Amazul: Não caia em ciladas: A greve da Amazul é legal e tem data pra começar!
No dia 30 de julho, a concentração será em frente à sede, a partir das 8h

A greve dos trabalhadores e trabalhadoras da Amazul, marcada para ter início no dia 30 de julho, é um direito garantido na Constituição Federal. Essa decisão foi tomada pela categoria em assembleia, realizada no último dia 25, cumprindo todos os requisitos exigidos pela legislação. A responsável por isso é a própria Amazul, que se nega a debater os demais itens da nossa pata de reivindicações e insiste a empurrar trocados como reajuste salarial.
Como já era previsto, a estatal já está utilizando de todos os expedientes para tentar nos desmobilizar. Por isso, é fundamental reforçar que a nossa atuação está amparada pela Lei.
O artigo 9º da Constituição afirma: “É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”.
A participação dos trabalhadores em um movimento grevista também não pode justificar nenhuma forma de punição pelo empregador e a greve não pode gerar consequências individuais para ninguém, uma vez que o contrato de trabalho fica suspenso durante o movimento. É isso o que determina o Artigo 7º da Lei de Greve (7.783/89).
A mesma lei ainda proíbe que as empresas adotem práticas “para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho”.
Seguros disso, devemos voltar o nosso foco na mobilização e na ação coordenada para garantir o sucesso da nossa paralização.
Às 8h de terça-feira, dia 30 de julho, vamos nos concentrar massivamente em frente à sede. A orientação é para que todos os trabalhadores e trabalhadoras fiquem do lado de fora da empresa e que os funcionários do Centro Tecnológico da Marinha (CTM) também se dirijam para lá.
Não nos resta dúvidas que estamos esgotados do clima organizacional da empresa (que somou em 2023, 163 desligamentos e, só este ano, 60), da má alimentação oferecida nos ranchos (foram encontradas larvas, baratas e lagartas) e da falta de gestão (hoje, pessoas que passam em concursos dentro da empresa para cargos maiores precisam pedir demissão para assumir novos postos).
Usemos a criatividade e vamos cobrar de todas as formas que nossas vozes sejam ouvidas e as reivindicações respeitadas.
GREVE JÁ!
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