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Comunicação

Campanha #SINTPqSemprePresente tem início no CNPEM

O SINTPq iniciou neste mês de fevereiro a campanha #SINTPqSemprePresente, que promove visitas nas empresas da base para tirar dúvidas, conversar com os trabalhadores e registrar novas sindicalizações.

O CNPEM foi a primeira empresa a receber a atividade, realizada na terça-feira (12), entre 11h e 14h. Durante a campanha, os diretores do sindicato conversaram com os funcionários, que se mostraram interessados em dialogar sobre diferentes temas.

Além de promover o contato direto com os trabalhadores, a campanha também obteve novas sindicalizações durante sua realização, registradas presencialmente e também pelo site do SINTPq.

A direção do sindicato agradece a todos os profissionais do CNPEM que se associaram. Nas próximas semanas, novas datas e locais da campanha serão divulgadas.

20 de fevereiro: Dia de assembleia nacional contra a reforma da previdência

Em defesa da aposentadoria e da Previdência Social, no dia 20 de fevereiro, a partir das 10h, na Praça da Sé, no centro de São Paulo, os trabalhadores e trabalhadoras realizarão uma Assembleia Nacional para definir um plano de lutas unitário contra a proposta de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL/RJ).

A Proposta de Emenda Constitucional, PEC da reforma da Previdência que deve ser encaminhada ao Congresso Nacional prevê idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres. Com a substituição do tempo de contribuição pela idade mínima, as pessoas mais pobres, que começam a trabalhar muito mais jovens, serão severamente prejudicadas.

Para a CUT e demais centrais sindicais que estão organizando a luta de resistência da classe trabalhadora - Força Sindical, CTB, Intersindical, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas e CSB - as propostas sinalizadas pela equipe econômica do governo praticamente acabam com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

Mobilizações

A Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, que reunirá trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias e regiões do país, ocorrerá na Praça da Sé, no centro da capital paulista. Outras ações descentralizadas, como atos, assembleias, panfletagens e diálogo com a base, também estão previstas para ocorrer no mesmo dia ou em outros dias em estados como Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Piauí, e Santa Catarina.

Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora

10h - Praça da Sé, centro de São Paulo

Atos e mobilizações (em atualização)

Amapá
Ato em frente ao prédio do INSS de Macapá

Bahia
10h – Ato em frente a Previdência Social do comércio

Ceará
6h - panfletagem nos terminais de ônibus em Fortaleza

11h – panfletagem na Fábrica Guararapes

13h30 – panfletagem na OI/Contax.

15h - panfletagem nas ruas do centro e Tribuna Livre na praça do Ferreira

Maranhão
Ato unificado - horário e local a definir

Piauí
8h30 - Assembleia da Classe Trabalhadora do estado, em frente ao Prédio do INSS - Praça Rio Branco - centro de Teresina

Rio de Janeiro
15h – Ato no Boulevard Carioca, esquina com a Av. Rio Branco

Rio Grande do Norte
14/02 - Jornada sindical rural em defesa da Previdência

20/02 - Plenária Unificada - horário e local a definir

Rondônia
11/02 a 15/02 - Plenária estadual

Rio Grande do Sul
14/02 - Ato Unitário contra a reforma da Previdência

18h - Esquina Democrática, em Porto Alegre

Santa Catarina
15h - Ato no largo da Catedral, no centro de Florianópolis

Sergipe
Assembleia Estadual em Aracaju - horário e local a definir

Tocantins
16/02 - Plenária Unificada Estadual

 

Profissionais do CTC rejeitam dissídio coletivo

Em assembleia convocada para deliberar a instauração de dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, realizada nesta quinta-feira (14), os funcionários do CTC rejeitaram a proposta do SINTPq para pôr fim a campanha salarial 2018/19. Foram 42 votos contrários e 19 favoráveis.

O processo pleitearia judicialmente a concessão dos benefícios reivindicados que foram negados pelo CTC, como licença maternidade de 180 dias, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, Vale Alimentação de R$ 150,00, entre outros.

Com o resultado da assembleia, o SINTPq não acionará a justiça e seguirá aberto a novas negociações com a empresa.

Campanha do SIDI é encerrada e SINTPq prepara assinatura do acordo

Os profissionais do SIDI concluíram mais uma campanha salarial nesta semana. Após seis reuniões negociais e quatro assembleias, a última contraproposta da empresa foi aprovada em assembleia na terça-feira, dia 12. O novo acordo obteve avanços econômicos importantes:

  • • IPCA + 1,1% de aumento real para salários até R$ 8.000,00;
  • • IPCA para salários acima de R$ 8.000,00, mais o reajuste referente à faixa anterior;
  • • Reajuste do VR para R$ 785,00;
  • • Correção dos demais benefícios econômicos pelo IPCA (4,56%).

Nesta campanha salarial, a empresa insistiu na implementação de um banco de horas. Depois de negociações e diferentes propostas, os funcionários do SIDI aprovaram o novo sistema, que estabelece itens como:

  • • Limite de duas horas extras por dia no Banco de Horas;
  • • Prazo de sete dias para comunicação prévia da retirada das horas;
  • • Aos sábados, inclusão das primeiras quatro horas de trabalho no Banco de Horas e pagamento das demais;
  • • Limite de 40 horas no banco;
  • • Acompanhamento mensal do sindicato sobre os números totais do banco.

Sobre o pagamento do bônus, a empresa afirmou que foram encontradas inconsistências e que fará o pagamento, mediante negociação prévia com o sindicato. Nesse processo, será necessário calcular os valores de cada trabalhador.

Considerando que as negociações começaram com o SIDI oferecendo apenas 0,44% de aumento real para salários até R$ 9.000,00, percebe-se que as negociações e a insistência do sindicato em mesa foram fundamentais. Com a mesma atitude, foi possível melhorar as condições do banco de horas.

Sem a campanha salarial e a negociação coletiva via sindicato, a empresa poderia fazer acordos individuais de banco de horas ao seu bel-prazer, nas condições que lhe fossem mais vantajosas, pois a reforma trabalhista lhe deu essa prerrogativa.

Nos próximos dias, o departamento jurídico do SINTPq avaliará as cláusulas do banco de horas, a fim de evitar prejuízos aos funcionários. Após as devidas análises, o Acordo Coletivo de Trabalho será assinado. 

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