Notícias | Burnout é doença do trabalho e resultado da precarização das relações laborais

Burnout é doença do trabalho e resultado da precarização das relações laborais

Reconhecida oficialmente no Brasil, a síndrome expõe os efeitos de jornadas exaustivas, metas abusivas e assédio sobre a saúde física e mental da classe trabalhadora.

14/01/2026

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Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 2019 como fenômeno ocupacional e incluída, a partir de 2023, na lista de doenças relacionadas ao trabalho no Brasil, a síndrome evidencia os impactos físicos, emocionais e organizacionais de jornadas exaustivas, metas abusivas, assédio e precarização.

O burnout se expressa por exaustão física e emocional, distanciamento em relação ao trabalho e queda da realização profissional. Diferente do cansaço comum, é um processo persistente e acumulativo, que não se resolve apenas com descanso e exige transformações reais no ambiente de trabalho. 

Defender a saúde mental é defender o direito trabalhista.