Diretoria da Amazul entra com novos embargos buscando adiar o reajuste salarial
Se espera que a justiça tome as providências necessárias para assegurar o cumprimento da decisão

A Diretoria da Amazul apresentou novos embargos declaratórios no processo do dissídio coletivo. Esse recurso, que deveria ser utilizado para esclarecer dúvidas sobre a decisão do tribunal, na prática está servindo apenas para adiar o cumprimento da sentença normativa.
A decisão judicial já é clara e determina a aplicação dos reajustes aprovados, mas, em vez de cumprir com essa obrigação, a empresa opta por utilizar mecanismos jurídicos para atrasar o pagamento aos trabalhadores.
Caso seguisse o que ela mesma propôs durante as negociações, a Diretoria da Amazul deveria, no mínimo, aplicar um reajuste de 3,54% nos salários e benefícios, além do aumento de 10% no vale-alimentação. No entanto, essa correção segue indefinida, prejudicando diretamente seus funcionários, que aguardam uma atualização salarial desde janeiro de 2023.
Diante dessa tentativa de protelação, se espera que a justiça tome as providências necessárias para assegurar o cumprimento da decisão e aplique as sanções cabíveis à empresa.
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