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Parceria do SINTPq oferece cursos de especialização e qualificação profissional

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O SINTPq está desenvolvendo um trabalho conjunto com Flávio Marasca, consultor e gerente de projetos, para disponibilizar cursos específicos para a categoria. As opções são voltadas para profissionais que atuam em projetos nas áreas de ciência e tecnologia e também em setores administrativos diversos. Os conteúdos abordam desde gerenciamento e planejamento de projetos, com base no PMI – PMBOK, até ferramentas práticas, como Excel e recursos avançados do Office.

Os cursos têm carga horária de 16 horas, divididas igualmente em quatro aulas, e serão realizados na sede do SINTPq, em Campinas-SP. Sócios do sindicato contam com 20% de desconto nos valores. O horário das aulas será combinado com os interessados. Para a realização de cada curso, são necessárias, no mínimo, cinco inscrições. O início está previsto para os primeiros dias de agosto.

Todas as aulas serão ministradas por Flávio Marasca, graduado em engenharia elétrica pela Unicamp e ex-funcionário do CPqD, onde trabalhou por 23 anos. Marasca atua como gerente de projetos e engenheiro de desenvolvimento de soluções para Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC, tendo participado de projetos de implantação de redes convergentes, infraestrutura de telecomunicações para redes elétricas inteligentes - Smart Grid e pesquisas com ambientes de computação em nuvem - cloud computing.

Com vasta experiência gerencial, Flávio Marasca também trabalha com assessoria empresarial para elaboração de planejamento estratégico e tático (plano diretor), além de ser professor e palestrante. Confira abaixo os cursos oferecidos.

ACESSE O FORMULÁRIO E FAÇA SUA INSCRIÇÃO

1. Curso prático (hands on): Planejando e gerenciando um projeto de forma eficiente e objetiva

Neste treinamento, o aluno aprende uma metodologia para planejar e gerenciar a execução de um projeto, baseada nas boas práticas do PMI - PMBOK e nas metodologias do SISP (governo federal). O aluno também elabora os templates de documentos, relatórios, planilhas e outros artefatos usados para o planejamento e documentação.

Carga horária: 16 horas (ministrados em 4 aulas de 4 horas) - com certificado de participação.
Investimento: R$ 280,00 por aluno | 20% de desconto para sindicalizados.
Requisitos: Cada aluno deverá trazer seu computador pessoal com editor de textos e planilhas (MS-Office, LibreOffice etc.).

2. Curso prático (hands on): Técnicas básicas e avançadas de edição de textos usando o Microsoft Word

Neste treinamento o aluno aprende as técnicas básicas e avançadas de edição de textos usando o MS-Word ao mesmo tempo em que cria um template de relatório técnico e/ou científico, seguindo a norma ABNT NBR 10719:2015. Inclui o uso do Zotero que simplifica e automatiza a criação, organização e citação de referências bibliográficas.

Carga horária: 16 horas (ministrados em 4 aulas de 4 horas) - com certificado de participação.
Investimento: R$ 280,00 por aluno | 20% de desconto para sindicalizados.
Requisitos: Cada aluno deverá trazer seu computador pessoal com Microsoft Windows.

3. Curso prático (hands on): Técnicas básicas e avançadas de edição de texto usando LibreOffice Writer

Neste treinamento o aluno aprende as técnicas básicas e avançadas de edição de textos usando o LibreOffice Writer e, ao mesmo tempo, cria um template para relatório técnico/científico, seguindo a norma ABNT NBR 10719:2015. Inclui o uso do Zotero que simplifica (automatiza) a criação, organização e citação de referências bibliográficas.

Carga horária: 16 horas (ministrados em 4 aulas de 4 horas) - com certificado de participação.
Investimento: R$ 280,00 por aluno | 20% de desconto para sindicalizados.
Requisitos: Cada aluno deverá trazer seu computador pessoal com Microsoft Windows ou Linux.

4. Curso prático (hands on): Técnicas Básicas e Avançadas de edição de planilhas usando o Microsoft Excel

Neste treinamento o aluno aprende as técnicas básicas e avançadas de edição de planilhas usando o MS-Excel e, ao mesmo tempo, cria várias planilhas úteis para seu dia a dia.

Carga horária: 16 horas (ministrados em 4 aulas de 4 horas) - com certificado de participação.
Investimento: R$ 280,00 por aluno | 20% de desconto para sindicalizados
Requisitos: Cada aluno deverá trazer seu computador pessoal com Microsoft Windows.

5. Curso prático (hands on): Técnicas Básicas e Avançadas de edição de planilhas usando LibreOffice Calc

Neste treinamento o aluno aprende as técnicas básicas e avançadas de edição de planilhas usando o LibreOffice Calc e, ao mesmo tempo, cria várias planilhas úteis para seu dia a dia.

Carga horária: 16 horas (ministrados em 4 aulas de 4 horas) - com certificado de participação.
Investimento: R$ 280,00 por aluno | 20% de desconto para sindicalizados
Requisitos: Cada aluno deverá trazer seu computador pessoal com Microsoft Windows ou Linux.

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IPT: Sindicato e trabalhadores conquistam redução no custo da assistência médica

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Nem mesmo o jogo da seleção brasileira tirou o foco dos IPTeanos e IPTeanas na luta por seus direitos. Reunidos em assembleia na manhã de segunda-feira, dia 2, os profissionais encerraram a campanha salarial 2018/2019, que garantiu a nova distribuição nos custos do plano de saúde.

Agora, os valores serão divididos em 85% para o IPT e 15% para os funcionários, e não mais pela relação 75%/25%. Além disso, todos os empregados têm até o dia 20 de julho para solicitar mudança de categoria no plano, fique atento ao prazo. Outro fato importante diz respeito ao atual contrato do IPT com a operadora do plano, que tem duração de 30 meses, renováveis por mais 30, e não mais de apenas 12, como os anteriores.

A mudança na participação, que traz um impacto significativo no poder de compra dos profissionais, é uma reivindicação de longa data e exigiu muito empenho do sindicato e mobilização dos trabalhadores. Foram inúmeras tentativas de contato e reuniões do SINTPq com a direção do instituto e representantes do governo estadual. As demais entidades representativas dos empregados também tiveram importante papel nesse processo.

Um dos principais momentos dessa luta aconteceu no dia 31 de março do ano passado, quando a direção do SINTPq e 250 trabalhadores saíram em caminhada promovendo um "apitaço" até a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI). O objetivo da mobilização foi pressionar os membros do conselho administrativo do IPT e da Secretaria, que se reuniam no mesmo horário e local. Na chegada ao local, o sindicato e todos os funcionários foram recebidos por Maurício Juvenal, então chefe de gabinete do ex-secretário da SDECTI, Márcio França. Na ocasião, um abaixo-assinado com 559 assinaturas também foi entregue ao conselho.

O acordo aprovado também estabeleceu o reajuste dos salários e benefícios pelo IPC-FIPE, correspondente a 1,54%. Os trabalhadores e trabalhadoras reivindicavam ainda a inclusão dos homens no auxílio creche. Esse pleito foi negado pelo IPT e pelo governo estadual, mas um ofício abordando e reiterando essa solicitação será entregue ao instituto.

O resultado desta campanha salarial deixa claro que somente a luta coletiva e o trabalho sindical podem garantir conquistas. Com a nova realidade da relação capital/trabalho, trazida pela “reforma” trabalhista e o atual governo, os direitos dos trabalhadores estão em risco. Sem a conscientização dos funcionários e consequente fortalecimento do sindicado, via associação, os próximos anos serão marcados apenas por retrocessos.

Sindicalize-se e nos ajude a mudar essa realidade!

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Desemprego atinge 12,7% e precarização do trabalho cresce

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Apesar da aparente estabilidade nas taxas de desemprego no Brasil, a desocupação permanece alta em relação a períodos anteriores. O que continua aumentando, especialmente depois da aprovação da nova legislação trabalhista, é a precariedade do trabalho. Em quatro anos, o número de pessoas com carteira de trabalho assinada caiu quase 4 milhões - de 36.672, em 2014, para 32.775, em 2018.

O número de trabalhadores e trabalhadoras desempregados no Brasil aumentou de 13,1 milhões para 13,2 milhões entre o trimestre móvel de março a maio deste ano e o anterior, de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018. A taxa de desemprego no período passou de 12,6% para 12,7%, em média. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, houve queda (3,9%) no número de desempregados que estava em 13,8 milhões.

Os dados da PNAD Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (29), mostram estabilidade nas taxas de desocupação e aumento no número de brasileiros/as contratados/as sem direitos ou trabalhando por conta própria, ou seja, fazendo bicos porque não conseguiram uma recolocação no mercado de trabalho. 

Precarização

O número de trabalhadores COM e SEM carteira assinada e, também, o dos que estão fazendo bico porque não conseguiram recolocação no mercado de trabalho, continua aumentando na era do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP). 

O número de trabalhadores e trabalhadoras COM carteira de trabalho assinada  (32,8 milhões) caiu mais uma vez (1,1%) na comparação com o trimestre móvel anterior. Isso significa que o país perdeu 351 mil postos de trabalho com direitos garantidos pela CLT. Em relação ao trimestre de março a maio de4 2017, a que no número dos COM carteira foi de 1,5%, ou menos 483 mil trabalhadores sem direitos.

Já o número dos SEM carteira assinada segue aumentando (2,9%) em relação ao trimestre anterior e mais 307 mil trabalhadores e trabalhadores que estão em empregos precários, sem direitos. Agora, o total de sem direitos empregados soma 11,1 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o total dos SEM carteira cresceu 5,7% (mais 597 mil trabalhadores e trabalhadoras sem direitos).  

Bicos                         

O total de trabalhadores e trabalhadoras que não conseguiram emprego e foram fazer bicos (trabalham por conta própria, segundo o IBGE) ficou estável em relação ao trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 e soma 22,9 milhões de pessoas. Já em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve alta de  2,5%, ou, mais 568 mil pessoas fazendo bicos para sobreviver.

Rendimento

O rendimento médio habitual, aquele que é recebido por todos os trabalhadores ocupados, no trimestre móvel de março a abril ficou estável (R$ 2.187) em relação ao trimestre anterior (R$ 2.200).

Emprego doméstico

A categoria dos trabalhadores e trabalhadoras domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, caiu em relação ao trimestre móvel de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018.

Confira a íntegra do informe do IBGE

Confira no Indicadores de Conjuntura do Portal CUT, informações sobre o mercado de trabalho no Brasil. 

Fonte: CUT e Agência IBGE Notícias 

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