SINTPq inicia campanha em apoio ao Novembro Azul
Seguindo suas atividades em apoio ao “Outubro Rosa”, o SINTPq inicia hoje, dia 1°, uma série de iniciativas em prol do “Novembro Azul”, a maior campanha nacional de conscientização e combate ao câncer de próstata.
As ações do SINTPq durante o mês contarão com a divulgação de conteúdos sobre a importância do diagnóstico precoce e o tratamento da doença. Além disso, laços azuis serão distribuídos e os profissionais representados pelo Sindicato poderão enviar fotos com peças de roupa ou adereços na cor azul através da nossa página no Facebook ou pelo e-mail comunicacao@sintpq.org.br. As imagens serão compartilhadas em nossas redes sociais.
A sede do SINTPq também receberá uma iluminação especial azul, assim como no Outubro Rosa. A prática é comum em prédios e monumentos por todo o país.
Manifeste seu apoio e contribua com essa importante campanha, que além de promover a prevenção, visa superar paradigmas e preconceitos ainda muito presentes em nossa sociedade e que apenas prejudicam a saúde masculina.
Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Mais de 61 mil novos casos devem ser registrados no país em 2016, segundo o INCA.
Prevenção
De acordo com especialistas do Instituto Oncoguia, o câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40. Desta forma, recomenda-se que a prevenção passe a ser feita a partir dos 45 anos se existe risco elevado para o surgimento do câncer, ou seja, casos de câncer de próstata na família. Se não existem, o homem deve visitar o urologista anualmente a partir dos 50 anos e realizar o exame de toque e de PSA, principais meios para detectar a doença
O exame físico (de toque) dura apenas 10 segundos e tem como objetivo analisar a consistência da próstata, o tamanho e se existem lesões palpáveis através do reto na glândula. Esse exame ainda gera muita polêmica e, talvez por isso, a conscientização sobre a gravidade da doença seja tão necessária. É preciso acabar com o preconceito que ainda existe em muitos homens.
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