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O uso de tecnologia e pesquisa para reduzir as desigualdades

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A utilização de tecnologias com foco na melhoria da educação no país foi um dos temas abordados durante o Seminário Internacional: Redução das desigualdades educacionais a partir de pesquisas de ponta, realizado nesta quinta-feira, 7, no auditório do Ministério da Educação.

“Estamos num momento histórico, em que cada vez mais os países têm sido pressionados a dar soluções rápidas, e é urgente criarmos perguntas novas para respostas novas”, afirmou o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Paulo Gandin. “E isso se aplica fundamentalmente na medição da qualidade da educação.”

O encontro fez parte da série Diálogos Internacionais, criado pela Assessoria Internacional do MEC, em parceria com a Fundação Lemann, uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo contribuir para a melhora da qualidade da educação pública no Brasil.

A secretária de Educação Básica do MEC, Maria Beatriz Luce, reforçou a importância dos estudos sobre desigualdades. “Na educação básica estamos trabalhando com a universalização do atendimento a crianças de quatro e cinco anos, nos anos iniciais da educação, e ainda temos um desafio muito grande no ensino médio. Não só de qualidade, mas de manutenção dos jovens na escola, questão enfrentada também pelos Estados Unidos.”

O professor da Escola de Educação e do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Stanford, Paulo Blikstein, ressaltou que é preciso revisar a maneira de se medir o conhecimento para se compreender como a tecnologia contribui para a educação. “A natureza do processo de aprendizagem se altera com novos elementos na sala de aula”, explicou.

O professor afirmou ainda que é preciso definir com clareza as habilidades esperadas nos jovens do século 21, e para quais dessas habilidades a tecnologia é imprescindível. “As novas tecnologias podem oferecer novos pontos de entrada para o mundo do conhecimento”, concluiu.

O evento contou também com a participação do secretário executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, do diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, além de de outros especialistas em educação brasileira do Centro Lemann.

Fonte: Ministério da Educação

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CTI Renato Archer inaugura Laboratório de Energia Fotovoltaica

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Nesta  6ª feira, 08 de agosto, foi inaugurado, no CTI Renato Archer, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, o Laboratório de Energia Fotovoltaica 'Richard Louis Anderson', voltado à  pesquisa e ao desenvolvimento de módulos fotovoltaicos customizados - estruturas com células que transformam a energia solar em energia elétrica. O laboratório foi construído e equipado com um total de R$ 2,5 milhões em recursos do Ministério, via Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). O objetivo do Ministério é incentivar P&D na cadeia de produção de energia fotovoltaica no País.
É o primeiro laboratório desse tipo em funcionamento dentro de uma instituição federal.

O laboratório irá desenvolver soluções customizadas com o objetivo de integrar  módulos fotovoltaicos em diferentes aplicações.   Ao se aplicar em  edificações, por exemplo,  este   módulo constitui  um elemento multifuncional da construção, pois, além de produzir energia, também desempenha funções arquitetônicas, seja na forma de telhado, brise ou  fachada.   A customização pode ser obtida por meio de formatos específicos dos módulos, com diferentes graus de transparência. Também podem ser criados padrões estéticos a partir da disposição e cores das células fotovoltaicas dentro do módulo.

Com 250 metros quadrados de área, o laboratório terá como função criar protótipos que posteriormente poderão ser produzidos pelos clientes em escala industrial. Também haverá a possibilidade de se produzirem pequenas séries de módulos customizados, voltados a  projetos específicos.

A iniciativa está inserida no contexto do Complexo Tecnológico Educacional (CTE) - que abrange o ecossistema formado pelo CTI Renato Archer, pela Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação (FACTI), pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) e pelo Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), em Campinas.

Fonte: CTI Renato Archer

Veja fotos em http://goo.gl/99uD7D

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