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Google oferece curso gratuito para mulheres aprenderem a programar

aixa participação de mulheres no mercado de tecnologia era fato sabido, mas a revelação pública das estatísticas de diversidade dos quadros funcionais das empresas mostrou em números o abismo no setor. No Google, 30% da mão de obra é feminina; no Facebook, apenas 15%. Para tentar reverter a situação, o Google anunciou nesta quinta-feira que pagará cursos de programação para “milhares de mulheres” de todo o mundo.

Para participar, basta preencher um formulário específico. Serão três meses gratuitos de curso on-line na Code School. Segundo Gregg Pollack, diretor executivo da escola, o Google vai selecionar mulheres para expandir suas habilidades em computação.

“Juntos, nosso objetivo é investir em mulheres e minorias para que elas possam continuar a desenvolver suas habilidades técnicas”, afirmou Pollack, em comunicado.

Na conferência Google I/O, que aconteceu esta semana em San Francisco, dos seis mil desenvolvedores participantes, cerca mil eram mulheres. O número ainda é baixo, mas é um avanço significante se comparado a dois anos atrás, quando elas eram apenas 300. Segundo Megan Smith, vice-presidente do Google X, os cursos gratuitos são parte do investimento de US$ 50 milhões que a empresa faz para incentivar a participação de mulheres no mercado.

- Nós não devemos nos sentir culpadas por nossas falhas, devemos nos levantar e fazer alguma coisa – disse Megan, ao site Cnet.

Fonte: O Globo

Imóveis urbanos que abrigarem trabalho escravo também poderão ser expropriados, diz procurador

a aprovação da PEC do Trabalho Escravo, está criada a possibilidade de também expropriar imóveis da área urbana para fins sociais, e não apenas propriedades rurais. A análise é do procurador do Trabalho Roberto Bignami, da Superintendência Regional paulista do Ministério do Trabalho.

Pela PEC, aprovada em 27 de maio pelo Congresso, imóveis onde for flagrado trabalho análogo à escravidão serão tomados pelo Estado e destinados a reforma agrária ou programas sociais.  “Se o imóvel urbano for sede própria, e não alugado, poderá ser expropriado, sim”, diz o procurador, coordenador do combate ao trabalho escravo em São Paulo, incluindo a capital.

Embora ele afirme ser necessário aguardar a regulamentação da PEC para saber exatamente em que tipo de finalidade o imóvel ser usado, já imagina algumas hipóteses: habitação popular, caso o imóvel possa ser adaptado, ou então a entrega da fábrica ou do comércio para um sistema de autogestão – os trabalhadores constituiriam cooperativas para tocar o empreendimento. “Ou a propriedade poderia ser vendida e o dinheiro revertido para um fundo de combate ao trabalho escravo. Tudo vai depender da capacidade de mobilização sobre o Congresso. Mas a ideia de autogestão é muito boa”, afirma.

Já na opinião de Julio Turra, dirigente executivo da CUT, o melhor destino seria criar uma empresa gerida pelo Estado. “Uma cooperativa, por força da lógica de mercado, sempre acabará por explorar os trabalhadores para se firmar frente à concorrência”, diz.

Ainda sobre a PEC, o procurador diz que o relatório de Romero Jucá (PMDB-RR), a ser votado em 1º de julho, criaria uma insegurança jurídica ao reduzir a amplitude do conceito de trabalho escravo. “Isso daria mais força aos ruralistas e dividiria juízes. Seria muito ruim”, diz.

Fonte: CUT

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