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Ministério do Trabalho implanta sistema eletrônico para tramitação de processos administrativos

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O uso do papel para a montagem de processos e documentos públicos no Ministério do Trabalho e Emprego está com os dias contados. O ministro Manoel Dias assinou na tarde da última terça-feira (18), em Brasília, acordo de cooperação técnica com o Tribunal Regional Federal da 4ª Região para a implantação do SEI- Sistema de Processo Eletrônico, desenvolvido pelos servidores da Justiça Federal, que permite a tramitação e construção de processos administrativos digitais assinados digitalmente pelos agentes públicos.

O programa, criado em 2009, já está em implantação em outros dez órgãos federais. O ato de assinatura do acordo de cooperação já foi totalmente digital e foi realizado na sede da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que também passará a utilizar o novo sistema.

"A informatização dos processos vem de encontro àquilo que a população busca, que é o serviço público de qualidade", destacou o ministro, acrescentando que a implantação do SEI faz parte do projeto de modernização no TEM. A mudança está permitindo que 100% dos atendimentos ao cidadão entrem na era digital. "Dentre as alterações a mais importante é a Carteira de Trabalho Digital, que permite que o trabalhador receba o documento no ato da requisição. Era um absurdo que um cidadão tivesse que esperar 30 dias para receber o documento. Estamos mudando essa realidade em todo o País", acrescentou Dias.

O ministério deve passar por um período de implantação e adaptação ao programa, começando pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e pela Secretaria de Relações do Trabalho (SRT). O programa será cedido gratuitamente ao ministério e permitirá, além da redução de custos e de burocracia, maior transparência aos atos administrativos. "O cidadão tem pleno direito de acompanhar os processos do executivo e a digitalização deve permitir grandes avanço neste sentido", finalizou o ministro.

Fonte: Ministério do Trabalho

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Pesquisador da Unicamp desenvolve sistema que facilita a comunicação com deficientes auditivos

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Quem convive, de alguma forma, no trabalho ou no lar, com um deficiente auditivo enfrenta no dia a dia dificuldades ao tentar iniciar com ele a comunicação através de ato ou gesto. Por décadas os métodos utilizados para captar a atenção de um deficiente auditivo ou surdo para iniciar uma interação são sempre os mesmos. Apesar da profusão de tecnologias de comunicação em uso entre as comunidades de deficientes auditivos e surdos, a dificuldade para captar a atenção inicial deles não foi ainda superada com a utilização de novas tecnologias.

Esse cenário motivou Marcelo Sodré Plachevski, graduado em Tecnologia de Informática, a dedicar-se ao mestrado em que projetou e desenvolveu um sistema que utiliza a tecnologia de reconhecimento de voz, através de um dispositivo móvel, sensível à voz de qualquer locutor, capaz de gerar um alerta vibratório e luminoso para o surdo quando uma das palavras previamente registradas no dicionário do sistema é pronunciada. O trabalho foi orientado pelo professor Rangel Arthur, da Divisão de Telecomunicações da Faculdade de Tecnologia da Unicamp, campus de Limeira, atual coordenador do curso de Engenharia de Telecomunicações, e foi coorientado pelo professor Francisco J. Arnold.

O pesquisador lembra que não existe uma tecnologia com reconhecimento de voz voltada para o alerta do deficiente auditivo como a proposta em seu projeto. Ainda hoje ele depende muito de alertas tradicionalmente utilizados. Por essa razão, a ideia que conduziu ao trabalho constitui uma inovação e despertou o interesse da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) de São Paulo, quando o conceito inicial da ideia foi apresentado por ele ainda em fase de concepção.

Ainda no início do desenvolvimento do estudo, Marcelo constatou essa realidade ao visitar a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (ReaTech), que acontece anualmente em São Paulo e que reúne todas as tecnologias existentes voltadas para deficiências de forma geral. Na ocasião, ao manter contato com associações de deficientes auditivos e com empresas que trabalham com produtos voltados para a audição, ele confirmou que não existia nada similar ao que pretendia criar.

Fonte:Unicamp

Foto: Antonio Scarpinetti

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Volume de queixas no setor de telecomunicações é alvo de debate no congresso

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O setor de telecomunicações é um  dos dois principais alvos de queixas dos consumidores brasileiros. O curioso é que o segundo segmento com maior número de reclamações é o de TV por assinatura, que está cada vez mais nas mãos das empresas de telefonia.

O fato é que, apesar do avanço de tecnologia, há uma falta de sintonia entre as expectativas de quem está neste sistema como cliente e as operadoras concessionárias. Há uma distância entre o que apresentam e prometem as propagandas na TV e o serviço realmente entregue.

É inconcebível para a população, por exemplo, a permissão para vender acesso à internet com direito a determinada velocidade e poder entregar 70% do valor, sem estar em desacordo com a legislação.  
Essa regulamentação está em mudança, passando a entrega mínima de 70% para 80%. Porém este avanço gradual é visto pelos especialistas como desanimador para o consumidor, que convive com o desejo de usar os serviços em sua plenitude.

Esta questão é uma das raízes do altíssimo volume de reclamações pelos SACs e ouvidorias das empresas, chegando muitas vezes na Anatel. Porém, diante do contexto deste mercado, as respostas oferecidas são padrões e minimizam este volume de queixas diante dos milhões de assinantes supostamente satisfeitos.

Para ajudar a repercutir esta situação e começar a pensar em formas de garantir o equilíbrio entre operadoras de telecomunicações e clientes, a Câmara dos Deputados está organizando para a próxima quarta-feira, dia 19, uma Audiência Pública para debater estes altos números de reclamações de consumidores.



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Minicom promete leilão para universalização da banda larga em 2015

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Embora incerto sobre sua permanência no posto no próximo ano, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, indicou que o governo deve começar a realizar leilões para implantação de fibras ópticas em meados de 2015. A ideia, explica o ministro, é modernizar a infraestrutura na quase totalidade dos municípios do país e ainda garantir fibras na última milha em 45% das residências.

“O Brasil tem dificuldades enormes para universalizar a banda larga em quatro anos, mas é factível. Para levar fibras a mais de 90% dos municípios estamos estimando em R$ 10 bilhões. Outros R$ 40 bilhões se a fibra chegar a 45% dos domicílios. Mas não vamos colocar todos esses recursos. A ideia é fazer leilões reversos, contratando aquele que pedir menos subsídios”, descreveu Bernardo, que nesta quarta participou de um seminário de políticas de TICs promovido pelo Ministério das Comunicações.

O desenho prevê que as empresas constroem a infraestrutura e ficam com o direito de explorá-la, mais ou menos como o programa de Cidades Digitais do Minicom. “Em algumas áreas, como o Entorno de Brasília, onde tem muita gente, é mais viável negociar com as empresas a fibra na última milha do que no interior do Nordeste, por exemplo”, disse o ministro. “Em meados do próximo ano já dá para fazer leilões”, emendou.

Paulo Bernardo admite que a nova política de universalização – agora batizada de Banda Larga Para todos – deve levar em conta medidas que já vem sendo discutidas pela Anatel, particularmente a proposta do novo Plano Geral de Metas de Universalização que prevê obrigar as concessionárias a implantarem backhaul de fibras nos municípios que ainda não contam com essa infraestrutura.

Atualmente, apenas 47% dos municípios têm redes de fibras. A proposta do PGMU, atualmente em consulta pública, é usar uma “dívida” das concessionárias – o saldo da troca de metas do apelidado PGMU 2,5 – para exigir fibras ópticas nos demais municípios. “O ideal é fazer combinado com o PGMU. Tem que ser integrado. Não faz sentido duplicar esforços”, disse o ministro.

Fonte: Uol

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Internet e telefonia na área rural já são realidade no Brasil

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A faixa de 450 MHz, leiloada pela Anatel em junho de 2012, está levando muitos avanços às áreas rurais do país. Além dos objetivos definidos no próprio leilão, como o de levar internet a todos os municípios brasileiros até 2015, a implantação da nova faixa também permitiu que as concessionárias começassem a cumprir as obrigações assumidas na renovação do Plano Geral de Metas de Universalização da Telefonia Fixa (PGMU), em 2011.

Por exemplo, um dos compromissos assumidos pelas empresas no PGMU, que dependia da implantação da faixa de 450 MHz, era a oferta de linhas de telefone fixo para quem mora em regiões mais afastadas das sedes dos municípios. Agora, quem mora a uma distância de até 30 quilômetros da chamada "área de tarifação básica" já pode entrar em contato com a concessionária que atende a região e solicitar uma linha telefônica residencial ou comercial.

Outra obrigação definida no PGMU que pôde ser posta em prática agora, com a nova faixa, é a ampliação do número de orelhões nas áreas rurais. Esta ação visa atender, principalmente, postos de saúde, escolas públicas, comunidades quilombolas, assentamentos rurais e aldeias indígenas.

Fonte: Ministério das Comunicações

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Número de linhas de celulares no Brasil passa de 278 milhões

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O Brasil fechou setembro de 2014 com 278,48 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 137,14 acessos por 100 habitantes. Em setembro, houve um acréscimo de 1,07 milhão de linhas. No nono mês de 2014, os acessos pré-pagos totalizavam 213,01 milhões (76,49% do total) e os pós-pagos 65,46 milhões (23,51%).

A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados", no portal da Agência na internet (www.anatel.gov.br). Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 13 de novembro de 2014 e podem sofrer alterações.

Fonte: Anatel

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Novo aplicativo ajuda a comunicação de crianças autistas

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Desenvolver as habilidades de comunicação pode ser um desafio bastante complexo para crianças com algum nível de autismo, Síndrome de Down ou Asperger. Nem sempre a boa vontade de profissionais de saúde e dos pais é suficiente para que avanços sejam obtidos. Quem conhece esse processo, sabe o quanto ele é dificultoso e repleto de dificuldades.

Para ser um apoio e ferramenta para facilitar esta etapa de aprendizagem de crianças sem autonomia de expressão, foi desenvolvido o “Avaz”, um aplicativo de comunicação por meio de imagem feito para Android e iPad e que ajuda as crianças a melhorar suas competências linguísticas e de expressão.

O aplicativo, desenvolvido por um laboratório americano de engenharia, foi feito a partir de estudos em colaboração com 25 escolas e 500 crianças. Ele também é um projetado para ajudar os professores, terapeutas e cuidadores a fim de proporcionar uma interação mais eficiente com crianças que possui dificuldades na fala.

Funcionalidade

A raiz de uso do Avaz é simples e eficaz: crianças criam mensagens usando símbolos de imagem e voz sintética. A base de funcionamento é lúdica e atende as crianças imersas em seu universo e individualidade, permitindo que elas criem formas de se expressar. O “Avaz Pro” vem com 3 sistemas de vocabulários baseados em repertório de imagens e associado a um kit básico do software Word. Uma característica técnica interessante é a opção de gravar a própria voz no sistema. Sendo ela então a forma pela qual serão enunciadas frases e palavras.

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SOFTEX realiza pesquisa dirigida à comunidade software livre

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A SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) está realizando uma pesquisa dirigida à comunidade software livre. Quem se interessar pelo assunto pode participar da pesquisa clicando aqui.

A participação dos interessados será muito útil para se traçar um perfil dos profissionais envolvidos com o setor, bem como das comunidades existentes. O resultado será publicado no site SOFTEX.BR.

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Brasil terá peça em acelerador de partículas

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Brasileiros são responsáveis por uma peça-chave para "recauchutar" o LHC, o maior acelerador de partículas do mundo. Ele deve operar com energia máxima a partir de maio de 2015, quando o acelerador voltar de uma pausa técnica de cerca de dois anos, para corrigir problemas e melhorar o desempenho.

Depois de provar, em 2012, a existência do bóson de Higgs –também conhecido como "partícula de Deus" e um dos componentes fundamentais do chamado Modelo Padrão da física–, o gigantesco experimento fincado na fronteira da Suíça e da França está prestes a encarar novos desafios.

Uma equipe liderada pela USP e pela Unicamp, mas com pesquisadores também de outras instituições, acaba de entregar o primeiro protótipo do chip Sampa, uma das principais apostas científicas do Alice, um dos quatro grandes detectores de partículas do acelerador.

O Sampa serve para analisar a enorme quantidade de partículas e interações gerada pelas colisões de partículas em altíssima velocidade –a pancadaria serve para liberar partículas "presas" no núcleo dos átomos.

Com o aumento da energia do LHC, a quantidade de colisões por segundo crescerá substancialmente, fazendo com que eventos considerados raros e com alto valor científico aconteçam com mais frequência. O objetivo do Sampa é justamente ajudar a encontrá-los.

"É uma responsabilidade enorme porque, se algo sair errado, o trabalho de muita gente pelo mundo será prejudicado", afirma Marcelo Munhoz, professor do Instituto de Física da USP, que coordena a participação da instituição no projeto, que conta ainda com pesquisadores e alunos da Poli (escola de engenharia).

Nas instalações do Alice (acrônimo para "A Large Ion Collider Experiment"), vários metros abaixo da terra, serão instalados cerca de 55 mil chips do tipo Sampa, que terá 5 mm x 5 mm. O Sampa deve ser instalado no LHC em 2018, quando outra parada técnica está programada.

"Pode parecer muito, mas 55 mil unidades é muito pouco para a indústria de microinformática, que trabalha com números muito maiores", explica Munhoz.

FABRICAÇÃO EM TAIWAN

A primeira parte do experimento –elaboração de dois protótipos do Sampa– está garantida por um financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). O grupo ainda busca financiamento para as demais etapas.

Como as empresas do Brasil não têm estrutura para produzir o chip, ele deverá ser fabricado, a partir do protótipo paulista, em uma companhia especializada de Taiwan.

Atualmente há 32 brasileiros, oriundos da USP e da Unicamp, trabalhando no Alice. No LHC como um todo –que conta com outros três detectores, o Atlas, o CMS e o LHCb– são 122.

O italiano Paolo Giubellino, porta-voz e um dos responsáveis pelo multimilionário Alice, mostrou-se entusiasmado com os primeiros avanços do microchip brasileiro.

"Estive recentemente no Brasil e nós estamos muito felizes com os resultados do chip Sampa. Os brasileiros estão em condições de igualdade com os melhores do mundo no desenvolvimento desses componentes."

O Alice trabalha com a análise de íons pesados, reproduzindo as condições da primeira infância do Universo, pouco depois do Big Bang, cerca de 14 bilhões de anos atrás.

Fonte: Folha de S. Paulo

Foto: Getty Images

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Financiamento colaborativo pode viabilizar novos projetos científicos

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O financiamento colaborativo está chegando ao setor científico sem muito alarde, porém com bastante potencial. Conhecido por seu titulação em inglês, “crownfunding”, o financiamento colaborativo é uma prática de voluntários interessados em tornar viável determinado projeto que não encontra apoio nas formas tradicionais ou no mercado.

Esse processo é muito utilizado nos meios artísticos. Através dele muitos DVDs, CDs e shows conseguem ser produzidos. Como reciprocidade os colaboradores ganham produtos, ingressos ou tem o privilégio de verem seus nomes na qualidade de co-produtor.

Alguns jovens empreendedores tem procurado o financiamento colaborativo para poderem concretizar invenções e projetos que poderiam ser comercializados no mercado. Foi dessa forma que a primeira impressora 3D foi fabricada, nos Estados Unidos. Considerada na época uma ideia surreal, o projeto teve início com o apoio de uma rede de pessoas espalhadas pela internet e empolgadas com a ideia. Uma pequena quantia de cada um, debitada em cartão de crédito e passível de parcelamento,
permitiu que o sonho virasse realidade.

Nem sempre o mercado aposta em novidades autorais. Os projetos de inovação de pequeno porte e carregados de audácia ou de alto grau de complexidade afastam os investidores tradicionais. As próprias linhas de financiamento existentes em organismos bancários ou acadêmicos exigem diversas comprovações e detalhamentos
que nem sempre podem ser fornecidas e superadas peles pesquisadores, especialmente os mais jovens.

O grau de sucesso depende muito da rede de amigos como ponto de partida de divulgação e da capacidade de marketing digital dos detentores do projeto.

Sci Crownfunding

O portal Sci Crownfunding é uma rede de ciência colaborativa que atua como uma plataforma "adoção" de pesquisadores. Ele incentiva e viabiliza projetos de mestrado, doutorado ou mesmo independentes. O grande diferencial desta proposta é que, além de oferecer um sistema online de suporte para financiamento colaborativo, o sistema disponibiliza também assessores especializados para ajudar o pesquisador no aspecto metodológico (elaboração de projetos de pesquisa) e bioético (aprovação em Comitês de Ética em Pesquisa e patenteamento), além de viabilizar a publicação dos resultados do estudo na Revista Prática Clínica Baseada em Evidências (RPCBE). Isto reduz o risco de insucesso dos projetos e aumenta o engajamento das pessoas que o apoiam.

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Ebooks começam a ganhar espaço na gestão pública

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Rapidez, economia e praticidade tem feito com que alguns órgãos públicos comecem a investir em suas publicações em formatos online.

A vantagem da publicação sob o conceito de ebook é a capacidade de distribuição e disponibilidade que o formato possui.

Um bom exemplo ocorre com a Embrapa, a empresa brasileira de pesquisa agropecuária. Sempre com inovações e orientações certeiras para a produtividade no campo, a Embrapa tem como alvo o público produtor espalhado em regiões rurais. Nada melhor do que permitir o alcance das publicações pela web. Neste mês a Embrapa lançou duas novas publicações no formato de livro digital: “Manual de Aplicação de Tecnologia de Agrotóxicos” e “Gestão Ambiental na Agropecuária”.

Constituição em Ebook

O Senado brasileiro tem se caracterizado na rapidez com que adota novas opções de multimídia e tecnologias de comunicação. Foi o primeiro agente do legislativo a usar o livro digital. Lançou a Constituição neste versão, tornando-a de forma inédita acessível a qualquer instante.

A Constituição em Ebook para plataformas móveis pode ser baixada clicando aqui.

Câmara Municipal de São Paulo

Através da sua Escola do Parlamento, a Câmara Municipal de São Paulo também dá seus primeiros passos na adoção do modelo de ebook como sistema de publicação de conteúdos próprios. Sua ideia é aproveitar a autonomia para este tipo de editoração e lançar livros digitais que discutam a cidade. O primeiro será “Pensando São Paulo”, com lançamento previsto para o mês de novembro.

Neste modelo, com hospedagem online, a Escola do Parlamento espera incentivar o uso destes livros digitais em escolas, faculdades e terceiro setor.

Com o passar do tempo os livros digitais devem cair ainda mais no gosto dos gestores públicos, como forma de formar ideias, discutir propostas e assim ir formando uma verdadeira biblioteca online de caráter cidadão.

Foto: Jane de Araújo

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IPT: Inscrições para 112 vagas remuneradas a estudantes do ensino superior e técnico estão abertas até 23 de novembro

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O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) abrirá amanhã, 8 de novembro, um novo processo de seleção para 112 vagas de estágio remunerado a estudantes de cursos de níveis superior e técnico de diversas áreas profissionais.

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 23 de novembro. As vagas fazem parte do programa de estágios, que busca criar oportunidades para os estudantes terem contato com situações profissionais reais.

Os estágios serão realizados na sede do IPT/SP (no campus da Cidade Universitária) e nas filiais das cidades de São José dos Campos e de Franca. No ato da contratação, os candidatos devem estar matriculados no ano especificado no aditivo. A jornada de estágio será definida de acordo com a carga horária mínima publicada no aditivo disponível para cada vaga.

As inscrições podem ser feitas on-line clicando aqui. O candidato deverá ler o edital e aditivo e preencher a inscrição com dados corretos e exatos, inclusive com o endereço completo, o endereço eletrônico (e-mail obrigatório) e mantê-los sempre atualizados.

O processo seletivo será realizado em duas etapas: Conhecimentos Específicos e Entrevista Técnica. O conteúdo programático das avaliações obedecerá ao estabelecido nas diretrizes curriculares determinadas pelo MEC para cada curso.

Os selecionados em ambas as cidades receberão bolsa mensal e terão direito aos benefícios de seguro contra acidentes pessoais, recesso remunerado de 30 dias, conforme estabelece a legislação, vale refeição e vale transporte, e os benefícios exclusivos para a cidade de São Paulo são transporte em ônibus fretado ou vale transporte, assistência médica/odontológica ambulatorial e creche (para candidatas, condicionado à existência de vagas).

Fonte: IPT

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