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Comunicação

Amazul não envia informações e reunião sobre o PAMSE é cancelada

No dia 26 de setembro, sindicato e empresa realizaram a primeira reunião para tratar da situação do PAMSE. O debate foi necessário, mas ainda insuficiente para o aprofundamento do tema. Ao término da conversa, o SINTPq reiterou o pedido feito via ofício no dia 12/09, que solicitou uma série de informações necessárias para uma adequada discussão sobre o plano de assistência médica.

Outra conversa estava agendada para amanhã, dia 17 de outubro. Entretanto, como a empresa não enviou as informações necessárias, mesmo com o considerável prazo disponível, a realização da reunião tornou-se inviável. Dessa forma, o sindicato comunicou a empresa sobre o cancelamento da agenda.

A direção do SINTPq avalia que, com o não envio das informações, a empresa está protelando a discussão ou não está disposta a buscar, conjuntamente com o sindicato, uma solução para a questão da assistência médica na Amazul.

O SINTPq espera que, após essa manifestação, a empresa se empenhe em obter as informações solicitadas e apresente ao sindicato o mais breve possível para que, dessa forma, uma reunião efetiva possa encaminhar soluções. Confira abaixo a documentação reivindicada.

  • • Apresentação feita aos trabalhadores da AMAZUL pela Sra. Kelly da Emgepron;
  • • Estudos sobre a comparação com outros planos de saúde;
  • • Dados referentes aos trabalhadores da AMAZUL e seus dependentes no PAMSE, por faixa etária e percentual de contribuição;
  • • Informações sobre a auditoria externa realizada pelo PAMSE;
  • • Estudos atuariais que embasaram a proposta de reajuste;
  • • Regulamento atual do plano e as últimas alterações.

Assembleia no dia 19/10 discute contraproposta da Daitan

Conforme informado no último comunicado, a Daitan apresentou hoje sua contraproposta para a campanha salarial 2018/19. As condições oferecidas estabelecem o reajuste de 5% nos salários e benefícios. Considerando as previsões para o IPCA de novembro, esse percentual garantiria aproximadamente 0,5% de ganho real.

As demais reivindicações dos funcionários foram recusadas pela direção da empresa.

Na sexta-feira, dia 19, a contraproposta será levada para deliberação dos trabalhadores em assembleia. O encontro acontece às 10h, na sala de reuniões do Edifício Galleria Corporate (6º andar). Participe e venha manifestar seu voto.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Pelo presente edital, o SINTPq – Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região, convoca todos os trabalhadores da Daitan a participarem da Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada em 19 de outubro de 2018, às 10h, na sala de reuniões do Edifício Galleria Corporate (6º andar), para deliberar a seguinte ordem do dia:

1) Deliberação da contraproposta da empresa para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019;
2) Campanha de Sindicalização;
3) Outros assuntos.

Fica estabelecido que não havendo quórum, a Assembleia será realizada, em segunda convocação 30 minutos após, com qualquer número de presentes.

José Paulo Porsani
Presidente SINTPq

Campanha salarial: Sindicato e Daitan realizam 1ª rodada negocial

A primeira reunião de negociação da campanha salarial 2018/19 acabou há pouco. Os representantes do SINTPq apresentaram as reivindicações dos trabalhadores e seus respectivos argumentos. Após a conversa, a direção da Daitan informou que irá apresentar sua contraproposta na segunda-feira, dia 15. Cumprida essa etapa, uma nova assembleia deverá ser convocada para que os profissionais deliberem a aprovação ou recusa das condições oferecidas.

Editorial | Eleições 2018: É hora de se posicionar

O Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisas, Ciência e Tecnologia - SINTPq tem suas origens e sua atuação fortemente relacionadas à defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores, das liberdades democráticas e do estado de direito.

As diretorias do SINTPq têm mantido, ao longo da sua história, a escolha por não se manifestar sobre candidaturas nos processos eleitorais, no sentido de garantir a necessária autonomia e independência da entidade em relação a partidos políticos e governos.

Nesse pleito, diante de uma candidatura que se coloca em flagrante antagonismo aos princípios democráticos basilares e que tem encontrado eco em parcelas do eleitorado, a diretoria do SINTPq entendeu que não poderia deixar de se posicionar.

Não podemos calar diante da candidatura do PSL, de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão, defensores abertos da herança política do regime militar, da mitigação do que ainda nos resta de direitos trabalhistas. Ao longo de seus quase 30 anos na Câmara dos Deputados, Bolsonaro votou sistematicamente contra os trabalhadores e trabalhadoras. Como exemplos, podemos citar seu voto favorável à “reforma” trabalhista e sua manifestação contrária à PEC das Domésticas, que garantiu direitos básicos para essa categoria historicamente precarizada.

Não se pode silenciar diante de uma candidatura que visa banalizar o arbítrio do estado, a tortura, a homofobia, a misoginia, o racismo, a violência e o armamento generalizado em um dos países com mais altas taxas de homicídios.

Não podemos compactuar com a regressão, do que com muita luta se conseguiu avançar nesse país em relação às liberdades democráticas, aos direitos humanos e de cidadania, ainda mais quando temos ciência do quão distantes ainda estamos de conquistar um patamar condigno com uma sociedade mais justa, mais tolerante e includente.

Causam surpresa as alegações que procuram justificar o voto nesse tipo de candidatura apenas com base na rejeição a outras ou ao atual sistema político. Independentemente da necessidade de transformá-lo. Para cidadãos que, como nós, altamente especializados, têm acesso a informação qualificada e podem realizar apreciações ponderadas e críticas, isso não pode ser pretexto para observar passivamente que o país seja levado a tamanho retrocesso.

Queremos nos somar a tantos que mantém o compromisso de lutar para que nossa sociedade supere as barreiras que nos tem impedido de caminhar para melhores patamares de desenvolvimento e justiça social.

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