. Defendem a manutenção dos concursos públicos e o não sucateamento do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).

Outras ações - No dia 10, as principais atividades estão centralizadas na capital, mas as cidades do interior paulista preparam também ações para este dia.

Pautas nacionais

- Em defesa dos direitos
- Pela revogação da reforma Trabalhista
- Contra o desmonte da Previdência
- Pelo fim do trabalho escravo

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