O CPqD divulgou nos últimos dias diversas informações que não condizem com a realidade. A mais preocupante é de que o SinTPq não compareceu a uma reunião agendada para a última sexta-feira, dia 10. Na realidade, o convite foi feito, porém o SinTPq não confirmou presença para aquela data. Um dos motivos é o de que a gerência do Centro estava reunindo os funcionários e apresentando as novas condições para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Sendo assim, o Sindicato pediu que a proposta viesse por escrito para avaliação. A posição do CPqD, de divulgar as condições antes da reunião, inviabilizou a necessidade do encontro, principalmente porque o aumento real não foi contemplado.
As condições acrescidas à proposta do ACT beneficiam uma pequena parcela de profissionais do Centro e não contemplam a reivindicação que levou os trabalhadores a decidirem pelo dissídio: o aumento real, que há 13 anos não é conquistado.
Os dez dias após a audiência no Tribunal Regional do Trabalho, que aconteceu no dia sete, serão para possibilidades de acordo. O Sindicato continua aberto ao diálogo, no entanto acordos só podem ser encaminhados se contemplarem o aumento real, acatando a decisão dos trabalhadores.
Na nova proposta do CPqD, somente três itens foram alterados:
Auxilio creche: reajuste de R$ 260 para R$ 300. (beneficia de 15% dos trabalhadores)
Adicional de sobre aviso: Alterar do pagamento de 2 para 8 horas extras a cada 24 horas sobre aviso (beneficia 25 trabalhadores)
Campanha de filiação: Autorização para o Sindicato fazer campanha de filiação nas instalações do CPqD dois dias ao ano.
O CPqD não procurou resolver o impasse da campanha salarial ao não atender a reivindicação de aumento real e sua nova contraproposta atende pequena parcela dos trabalhadores do CPqD.
O Sindicato em nenhum momento se recusou a negociar com o CPqD, mas não descumprirá uma decisão da categoria que reivindica aumento real e aprovou a instauração de dissidio coletivo. Caso o CPqD sinalise com a proposta de aumento real reestabeleceremos a negociação ao contrário aguardaremos a decisão judicial.
Já que o impasse não foi
Desejo de uma nova assembléia
Conversando com vários funcionários do CPqD, verifico que muitas das pessoas que votaram pelo dissídio não sabiam a real situação em que estavam entrando. Os trabalhadores correm o risco de não obter aumento algum, isso em um longo prazo de tempo. É evidente , que neste caso, o sindicato não está verificando os interesses dos funcionários, pois é melhor ter um aumento que corrige a inflação do que não se ter aumento algum. Esta situação está denegrindo a imagem do sindicato, que muito fez pelos trabalhadores, mas que porém, neste episódio, está pensando somente em seus interesses.
Pelo Amor de Deus !!!
Concordo, esta "proposta" não
Coloquem sim... aprovem logo