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Fundag: Proposta de compensação de horas de 2015 será apresentada em assembleia na quinta-feira (8)

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A Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Atividades (Diretas e Indiretas) de Pesquisa e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia de Campinas e Região – SINTPq, convoca todos os trabalhadores da Fundag para que compareçam na Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no próximo dia 8 de janeiro de 2015, na sede da empresa, às 10:00 horas em primeira convocação e não havendo quórum às 10:30 em segunda convocação com qualquer número de pessoas presentes para deliberar sobre a seguinte pauta:

1) Apresentação da proposta de compensação de horas de 2015.

Régis Norberto Carvalho
Presidente - SINTPq

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Dieese: ‘Valorização do salário mínimo cria efeito dinâmico na sociedade’

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O coordenador de atendimento técnico sindical do Dieese, Airton Santos, comentou na última segunda-feira (5) que a política de valorização do salário mínimo não é importante apenas para os trabalhadores e aposentados que o recebem, mas para os demais salários também.

Segundo o coordenador, o reajuste de 8,8%, em vigor desde 1º de janeiro, que elevou o valor do salário mínimo para R$ 788, representa uma “razoável” massa de recursos injetada na economia e cria um efeito “dinâmico” na sociedade. “Um efeito multiplicador, porque esses recursos vão para as pessoas de renda baixa e voltam diretamente para a economia, como consumo”.

Airton afirma que, juntamente com as políticas de transferência de renda e o esforços do movimento sindical em conquistar aumentos reais, o salário mínimo tem sustentado o mercado interno. “Sua importância é ainda maior, pois faz com que o piso salarial de diversos setores da produção sejam puxados para cima, garantindo um aumento geral dos salários.”

Sobre o aventado risco de revisão das regras de reajuste do mínimo, o coordenador do Dieese diz que qualquer mudança teria de ser discutida no Congresso.

“Mas acho que o Congresso não é suficiente para discutir isso. O movimento sindical precisa estar atento e, se necessário, pôr o bloco na rua, porque a gente sabe que tem resistência. Essa conquista não pode ser discutida administrativamente. É uma discussão muito longa, porque foi uma luta árdua do movimento sindical e do trabalhador. O movimento sindical tem que bater o pé e não abrir mão. Não é uma coisa simples e beneficia muita gente”, conclui Airton Santos.

Fonte: Força Sindical

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